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  As últimas notícias da banda

 

Irvine, Califórnia – no backstage antes de um show do Aerosmith, uma espécie de caos feliz reina.

O baixista Tom Hamilton está tagarelando com Liv Tyler, atriz filha do vocalista Steven. Um calmo e sereno Brad Whitford fala sobre estar entusiasmado para o show enquanto desliza pela mesa do bufê. O setlist do último show que a banda tocou na área – no Hollywood Bowl, em 2006 – está grudado na parede para lembrar a banda de mudar a seleção das músicas. O guitarrista Joe Perry conversa amigavelmente enquanto se aquece no seu camarim, dedilhando uma guitarra desconectada. Enquanto tudo isso acontece, o som da banda de abertura Cheap Trick toca ao fundo, agentes, empresários, fotógrafos e técnicos correm de um lado para o outro e o relógio conta os minutos para a hora do show.

Então uma nova ruga chega às preparações da noite, com a notícia de que Tyler pode virar jurado do American Idol.

Quando perguntados sobre o rumor, Hamilton, o baterista Joey Kramer, Perry e o empresário da banda (que não é o mesmo empresário de Tyler) declaram ignorância e percebe-se que essa não é a primeira vez que eles escutam potenciais novidades sobre Tyler através de terceiros. Perry tenta escolher cuidadosamente as suas palavras sobre a especulação: “Como colocar isso”, ele diz. “É um rumor interessante”.

Quando as luzes se apagam, os quatro membros do Aerosmith se amontoam para um abraço enquanto Tyler se prepara em outro lugar.

Quando as luzes se acendem, é uma história totalmente diferente.

É provavelmente impossível determinar quantas vezes o Aerosmith tocou “Back in the Saddle” ao vivo. Mas embaixo de um estrelado céu da Califórnia em frente a uma platéia barulhenta e com diversas faixas de idades no Verizon Wireless Amphitheatre, fica claro que quando a banda de Boston ataca com a estridente e bate-cabeça música de abertura, o sentimento do nome soa mais verdadeiro do que nunca – pelo menos nos palcos.

Para a atual turnê do Aerosmith, que chega ao Fenway Park no sábado sob a forma de um show esgotado com os companheiros rockeiros lendários de Boston, The J. Geils Band, o grupo se sente renascido. Nessa noite eles estavam visivelmente estimulados. Tudo desde sucessos mais recentes como “Pink” e “Eat the Rich” a favoritas dos fãs como “Mama Kin” e uma fascinante e psicodélica “Lord of the Thighs” tem uma locomoção telepática. Em um momento durante “Thighs”, a banda inteira se aglomera ao redor da bateria de Kramer – Tyler perdido nas suas maracas, Whitford e Perry como um monstro de duas cabeças, Kramer e Hamilton completamente ligados ao ritmo.

As músicas, agora, são uma segunda natureza, mas o fato de eles estarem ali em cima tocando não é mesmo uma façanha desprezível. De acordo com o que todos dizem, esse foi um dos períodos mais pobres na história do Aerosmith. Para relembrar, 2009 e o início de 2010 incluíram uma turnê infestada de problemas de saúde, atacada por ausências médicas de Whitford e Tyler, seguidos por Tyler quebrando o ombro depois de cair do palco em agosto, o que forçou o cancelamento do restante da turnê. Em novembro, o relacionamento entre Tyler e o restante da banda estava tão tensa que houve idéias dosubstituí-lo. Então vieram histórias de que Tyler estava enfrentando antigos demônios, o que foi confirmado quando ele entrou na clínica de reabilitação em dezembro por causa de um vício em remédios. A notícia do Idol é a última trama dessa novela em andamento.

Em uma recente entrevista com membros da banda, emerge uma imagem de um grupo em sincronia musical completa no palco, mas com um frágil pedaço deslocado. De fato, o palco pode ser o único lugar em que os membros do Aerosmith sabem que podem pisar firme – sem trocadilhos. A qualidade dos shows é uma área em que todos os membros da banda concordam plenamente.

“Nós curtimos muito”, diz Hamilton sobre a parte sul-americana e européia da turnê “Cocked, Locked and Ready to Rock”. “É um daqueles momentos onde você sabe que quer experimentar o máximo possível, porque, obviamente, no último inverno nós tivemos um gostinho do que seria não voltar lá por um tempo”.

