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  As últimas notícias da banda

 

Se para muita gente a idade é um peso no rock and roll, para o Aerosmith os anos de experiência jogam a favor. Na estrada desde 1970, a banda é um dinossauro do pop – e se orgulha disso.

“Quando éramos jovens, tocávamos com energia, mas o som era apenas alto. Hoje nosso som é alto e claro”, afirma Tom Hamilton, fundador e baixista da banda, por telefone, à Folha.

“Diria que somos das poucas bandas que tocam com uma tremenda energia e fazem isso direito. É algo que aprendemos com o tempo.”

Para Hamilton, o sucesso de sua banda é fruto do cuidado que eles têm com a melodia: “Gostamos de nos concentrar nas canções. Algumas bandas vão ao palco e a sensação que tenho é que elas fazem jams o tempo inteiro, com solos de guitarra, bateria. Nós damos total atenção às canções.”

(…) A última vez que o Aerosmith esteve em São Paulo foi em 2007, em apresentação no estádio do Morumbi. Para o show [deste ano], Hamilton diz que as músicas são acompanhadas por um “excelente” jogo de luz: “Pensamos muito no sistema de iluminação. Há um cara que fez o design desse jogo de luzes, ele é um dos melhores no mundo. Há uma cenografia, mas a ênfase é na luz.”

Menos besteiras

Nos anos 1970, o Aerosmith ficou conhecido como uma das bandas que pegavam mais pesado no rock – ficaram famosas suas festas e farras em que abundavam drogas, bebidas, mulheres – Steven Tyler (vocal) e Joe Perry (guitarra) até ganharam o apelido “Toxic Twins”.

Para comentar esse período do grupo, Hamilton novamente usa o argumento da experiência: “Antigamente éramos… bem, sempre nos dedicamos muito para tocar bem ao vivo, mas perdemos muita energia em outras coisas… Hoje temos mais experiência, sabedoria.”

Mas, mesmo com toda a experiência, a banda quase implodiu no ano passado. Rumores diziam que Tyler, com problemas com drogas, estaria saindo da banda e eles procuravam vocalista.

Hamilton diz: “O ano passado foi terrível. Achava que tínhamos aprendido no passado, mas passamos por isso de novo. Em dezembro, Steven disse que iria recuperar a saúde. Aí fiquei animado.”

Fonte: Folha.com

 10 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




A edição deste mês da revista Rock Post traz a cobertura do show do Aerosmith em São Paulo, feita pela jornalista Gisele Santos.

Clique na imagem abaixo para ler!

Fonte: Revista Rock Post

 7 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




O Aero Force One publicou uma série de vídeos do Aerosmith na América do Sul ou falando sobre os shows da turnê. Clique no player para ver Eat the Rich filmada do palco em São Paulo.

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Veja outros vídeos:

- Joe em São Paulo
- Tom na Costa Rica
- Walk this Way em Bogotá
- Brad recapitula a turnê pela América do Sul
- Tom fala sobre a turnê pela América do Sul
- Tom e a floresta tropical da Costa Rica
- Tom mal pode esperar para tocar em casa

Fonte: YouTube

 5 comentários  |  Publicado por Carol




A campanha de marketing digital “A cerveja mais refrescante do mundo leva você para o show mais quente do rock” obteve resultados surpreendentes como 100 mil views em 05 dias e a vice-liderança no TT mundial

A Antarctica Sub Zero anuncia os resultados da campanha “A cerveja mais refrescante do mundo leva você para o show mais quente do rock”, realizada pela Garage Interactive Marketing, que congelou uma guitarra para levar o vencedor ao show do Aerosmith, além de ganhar o instrumento. Foram 100 mil views na página que transmitiu a ação ao vivo e 7.300 novos seguidores no Twitter (@subzerorocks), em apenas cinco dias. Além disso, a marca ficou listada no Trending Topics (TT) Brasil e alcançou 2º lugar no TT Mundo.

