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  As últimas notícias da banda

 

O Credicard divulgou hoje, via Twitter, mais informações sobre o show do Aerosmith em São Paulo, que acontece neste sábado, no Parque Antártica.

Segundo a companhia de cartões de crédito, ainda dá para comprar ingressos para Pista Premium, Pista, Cadeira Coberta e Camarote.

Clique Aqui para ver todas as informações. Confira o mapa Aqui!

Fonte: Twitter

 5 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Com 40 anos de carreira, banda entregou uma sequência de hits para 15 mil fãs

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A primeira apresentação do grupo americano Aerosmith em Porto Alegre (RS) foi um passeio musical com desenvoltura e energia incomuns para uma banda com 40 anos de estrada. O show ocorreu na noite desta quinta-feira (27), no estacionamento da Fiergs.

A apresentação da turnê Cocked, Locked, Ready to Rock Tour!, iniciada pela América do Sul, teve em Porto Alegre um ponto alto de integração banda-público.

Desde os primeiros acordes de Love in an Elevator, do álbum Pump, os cerca de 15 mil fãs da banda cantaram praticamente todas as músicas durante as quase duas horas de show, que teve uma garoa insistente como companheira. O show terminou à 0h02 da madrugada desta sexta (28).

O irrequieto vocalista Steven Tyler, acompanhado dos guitarristas Joe Perry e Brad Whitford e da cozinha segura formada por Tom Hamilton (baixo) e Joey Kramer (bateria), cantou clássicos da banda que já vendeu mais de 150 milhões de cópias de discos.

Da primeira parte do show até o esfuziante solo de Joey Kramer, utilizando também os braços e a cabeça, foram tocadas as músicas mais populares da banda como Pink, Dream on, Livin´ on the Edge, Crazy e Cryin’.

Depois do show de ritmo de Kramer, a banda não deixou o clima cair, só o tornando mais romântico com os acordes da balada I Don´t Want to Miss a Thing, da trilha do filme Armageddom.

Depois das clássicas What it Takes e Sweet Emotion, Joe Perry deu o ar da sua graça com o solo denominado Joe Perry Guitar Batlle. A parte final do show, antes do bis, reservou o momento cover da banda, com canções como Stop Messin´ Around, do Fleetwood Mac, cantada por Perry, e Baby, Please Don´t Go, de Big Joe Williams.

O bis teve Walk This Way e Train Kept a-Rolin’, esta última cover de Tiny Bradshaw que ficou famosa com o grupo inglês The Yardbirds nos anos 60, para o êxtase do público que lotou o local. Neste sábado (29), a banda toca em São Paulo, no estádio Palestra Itália.

Fonte: R7

 3 comentários  |  Publicado por Carol




Pontual e energético, o grupo norte-americano Aerosmith deu início ao curto giro brasileiro na noite desta quinta-feira (27), disposto a enterrar dúvidas sobre as condições físicas dos integrantes para excursionar pelo mundo.

Em duas horas, o grupo fez a plateia de 15 mil pessoas esquecer a chuva fina e apresentou um repertório de 20 músicas no palco montado no estacionamento da FIERGS (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul), em Porto Alegre, contemplando grande parte dos hits que tornaram a banda referência do hard rock e da música pop nos últimos 30 anos.

Nesta sexta-feira (28) à tarde, o Aerosmith leva a turnê “Cocked, Locked, Ready To Rock!” para São Paulo, onde realiza o último show no Brasil, no sábado (29), no Palestra Itália.

Otorrinolaringologista e quiropraxista
O quinteto havia chegado a Porto Alegre na quarta-feira (26). Na quinta, quatro horas antes do show, os músicos partiram para o local do evento, e descansaram em camarins separados, reunindo-se apenas para a janta e para o show. Um otorrinolaringologista e um quiropraxista ficaram à disposição dos músicos nos bastidores.

Às 22h05, cinco minutos após o horário marcado, a produção acendeu as luzes do palco ao som de “Rainy Day Women”, de Bob Dylan (conhecida pelos versos ‘everybody must get stoned’, algo como ‘todo mundo deve ficar chapado’), e o Aerosmith deu início ao espetáculo com o hit “Love In An Elevator”.

Steven Tyler, o vocalista de 62 anos que quase deixou a banda no ano passado após uma queda de um palco, mostrou estar recuperado e com a costumeira energia – além do figurino obrigatório (calça boca de sino prateada, e o pedestal decorado com lenços).