Diz um alegre Kramer: “Agora que vejo que voltamos completamente, meu coração se sente muito bem”.

Diz Tyler: “Deu um significado novo ao porquê de fazer isso. Juro por Deus, a banda está tocando tão bem e deixando loucos nós mesmos”.

Diz Perry: “Quando a cortina cai, parece que estamos em 1971″.

O elétrico cenário de Irvine foi usado exaustivamente centenas de vezes nos 40 anos de vida da consagrada banda de hard rock integrante do Rock and Roll Hall of Fame. Mas é um que muitos fãs e até alguns membros da banda não estavam certos se veriam novamente.

“Lembro-me de pensar até mesmo nas piores partes do ano passado ‘Não sinto como se tivesse tocado meu último show com o Aerosmith’”, diz Hamilton. “Não sentia isso. Eu sempre soube que se houvesse uma oportunidade de consertar tudo, eu estaria lá. Mas eu estava pronto para isso não acontecer há muito tempo”.

Tão pronto que Hamilton, Perry, Kramer e Whitford começaram a falar sobre sair em turnê com outra pessoa operando o microfone.

As conversas sobre a substituição do vocalista não foram meramente um alerta ao espalhafotoso frontman, de acordo com Hamilton. “Foi mais longe nessa direção do que nunca”, ele diz. “Mas nunca chegamos a uma conclusão. Nunca dissemos ‘isso é o que vamos tentar fazer’, ‘vamos ligar para esse’ e ‘vai ser esse aqui’. Um monte de coisas estava no ar, e acho que se continuasse como estava no ano passado por mais um ano – não sei se seria considerado um projeto paralelo, ou o quê – mas alguma coisa teria acontecido.

Por sorte, não chegou a este ponto, e Tyler insiste: “tem amor ali” entre os membros da banda.

“Fiquei ausente três meses e após os dois primeiros fiquei uma semana em casa. Marquei uma reunião e disse que sairíamos em turnê”, relembra Tyler. “Eu disse: ‘vamos parar com toda essa [censurado]‘. Fico muito orgulhoso por ser parte dessa banda que tem seus altos e baixos, mas ainda estamos juntos. E o amor e a paixão que ainda estão aqui apesar de toda [censurado] que pode acontecer e as pedras que alguns podem atirar. Eu só as tirei do meu caminho e segui em frente. Tenho muito orgulho por ter feito isso e pela banda ter deixado o passado para trás, todos nos olhamos e dissemos ‘vamos nessa’”.

Diz Perry: “Nos conhecemos há tanto tempo, pra muito disso nós só dizemos ‘O que passou, passou, vamos seguir em frente, estamos de volta e vamos agitar esse mundo’. E foi por aí’”.

De uma estranha forma que se encaixa à tumultuosa história da banda, a pausa forçada acabou sendo positiva. Claro, as lesões de Tyler e o abuso de substâncias foram dolorosos para todos os envolvidos, mas deu ao quinteto tempo para pensar sobre o que eles realmente queriam. E o que eles realmente queriam era que esse extraordinariamente bem-sucedido e criativamente gratificante empreendimento, ao qual eles devotaram a vida adulta inteira, de alguma forma, continuasse funcionando.

“É, tenho que dizer que não foi algo que eu gostaria de passar novamente, mas a banda saiu disso melhor, foi como se tivesse dado uma recalibrada”, diz Hamilton. “Sabe, você fica tão exausto, todas as desavenças com a banda transbordam e às vezes isso acontece quando não se tem a oportunidade de dar um tempo. Isso ficou muito intenso. Tivemos que olhar nesse abismo de novo. Demos uma olhada ali e odiamos, isso nos trouxe ao bom senso e todos estavam dispostos a ficar cara-a-cara para fazer o que fosse necessário e colocar alguns shows no calendário”.

“Nós nos irritamos, mas a maioria dos casamentos que passou pelo tumulto dessa banda teria se divorciado vinte vezes”, diz Tyler. “Tivemos três separações e continuamos casados, porque quando nos juntamos, ofuscamos as luzes de cada cidade que vamos. É bem íntimo mesmo”.