Segundo Thiago Delfino, diretor de negócios da Garage, o resultado se deve principalmente à união de dois conceitos. “A Antartica Sub Zero é a única cerveja duplamente filtrada a – 2º, logo, criamos algo em cima deste fator cold. Aliamos a isso o cool, com a guitarra, já que a marca tem a pegada do rock e foi o principal patrocinador do show do Aerosmith. Tivemos um resultado recorde e conquistamos o marco raro de ocupar o segundo lugar no TT mundial”.

O cubo de gelo onde a guitarra foi apresentada ao vivo descongelou após exatas 29 horas, 20 minutos e 26 segundos. O ganhador, que acertou em cheio o tempo, recebeu dois ingressos para o show do Aerosmith, a guitarra Gibson e ainda pôde conhecer de perto os astros do rock. Fez parte também da ação o sorteio de 20 convites, no Orkut e no Twitter. “A popularização das redes sociais no Brasil é extremamente importante para marcas jovens como a Antarctica Sub Zero, pois  permite que a marca interaja e mostre seu conceito aos consumidores de uma forma alegre e surpreendente. “, afirma Daniel Wakswaser, gerente de novas mídias da AmBev.

Fonte: segs

 5 comentários  |  Publicado por Carol




E aí, pessoal, estou de volta. A primeira fase da turnê de reconciliação está completa. Pode ter sido uma das melhores turnês na memória recente. Bogotá e São Paulo se destacam como destaques, mas falarei mais disso depois.

Santiago, no Chile, foi “chilly” de fato. Estava tão frio que eu vi uma galinha com um galo castrado. Não, sério, gente, lá pela segunda música estava tão frio e chuvoso ali fora, mas ninguém deixou o Simon Bolivar Park. Simon Bolivar deve ter se revirado tanto no túmulo que quase causou um furacão. O Aerosmith não ia a Santiago desde 1994 e o público esgotado de 38 mil pessoas deixou bem claro a extrema falta que eles fizeram.

(1) Aguaceiro no Chile. John B. acha o chapéu apropriado.
(2) Bionelli, Perry e Eyers = Motley Crew

A parada seguinte foi Porto Alegre, outra cidade que experimentou a defloração do Aerosmith. Isso faz de Caracas, Lima e Porto Alegre cidades que agora estão infectadas com uma dose séria do rock de Boston! Porto Alegre foi uma cidade muito boa, mas me lembrou de estar no bairro de Allston com cinco rios ao redor. Esse gaúchos amam a música do Aerosmith e mostraram muita apreciação.

São Paulo teve o melhor show, na minha opinião. Tudo deu certo. Esse vai para a máquina do tempo. Tyler e Perry estavam pegando fogo. Brad tocou como sempre, bom pra cacete, e Hamilton e Kramer mantiveram o ritmo sólido pela noite inteira. Antes do show, Steven normalmente pede a um tradutor para ajudá-lo com a dicção e nessa noite não era preciso ser um cientista da NASA para saber que a platéia falante da língua portuguesa queria ouvir “old bosta”. Então eles tiveram old bosta. Kings and Queens fez uma rara aparição. Joey teve um importante papel ao colocá-la no repertório e as poucas vezes que eles a tocaram nos ensaios valeram a pena. Kramedog terminou a música antes que saísse dos trilhos como um trem Amtrak Northeast Regional indo de DC à Big Apple.

(3) São Paulo – 29/05/2010

No vôo de sete horas de São Paulo à Costa Rica, os garotos leram praticamente todas as revistas People, Star, Time, Newsweek e Maxim do avião do início ao fim. Os assuntos em discussão foram desde “como eles vão plugar aquela coisa?” até “como aquele assassino tatuado pôde fazer aquilo com a pobre Sandy”? Então, Tom puxou seu iPhone e me perguntou se eu já tinha visto um aplicativo chamado “Aerosmith Trivia”. Eu não tinha, então ele começou um jogo amigável. Eu estava indo bem até que apareceu a parte do jogo relacionada às letras. Havia várias questões sobre letras de músicas não-lançadas que você tinha que combinar com a música certa. Se Tom não sabia, ele perguntava ao Steven, o que pra mim é trapaça. Aqui estou eu, jogando um quiz do Aerosmith com dois, às vezes mais, membros do Aerosmith. Não precisa nem dizer que o jogo terminou em discussão e nós trocamos para “The 3 Stooges Trivia”.