A segunda música, o clássico hard rock “Mama Kin”, veio com o início da garoa que molhou os gaúchos até o final do show. Na terceira, “Falling In Love (Is Hard On The Knees)”, o Aerosmith mostrou que veio ao Brasil disposto a agradar. “E aí, gaúchos!”, gritou Tyler para a plateia, num português simpático e surpreendentemente sem sotaque.

“Pink”
A primeira metade do show foi centrada nos grandes hits da banda, com destaque para as baladas que fizeram uma geração de jovens que cresceram ouvindo música em videoclipes nos anos 90. “Pink”, a quarta música…

(…) Nos demais setores, o público acima dos 30 anos, adolescentes da geração videoclipe da década de 90, também esteve presente. A banda dedicou a primeira metade a ganhar a simpatia dos trintões. “Living On The Edge”, “Jaded”, “Crazy” e “Cryin’” vieram em sequência, para delírio da plateia que, a esta altura, usava capas de chuva para se proteger da garoa fina e insistente.

No palco, Tyler parecia não dar bola para o clima. Se as lesões do ano passado (e o período internado para tratar da dependência de analgésicos) deixaram alguma sequela em Tyler, a ponto dos colegas de banda cogitarem procurar um substituto, o vocalista disfarçou bem em Porto Alegre.

Sem perder a voz
Em “Dream on”, atingiu os agudos característicos, sem sinal de perder a voz pela idade. Também não se protegeu da chuva em nenhum momento mesmo tendo a possibilidade de se refugiar embaixo da área coberta do palco e ainda dançou como um adolescente durante toda a apresentação.

O espetáculo, executado com som perfeito e três grandes telões de boa definição, teve uma espécie de pausa na décima música, quando o baterista Joey Kramer fez um longo solo de bateria.

A partir daí, o Aerosmith voltou mais roqueiro. “Rag Doll” e “Sweet Emotion” foram os destaques da segunda metade. A chuva e os solos de guitarra em “Lord Of The Thighs” e no blues “Stop Messin’ Around”, cantado por Joe Perry, cansaram parte do público que preferiu ir embora para fugir da chuva e do congestionamento da saída a encarar o encerramento.

No bis, Tyler e companhia apostaram no clássico “Walk This Way” e no cover de “Train Kept A Rollin’”.

Com duas horas exatas de show, o Aerosmith deixou o palco sem deixar chance para um novo bis. 

Fonte: G1

 5 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Joey Kramer postou hoje a seguinte mensagem em seu Twitter, comentando sobre a chegada da banda a São Paulo:

“O avião acabou de aterrisar [às 15h20].”

“O Aerosmith desembarca hoje em São Paulo”, avisou Kramer há algumas horas.

Fonte: Twitter

 15 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Ainda no clima do show de ontem à noite, queremos saber:

“O que você achou do setlist do show em Porto Alegre?”

Dê a sua opinião. Participe!

 36 comentários  |  Publicado por Tássia Valim




Nesta quinta-feira (27), o Aerosmith tocou no Estacionamento da FIERGS, em Porto Alegre, Brasil. Este foi o setlist:

01. Love In An Elevator
02. Mama Kin
03. Falling In Love (Is Hard On The Knees)
04. Pink
05. Dream On
06. Livin’ On The Edge
07. Jaded
08. Crazy
09. Cryin’
–Joey drum solo–
10. Lord Of The Thighs
11. I Don’t Want To Miss A Thing
12. Rag Doll
13. What It Takes
14. Sweet Emotion
15. Stop Messin’ Around
16. Baby, Please Don’t Go
17. Draw The Line
Bis:
18. Walk This Way
19. Train Kept A Rollin’

→ Fotos

Fonte: Aero Force One (Obrigado, Carlos, pelas atualizações em tempo real via celular!)

 73 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Banana, maçã, iogurte de baunilha, couve e queijo tofu – tudo orgânico. Esta é a lista de exigências dos músicos do Aerosmith para o camarim de seu show em São Paulo, no próximo sábado, no estádio do Palmeiras. Roqueiros bem light esses.

Eles também pediram atum albacora para a produção da Time For Fun, responsável pela vinda dos americanos ao Brasil. Deve ser esse cardápio que dá a energia a Steven Tyler, no alto de seus 62 anos, para aguentar duas horas de performance no palco. E deixar para trás os resquícios dos tempos de junkie.

Fonte: iG

 10 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Bem, pessoal, aqui estamos de novo! Disseram que não ia dar, disseram que os cinco nunca mais ficariam juntos no mesmo aposento, quanto mais no mesmo palco. Mas uns seis meses e meio depois de os bad boys from Boston arrebentarem no Oriente Médio, a Força Mais Explosiva do Rock and Roll está com tudo novamente. Dessa vez, levando a América do Sul pro furacão. Faz três anos desde que o Aerosmith tocou pela última vez na América do Sul. Também foi a primeira vez que eles tocaram em Bogotá, na Colômbia e Lima, no Peru, em 40 anos de carreira.