“Acho que nós sempre tivemos dificuldades para relaxar. Acho que isso é parte do porquê de termos sido tão bem-sucedidos no decorrer dos anos, se analisarmos”, diz Perry. “Sempre insistimos muito naquele pedacinho que nos mantém na ativa, acho que é por isso que tem sido tão difícil fazer pausas. Acho que só consigo lembrar de uma vez ou outra que fizemos, talvez cinco ou seis anos atrás. E nas outras vezes é uma explosão, depois que a poeira abaixa, nós percebemos que era apenas toda a tensão acumulada e nós realmente só precisávamos dar um tempo. Novamente, demorou um pouco para percebermos isso, mas sabe, estou feliz só pela banda estar junta novamente. Como eu disse, eu estava me divertindo fazendo o que estava fazendo [com meu álbum solo], sei que os outros caras testavam fazendo outros projetos, mas o Aerosmith está no topo da lista de todo mundo.

A última perturbação na Aeroforça foi a questão do Idol. Tyler falou recentemente em um programa de rádio sobre a oferta, mas seu relações públicas – também separado do resto da banda – diz que não há novidades.

Independentemente de ele ganhar uma cadeira no Idol, Tyler diz que ele está comprometido ao Aerosmith e à sua sobriedade – assim como às suas memórias, “Does the Noise in My Head Bother You?”, com lançamento previsto para o ano que vem.

“Quando aquela cortina cai e eu estou com a minha banda, tem um poder. Apaga as luzes de tudo que eu vejo como uma farsa e [censurado]“, ele diz. “Houve vários motivos que me mantiveram afastado – você lerá no meu livro – que a banda deu pra mim. Mas o meu programa é sobre perdão, e no meu perdão eu colho tantas recompensas que, eu acho, na minha glória agora estando sóbrio, a banda está reluzente e eu estou tão grato quanto se pode estar”.

Agora todos os olhos estão no Fenway Park. Perry, em particular, quer tocar no estádio desde que começou a receber shows nos anos recentes.

“É quase como se houvesse apenas um show nesse verão, e este é o do Fenway Park”, ele diz.

A cereja no topo é a J. Geils Band, da qual Perry tem sido um fã devoto desde os anos 70. “Lembro-me de vê-los tocar no velho Tea Party, quando eles eram a banda da casa. Eles sempre foram uma das minhas bandas preferidas ao vivo de todos os tempos. Sem questionar, facilmente”, o guitarrista diz. “Aprendi muito sobre showmans com esses caras”.

NÃO PERCA NADA:

O Aerosmith está no topo da lista dos 25 Melhores Atos da Música Pop de Boston na revista do Globe de hoje.

Tyler já está esperando entusiasmadamente pela potencial reunião dos faladeiros com o frontman dos Geils, Peter Wolf.

Hamilton apenas faz uma quase-piada: “Sinto como se alguém tivesse feito uma besteira e aprovado antes de ir ao chefe e ter certeza”.

Além de Fenway, a banda está convencida de que o Aerosmith continuará sendo um empreendimento de turnês e gravações. Hamilton, Perry e Tyler têm material para levar à banda e esperam começar a gravar no ano que vem.

O que não quer dizer que em uma banda com um passado repleto de obstáculos, desvios e problemas de saúde não há mais no horizonte. “Ainda temos que parar e discutir sobre o cronograma”, diz Perry, citando os problemas no joelho de Tyler como um assunto que precisa ser abordado.

Mas o otimismo cauteloso permanece. E mesmo se Tyler assinar com o Idol, Kramer acredita que p futuro repleto de novos álbuns e mais shows que ele imagina ainda é possível. “Ah, sim, não vejo por que não. Não vejo por que uma coisa deve atrapalhar a outra. A única coisa que posso imaginar parando essa banda é se alguém morrer”, diz Kramer. “Além disso, não nos vejo fazendo qualquer coisa além do que fazemos agora daqui em diante. Estamos nos divertindo, e é aí que fazemos o que fazemos de melhor”.