Costa Rica – igual a Maui? Não exatamente, mas seria um ótimo lugar para passar dias extras depois que a turnê terminasse e o Demon’ of Screamin’ fez exatamente isso antes de se mandar para o Reino Unido e se preparar para o primeiro show da parte européia da turnê (segunda fase), que começa na Suécia em 10 de junho. A equipe passou a maior parte do tempo doida de café. Não dava pra achar um Dunkin’ Donuts lá se você procurasse. Mas por que você quereria quando se tinha o café mais gostoso? Uma coisa estranha aconteceu no jantar na noite antes do show. Estávamos do lado de fora, no restaurante do hotel, quando a mesa começou a tremer. Eu disse “o que foi isso?”. “Você sentiu isso?”, eu gritei. Tom e Steven olharam pra mim como se eu tivesse duas cabeças. Então o promoter chega e diz que foi um terremoto de intensidade 6.1. Por um segundo, pensei que fosse Joe tocando no seu quarto, mas recebi uma mensagem dele no celular segundos mais tarde que dizia “WTF?”. Nesse momento Brad disse “isso não é nada, espera só a cortina cair amanhã”.

Acabei de saber que o mestre da Nikon Narcisista, Ross Halfin, irá fotografar os dois shows no Reino Unido. Ele provavelmente está engomando seus curtos shorts pretos e cuidando do bronzeado neste momento. É sempre bom ver o anão mais alto do mundo e espero ansiosamente por uma gozação com a minha porcelana antiga.

Empregado do mês:

Vai para John Shipp. John sempre me ajuda no mundo do TI e sempre faz a minha parte do palco funcionar na mais perfeita ordem. Ele mora em Boston e está ligado à banda faz uns 10 anos. Quando não está na estrada com o Aerosmith, Joe Perry Project ou ELO, ele pode ser achado no estúdio Pandora’s Box mantendo-se na mais perfeita forma. O tipo sanguíneo de John é cafeína e ele é conhecido por fumar um maço de cigarros enquanto espera a Dunkin’ Donuts abrir pela manhã. Tiro meu chapéu para o Sir Shippington. Outra importante engrenagem na Aero-máquina.

(4) John Leo Shipp “Pronto e disponível”
(5) John Leo Shipp

Vejo vocês na estrada!

John B.

Fonte: Aero Force One

 18 comentários  |  Publicado por Carol




Confira abaixo mais alguns vídeos do show do Aerosmith em São Paulo no último sábado. Todos os vídeos estão completos:

Dream On

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Crazy

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Sweet Emotion

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Jaded

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Pink

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Fonte: YouTube/Agradecimentos a “taispm” pelos vídeos!

 10 comentários  |  Publicado por Tássia Valim




Texto: Alexandre Saldanha

Ainda com a cortina fechada, Steven Tyler pergunta “Vocês estão prontos, São Paulo?†Tudo estava a favor. Temperatura agradável, sem chuva e uma belíssima lua cheia sobre o Parque Antártica, ocupado por mais de 30 mil fãs. Apenas seis minutos após o horário marcado para o início da apresentação, um enorme bandeirão cobre toda a frente do palco com uma enorme letra A com asas de anjo. Nas duas horas seguintes o que se viu foi um desfile de clássicos, baladas consagradas e guitarras.

Tudo estava a favor. Temperatura nem muito quente, nem muito fria. E o melhor: sem chuva. Para completar, uma belíssima lua cheia pairava sobre o palco armado no gramado do Parque Antártica, na zona oeste de São Paulo, que era ocupado por mais de 30 mil fãs. Às 21h36, apenas seis minutos após o horário marcado para o início da apresentação, um enorme bandeirão cobre toda a frente do palco com uma enorme letra A com asas de anjo. Nas duas horas seguintes o que se viu foi um desfile de clássicos, baladas consagradas e guitarras.