Os fãs aqui embaixo são únicos. O Aerosmith tem fanáticos por toda a parte, mas deve haver alguma coisa naquela água que eles dizem para você não beber. Eles são barulhentos e enérgicos do momento em que as luzes apagam até “Elvis deixar o local”. Mas a coisa mais louca é como os fãs seguem a banda desde o momento em que o avião toca o solo. Aterrissar em Lima foi como sempre. A banda e a equipe viajam no mesmo avião. Quando as portas se abrem, somos recepcionados pelas autoridades locais, que nos olham de cima a baixo. Então vamos à imigração, onde os passaportes são carimbados (dedos cruzados) e as malas são cheiradas por cachorros para terem certeza de que nós não contrabadeamos uma banana de Bogotá ou qualquer lugar. Então, entramos nas vans que nos levam ao hotel. Estava bem quieto em Lima até que os grandes portões de madeira que seguravam os mil ou algo assim limenhos abriram. A gritaria começou. Foi como “Hard Day’s Night”. Dessa vez, os integrantes da banda se chamavam Brad, Joey, Tom, Steven e Joe. Foi um puro pandemônio! Enquanto as vans se afastavam, a multidão de peruanos entravam nos seus carros pessoais, táxis e afins para perseguir a banda. Alguns carros estavam tão cheios que parecia que o circo estava na cidade. Onde tem um policial quando você precisa de um? Quando chegamos ao hotel, começou tudo de novo. Havia mais gente ainda na frente do hotel. Os caras sairam dos veículos e andaram até a aglomeração, mas logo foram escortados para o hotel por causa do medo de que as grades caissem e alguém se machucasse seriamente. Só mais um dia no escritório!

Os três primeiros shows foram muito bons. O set list fica mudando. Até agora houve três músicas de abertura em três shows. Não consigo me lembrar de isso já ter acontecido no início de uma turnê. O set list tem tido umas 19 músicas com um solo de bateria do “Krame Dog” que com certeza é um ponto alto do show. Joey não faz um solo de bateria há uns vinte anos e é de parar pra pensar o porquê de ele não ter feito antes.

Caso você esteja se perguntando como anda o Steven, nada tema. Ele é como um animal enjaulado esperando para ser solto em cima da sua presa.  É o Steven que dá a deixa para a cortina cair toda noite e a partir do momento em que ela cai, o Demon of  Screaming está 100% ligado! É inverno aqui na América do Sul, então as temperaturas estão um pouco mais frias do que no nosso lar. Pode ser bom para o Joey, que começa a suar logo na primeira batida, mas para um vocalista a mudança de temperatura pode prejudicar a voz.

Joe e Brad estão afinadíssimos também. Acho que os ensaios extras e o fato de eles terem acabado de sair de turnês próprias (Joe com “Have Guitar, Will Travel” e Brad com o Experience Hendrix) os ajudaram. Joe tem indo muito bem no seu maravilhoso segmento do Guitar Hero, então espere por isso no show de hoje em Santiago.

O que dizer sobre o Master of the Big Bottom Tom Hamilton? Tom continua afinado com Joey. Eles têm uma química que não é criada de um dia para o outro. Tom é sólido como uma rocha e talvez seja um dos mais engraçados na estrada.

Em Bogotá a banda recebeu seu equivalente à chave da cidade. A banda foi à prefeitura no dia anterior ao show e conheceu o prefeito e quase todo o mundo que trabalhava lá. Havia uns 2.000 colombianos do lado de fora esperando para dar uma espiada nos garotos. Os rapazes e o prefeito também tinham uma coletiva de imprensa, onde ele aplaudiu os rapazes por todo o esforço na indústria da música e pelo efeito em jovens ao redor do mundo. Fiqei esperando eles receberem a chave da cidade e Steven começar a intro de “Eat the Rich”, mas fiquei um pouco desapontado ao saber que eles receberam a placa da cidade. A placa certa no buraco errado não combina muito.

Semana que vem vou contar sobre a nossa visita a Santiago, no Chile, assim como as paradas no Brasil e na Costa Rica. Também vou reconhecer um membro da equipe que contina a ir para o alto e além dos seus deveres.

Nos vemos na estrada!

John B.

Fonte: Aero Force One

 7 comentários  |  Publicado por Carol




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