Vendo-os no palco em Irvine, é possível acreditar que qualquer que sejam os problemas que eles tiveram no passando são mesmo facilmente deixados de lado no palco. Se existe algum ressentimento, não é visível quando Tyler e Perry se aproximam no microfone. Tyler parece pronto para sair da sua pele, indo a cada membro da banda para bater em um com os quadris, se encostar em outro, colocar o microfone na bateria..

Pode não ser claro o quão seguras estão as correias em qualquer momento, e parece que são dois cavalos puxando a carroça, mas por enquanto o Aerosmith está mesmo de volta à sela – novamente.

Fonte: Boston Globe

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Steven Tyler como o novo Simon Cowell? Isso é o que estão dizendo na Costa Oeste, onde os produtores de “American Idol” estão se arrastando para encontrar substitutos adequados para os jurados Cowell e Ellen DeGeneres (após um ano no programa da Fox, DeGeneres anunciou nessa semana que não vai voltar e, aparentemente, também não voltará Kara DioGuardi, o que deixaria apenas Randy Jackson). Parece que Jennifer Lopez concordou em ocupar um dos lugares vagos e Tyler também pode estar a bordo.

As notícias de que o espalhafotoso frontman pode se juntar ao American Idol pegou os outros membros do Aerosmith de surpresa. Antes do show no Verizon Wireless Amphiteatre em Irvine, Califórnia, na quinta-feira, o guitarrista Joe Perry, o baterista Joey Kramer, o baixista Tom Hamilton e a empresária da banda Trudy Green disseram que não faziam ideia da possível nova ocupação de Tyler (o vocalista, que tem seu próprio empresário, não estava disponível antes do show). “Isso é Hollywood, então rumores e tudo o mais se espalham”, disse Perry. Mesmo se for verdade, Kramer disse que isso não deve ser um obstáculo para os planos da banda de gravar um novo álbum (é esperado que a Fox faça os anúncio oficial dos novos jurados na segunda-feira).

O Aerosmith, enquanto isso, está se preparando para o show com a J. Geils Band em Fenway no dia 14 de agosto. As resenhas dos shows têm sido entusiásticas, no geral. Mas Perry estava errado sobre o Mighty Mighy Bosstones abrindo o show. Jenny Dee & The Deelinquents conseguiram a apresentação ontem.

Fonte: Boston Globe

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Você pode não saber, mas Joey Kramer, baterista do Aerosmith, escreveu um livro no ano passado chamado Hit Hard. O título descreve o que ele faz – e o que ele foi.

A percepção popular sobre o problema do Aerosmith com o uso de certas substâncias durante vários anos é de que o vocalista Steven Tyler e o guitarrista Joe Perry foram os piores Bad Boys from Boston. Mas vendo Joey Kramer contar, ele estava na sarjeta junto a eles. No livro, ele descreve a ingestão de quase tudo que existe de farmacêutico e discute seu difícil relacionamento com o pai de pavio curto, uma parceria tensa com Tyler, um casamento ruim e depressão – tudo isso levou a um colapso nervoso em 1995.

O livro tem um apropriado subtítulo: “uma história sobre chegar ao fundo do poço quando se está no topo”. Ali estava ele, em uma banda super bem-sucedida, ganhando um monte de dinheiro e vivendo um sonho. Mesmo assim, Kramer estava absolutamente miserável. Ele precisava de ajuda e conseguiu através de um intenso aconselhamento.

O ponto principal do livro: se problemas psicológicos podem acontecer com alguém como ele, pode acontecer com qualquer um. Ignore o estigma e procure a assistência de que você precisa.

“As pessoas pensam que há algo de ruim ou errado se você precisa tomar ou fazer alguma coisa para se sentir melhorâ€, disse Kramer, com 60 anos agora e atualmente em turnê pelos Estados Unidos com a sua venerável banda (que recentemente rachou ao ponto de quase se separar).

“O verdadeiro motivo de eu escrever o livro foi ajudar as pessoas e ser útil. Não é preciso ser um rock star para ter problemasâ€.

Claro, o Aerosmith tem uma longa história com problemas. (…)

Para Kramer, foi tudo mais uma cena no filme do Aerosmith: “Não sei se estivemos mais perto de nos separar permanentemente do que em outras vezesâ€, ele disse. “Houve alguns assuntos na família que precisaram de atençãoâ€.