Ainda com a cortina fechada, Steven Tyler pergunta “vocês estão prontos, São Paulo?â€, enquanto a bateria já iniciava “Eat The Richâ€, música que abre o disco Get a Grip, de 1993. Em seguida, o quinteto de Boston alternou clássicos com hits que os tornaram populares entre as novas gerações a patir do final da década de 1980. A cada música tocada, Joe Perry exibia uma guitarra diferente. Foram dez instrumentos ao longo das 19 músicas – quatro só nas cinco primeiras.

As “novas†“Falling In Love (Is Hard On The Knees)†e “Pink†– esta com o palco completamente iluminado unicamente com luzes rosa – abriram caminho para um dos maiores clássicos das quatro décadas da carreira do Aerosmith. “Dream on†transformou o lotado estádio do Palmeiras em um gigantesco coral que cantava sobre acreditar nos sonhos em uma versão emocionante.

Empunhando uma guitarra Gretsch de dois braços, Perry tocou “Livin’ On The Edgeâ€. Durante o solo, eram exibidas cenas do clip de 1993 no telão ao fundo do palco, deixando claro que apesar da pegada continuar a mesma, os últimos 17 anos deixaram marcas no visual do guitarrista.

Em seguida vieram “Jaded†e “Kings And Queens†que anteciparam um dos momentos mais esperados pela geração mais nova de fãs: a dobradinha “Crazy†e “Cryin’â€. Nesta última, Tyler se enrolou ao tentar tirar uma gaita de dentro de sua calça e acabou perdendo sua deixa. Quando conseguiu finalmente sacar seu instrumento, o vocalista cheirou a gaita, fez cara de quem não gostou e atirando-a ao público.

Com a ajuda de uma intérprete, Joe Perry disse que as pessoas sempre perguntam sobre o game Guitar Hero e propôs um duelo: ele contra sua versão virtual, em um telão. Ao final do desafio, se gabou “prefiro o verdadeiro!†e assumiu os vocais em “Stop Messin’ Aroundâ€.

Na balada “What It Takesâ€, Tyler puxou o coro com as primeiras estrofes, deixando tudo por conta do público, que cantou toda a primeira parte da música. Na segunda parte da letra, o vocalista interrompeu a platéia e brincou “agora é minha vezâ€, dando sequência até a chegada do refrão, quando o resto da banda entra em ação.

Para tocar a clássica “Sweet Emotionâ€, Joe Perry repetiu a Fender Strato vermelha que havia usado em “Falling…†mas, dessa vez, acompanhado de um talkbox para fazer a voz robótica do refrão e brincou com um theremin durante um solo. Em “Draw the Lineâ€, exibiu a décima guitarra da noite, uma Ampeg Dan Armstrong de acrílico transparente, quando a banda agradeceu e se despediu da cidade pela primeira vez.

Logo em seguida, sem muita enrolação, voltaram para dois clássicos que ajudaram a consolidar a banda nos primeiros anos: o quase-rap “Walk this way†e “Toys In The Atticâ€, ambas do disco de 1975.

Claro, faltaram diversas músicas como “Janie’s Got A Gunâ€, “Dude (Looks Like A Lady)†ou “I Don’t Wanna Miss A Thingâ€, mas a tarefa é um tanto ingrata para uma banda com nada menos que 40 anos de estrada e 18 álbuns lançados. Apesar de uma decepção ou outra por causa desta ou aquela música que falou, todos saíram satisfeitos.

Fonte: Rock Press

 11 comentários  |  Publicado por Tássia Valim




Ainda no clima do show de São Paulo, e repetindo a pesquisa que fizemos sobre o show de Porto Alegre, queremos saber:

“O que você achou do setlist do show em São Paulo?”

Dê a sua opinião na coluna à direita. Participe!

 58 comentários  |  Publicado por Tássia Valim




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