Estar no Aerosmith – lidar com as pressões de tentar manter a banda no topo de um competitivo negócio enquanto aguenta a frequente crítica de Tyler ao seu jeito de tocar – foi uma grande parte das dificuldades pessoais de Kramer no passado. No livro, fica claro que Kramer concluiu que ele não precisa estar em uma banda para ter uma vida satisfatória. Então por que continuar?

“Porqueâ€, ele diz, “foi por isso que me colocaram neste planeta, para tocar bateria e trazer alegria para as pessoas e para mim também. Faço principalmente porque amo. É uma ótima maneira de ganhar a vidaâ€.

Você frequentemente vê bandas da geração do Aerosmith declarar que eles sentem que estão tocando melhor do que nunca agora, décadas após a venda dos seus álbuns atingirem o auge. Sem surpresas, Kramer acredita que o Aerosmith está na sua melhor forma hoje.

“Gosto de pensar que crescemos e passamos a tocar melhor, maturidade ajuda nisso. Eu acho que acontece aqui o mesmo que acontece na vida -  esperançosamente, você adquire mais sabedoria enquanto envelhece, a experiência de vida faz você tocar melhor, em oposição a ficar parado e praticar, praticar, tocar, tocarâ€.

Selecionar que músicas tocar é sempre difícil para uma banda com o extenso repertório do Aerosmith. Há clássicos que não podem faltar no setlist – para Kramer, estes incluem “Dream Onâ€, “Walk this Wayâ€, “I Don’t Want to Miss a Thingâ€, “What it Takes†e “Livin’ on the Edgeâ€. Mas há coisas mais obscuras que ele acrescentaria, se dependesse só dele.

“Sempre curto ‘Seasons of Wither’, ‘Kings and Queens’… Tocamos ‘Trip Hoppin’’ algumas vezes neste ano e foi legal¹. Mas é difícil agradar a todos o tempo todo, que é o que tentamos fazer consistentementeâ€.

“Trip Hoppin’†é do criticado Just Push Play, o álbum com material totalmente inédito mais recente do Aerosmith – lá de 2001.  Houve notícias de que o Aerosmith recentemente começou a trabalhar com o produtor Brendan O’ Brien em um novo álbum, mas…

“Não, nós realmente não trabalhamos em um novo álbum há uns dois anos agoraâ€, Kramer admite. “Então, podemos destruir esse mito. Talvez faremos algo ao término dessa turnêâ€.

Kramer não parece muito preocupado com o future do Aerosmith, não importa o que aconteça. Tendo casado novamente no ano passado, ele finalmente consegue apreciar e aproveitar o presente.

“O importante é que a banda está de volta e em funcionamentoâ€, ele diz. “E eu estou muito grato por tudo que existe na minha vida hojeâ€.

Nota: Trip Hoppin’ não foi tocada pelo Aerosmith neste ano. Joey ou o repórter devem ter se confundido.

Fonte: The Orange County Register

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Joey Kramer concedeu uma entrevista à estação de rádio WAAF na quarta-feira (22). Alguns dos assuntos discutidos foram o seu livro, Hit Hard, o surgimento do nome “Aerosmith” e a recuperação de Steven Tyler.

Clique aqui para ouvir.

Fonte: WAAF

 3 comentários  |  Publicado por Carol




Depois de descer do alto do show do Londres, foram dois dias seguidos sem shows. Todos passaram dois dias recuperando o sono perdido ou aproveitando as oportunidades de compras que Londres pode oferecer. Então partimos para Bucareste, na Romênia. Outra primeira vez. No início da semana, a promoter me enviou uma lista de músicas que ela disse que os fãs queriam ouvir. A lista incluia o seguinte:

1. I Don’t Want to Miss a Thing
2. Crazy
3. Janie’s Got a Gun
4. Fly Away From Here
5. Pink

Mostrou como cada país difere no que a maioria quer ouvir. Se eles tocassem isso em Jones Beach (casa de shows Em Nova York) seria um Armageddon (sem trocadilhos). Fly Away não é tocada desde o primeiro mandado de George W. Bush, então essa não dava, mas Janie’s tinha uma chance, porém foi abatida (sem trocadilhos) no último minuto. No geral, o repertório está fluindo bem aqui, apesar dos criadores de set list do outro lado da poça, em casa. O importante é que os shows estão fluindo muito bem e vamos esperar que o Krame Dawg continue com seu solo de bateria, porque é muito agradável ver esse cara quebrar tudo atrás dos pratos.

Atenas, Grécia:

Joe no Partenon

Outra cidade e país em que o Aerosmith nunca tocou. Atenas foi top de linha. A comida estava ótima e as pessoas eram especialmente ótimas! Todos naquela cidade sabem bastante sobre a história do país e não é preciso um guia turístico para conseguir pequenas informações vitais sobre essa incrível cidade histórica. Você poderia perguntar para qualquer Dimitri ou Nikos em qualquer rua e eles ficariam felizes por lhe dar uma aula de História. 4/5 da banda visitaram o Partenon durante a estadia e eu pude ir duas vezes e ainda não vi tudo.

Feliz aniversário, Joey!

No dia 21 de junho, a banda comemorou o aniversário do Joey em um dos ótimos restaurantes do nosso hotel. A esposa do Joey, Linda, e o gerente de turnê Jimmy Eyers organizaram uma festa surpresa para o pancadeiro mais pesado do rock. Preciso dizer que a comida de lá estava inacreditável. Muitos frutos do mar e especialidades locais gregas. O restaurante foi montando ao ar livre, com vista para o Mar Egeu. Você ficava mesmo em cima da água. O bolo do Joey incluiu uma bateria, é claro, mas essa era de chocolate, e estava tão bom que deixaria Charlie Bucket (personagem do filme e livro “A Fantástica Fábrica de Chocolate”) verde de inveja. Feliz 60º aniversário, Joey!

John B. e Donny Wightman

Uma coisa ruim aconteceu enquanto estávamos chegando ao hotel, entretanto. Um dos trabalhos de confiança de Donny Wightman como assistente é o que chamamos de “Pegador de Malas”. Essa tarefe consiste em pegar cada bagagem de um caminhão e separar pelo número da etiqueta na bagagem. Cada pessoa da equipe tem um número e suas malas são ordenadas e entregadas em seus quartos pelos funcionários do hotel. Em uma quente noite de verão em Atenas, Donny e outros membros da nossa equipe estavam arrumando as malas em frente ao hotel para colocá-las em carrinhos de golfe e serem entregues. Enquanto as malas estavam sendo colocadas nos carrinhos, uma escorregou do banco da frente e caiu bem em cima do acelerador. O carrinho andou mais rápido do que Arnold Palmer (jogador de golfe) saindo da sua garagem e atingiu nosso próprio Arnold Palmer onde ele guarda a sua carteira, seguiu em frente para subir pela escada do hotel e esmagar Kostos, gerente noturno, debaixo do carro. O carro estava tentando subir no Kostos e teria conseguido, até que alguém tirou a Tumi (marca de malas) do acelerador. Aqui estou eu pensando, quando jogo golfe, meu carro mal sobe uma pequena inclinação e essa coisa voou como a Rock and Roller Coaster. Bem, o carro tombou para trás em direção às pernas do Donny, até que parou confortavelmente em cima de um estojo de maquiagem novinho da Louis Vuitton. O estojo salvou Donny de pinos para o resto da vida, mas infelizmente não ajudou Kostos, que ficou com duas pernas quebradas. Donny terminou com duas costelas quebradas e um músculo oblíquo distendido. Rumores dizem que enquanto um grupo estava amontoado ao redor de Donny para ver se um dos excelentes de Boston estava bem, um dos assistantes da banda estava tentando dar uma olhada na bagagem para saber o problema que iria enfrentar. Donny voou para Boston no dia seguinte para ser examinado pelos seus médios e sua falta foi intensamente sentida durante o resto da turnê. Não consegui tirar essa música da minha cabeça durante os dias seguintes e decidi colocar no ritmo de “Grandma got run over by a reindeer”.

Donny foi atropelado por um carrinho de golfe
enquanto arrumava as balas em Atenas, Grécia.
Qualquer um imaginaria que a sua tarefa é bem mais fácil
do que trabalhar disfarçado para a polícia.

Inimigo público #1

Holanda:

Admiral navegando no canal Amstel

Amsterdan é uma ótima cidade, também. Uma em que a banda já foi várias vezes. O Stone Temple Pilots abriu o show e foi ótimo poder falar com os irmãos Deleo e o antigo roadie de Joey, Magee. Nos dias sem show, a banda deu uma volta e absorveu todas as vistas, sons e aromas que a cidade tem para oferecer. Nosso hotel ficava a poucos metros de uma cafeteria que vende um cigarrinho e dava para ver as pessoas partilhando um café e uma fumada bem no meio da calçada enquanto você passava. Enquanto eu andava, comecei a flutuar de volta para o hotel e imediatamente pedi serviço de quarto. Essa cidade deve gastar muito com Windex. Todas as janelas da cidade são limpíssimas.

Chegamos a Dessel, Bélgica, fizemos o show e seguimos direto para Barcelona. Barcelona é uma das minhas cidades favoritas na Europa. O show no Palau Sant Jordi talvez tenha sido um dos melhores dessa parte da turnê. Antes do show, Joe foi a uma tourada amadora em uma das arenas mais antigas da cidade.

Paris é outra cidade ótima. Passamos pelas vistas de Paris depois do show no Palais Omnisport Bercy. A Torre Eiffel e a Catedral de Notre Dame são especiais iluminadas.

Eu tenho algumas queixas sobre a Europa e posso oferecer algumas dicas de viagem. Coloque na mala muitos desodorantes. Se acabar, você talvez não consiga encontrar um tão facilmente o quanto você imagina. Parece que não é um grande problema sair eu natural aqui, mas eu talvez traga um Speed Stick extra na velha bolsa de higiene na próxima vez. As pessoas fumam aqui como mascam chiclate na terra natal. Todos, dos 9 aos 90 anos, curtem um cigarro enquanto fazem tudo, desde lavar roupa até enquanto comem uma salada Niçoise.

Praga:

Tuukka com Joey Kramer “Backebat e Backbone”

Adoraria ficar mais tempo em Praga, mas chegamos e fomos embora rapidamente mais uma vez. O goleiro do Boston Bruins, Tuukka Rask, estava lá e pôde conversar com Joey um pouco antes de os garotos subirem no palco. Tuukka é um dos melhores jovens goleiros da liga e mal posso esperar pela próxima temporada para ver se os Bruins podem renascer depois de uma das maiores decepções da história dos esportes.

Funcionária do mês:

Vai para Jessica Squire. Jessica está com a banda desde 2007. Ela é a coordenadora de produção da banda. Seu dia começa no início da manhã e termina no início da manhã. Sempre que você precisa de alguma coisa, a primeira coisa que as pessoas dizem é “pergunte à Jessica”. Quando o Aerosmith não está em turnê, você pode encontrá-la trabalhando com qualquer um como Judas Priest, Heaven and Hell, Return to Forever ou a turnê do Professional Bull Riders. Ela é uma em um mlhão!

Nos vemos na estrada! (nos EUA)

Johnny B.

Fonte: Aero Force One

 7 comentários  |  Publicado por Carol




Hoje, é aniversário do baterista do Aerosmith, Joey Kramer.

Joey nasceu em 21 de junho de 1950 em Nova York. Clique aqui para saber mais sobre ele.

 18 comentários  |  Publicado por Tássia Valim




Joey Kramer postou neste domingo a seguinte mensagem em seu Twitter, comentando sobre seu aniversário em turnê:

“Estou comemorando meu aniversário na Grécia…”

Na semana passada, Kramer agradeceu aos fãs presentes nos shows de Bucareste (Romênia) e Londres (Inglaterra). “Vocês agitaram bastante o show do Aerosmith, Bucareste! Obrigado, nós amamos vocês!”

“Londres, vocês detonaram! Nos divertimos… Bom ver o nosso amigo Jimmy Page na casa [O2 Arena], quanta inspiração antes de subir ao palco.”

Fonte: Twitter

 4 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Duas entrevistas com os integrantes do Aerosmith nos bastidores do Download Festival foram disponibilizadas no YouTube. A primeira é com Steven Tyler e Joe Perry e a segunda com Brad Whitford, Tom Hamilton e Joey Kramer. Assista abaixo:

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Fonte: YouTube

 5 comentários  |  Publicado por Carol




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