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  As últimas notícias da banda

 

Steven Tyler participou do talk show ‘Dr. Oz’ no programa que foi ao ar na terça-feira (10/09). Ele falou sobre os problemas que já teve nas cordas vocais. Veja:

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ATUALIZAÇÂO

Entrevista completa aqui. O vídeo está dividido em cinco partes, que são reproduzidas em sequência automaticamente.

Na primeira parte, Dr. Oz mostra um vídeo contando um pouco da história de Steven. Ao entrar no palco, Steven é muito aplaudido. Ele diz que isso o emociona até hoje. Steven diz que está sóbrio há 3 meses. Sua primeira tentativa foi em 1988, quando ficou sóbrio por 12 anos. Steven se confunde e diz “John Daniels” ao invés de “Jack Daniels”, ao comparar a sensação de tomar uma bebida alcoólica com a sensação de fazer um show. Steven diz que o “American Idol” foi uma ótima experiência, mas que não sabe se voltaria a ser jurado. Nos anos 70, sem MTV, o único jeito de divulgar a banda era fazendo muitos shows. Para aguentar tantos shows, eles se drogavam, mas Steven admite que isso não é necessário. O problema não é beber ou fumar maconha, o problema são os excessos.

Na segunda parte, Steven diz que perdeu tudo para as drogas; que os dois filhos mais novos só o viram chapados pela  primeira vez alguns anos atrás; que ele era um excelente viciado devido aos anos de experiência; que médicos também são traficantes; e que um dos momentos que o fez ter vontade de se recuperar foi quando um médico disse que ele foi parar na clínica porque achou que era uma boa ideia o que não era.

Na terceira parte, Steven diz que as brigas entre a banda foi uma das coisas que o fez perceber que tinha chegado ao fundo do poço. Em seguida, Dr. Oz mostra um vídeo sobre a clínica Betty Ford, onde Steven ficou internado. No dia que Steven se internou, sua namorada, Erin Brady, simplesmente o acordou e disse que ele seria internado. Steven criou uma relação especial com o Dr. Harry Haroutunian, que diz que Steven era um paciente difícil e barulhento, mas também muito altruísta e carinhoso. Steven escreveu o prefácio do livro do Dr. Haroutunian e que a forma como eles se conheceram foi mágica, por ter sido apenas obra do acaso.

Na quarta parte, o médico conta um pouco da sua história — ele mesmo já teve seus vícios. Steven não pode garantir que não vai ter uma recaída, mas no momento ele está muito feliz com o que tem e que ajudaria qualquer um precisando de ajuda.

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 2 comentários  |  Publicado por Carol




“Você sabe quantos bebês foram concebidos ao som de ‘I Don’t Want to Miss a Thing?” A cinco dias de partir para a Austrália, Darren Lewis encontra Steven Tyler, vocalista do Aerosmith e lenda do rock licenciada, em forma inimitável.

Seja no palco ou por Skype, Steven Tyler sempre dá um show. Segundos depois se conectar ao FL de Los Angeles, ele se apresenta com um vigoroso “Qualé?” Esse integrante do Rock and Roll Hall of Fame é brutal, franco, charmoso e, às vezes, conflitante. Quando escuto mal uma resposta, ele devolve com um sarcástico, “Uh, você estava fazendo outra coisa?”, e ele certamente não tem medo de colocar alguém no seu devido lugar. “Não é esse o nome”, ele me corrige depois de eu perguntar sobre um projeto de lei sobre privacidade de celebridades que ele encabeçou no Havaí e que a impressa erroneamente apelidou de “Lei Steven Tyler”. Em outras vezes, ele parece um Svengali da nova era, soltando nomes de palestrantes motivacionais e pregando aforismos de auto-ajuda que podem ser lidos em “The Secret”.

Algumas pessoas simplesmente nasceram para ser rockstars, e Steven Tyler, com aqueles lábios elásticos e bochechas elevadas, é uma delas. Então quando o cantor de 65 anos faz uma gracinha sobre groupies em Adelaide e “peitinhos” na plateia, ele não está brincando. Afinal, esse é um cara que compôs uma música autobiográfica chamada “Love in an Elevator” e que achava que “Spinal Tap” era um documentário. “Esse filme me chateou”, ele disse em uma entrevista recentemente desenterrada de 1986. “Pensei, ‘Como eles se atrevem? Isso tudo é verdade e eles estão brincando.”

Após a oitava passagem pela reabilitação e um breve desvio como jurado no “American Idol” – compromisso que trouxe atritos com seus colegas de banda –, Tyler está de volta à sela com o Aerosmith fazendo o que mais ama, chutar o ar e girar o suporte do microfone adornado com lenços. O tão adiado novo álbum da banda, “Music from Another Dimension”, finalmente foi lançado no ano passado e eles vão passar pela Austrália pela primeira vez em 24 anos para o Stone Festival e outros shows em Melbourne e Brisbane. A banda pode ter entrado na sua quarta década com todos os integrantes originais intactos, mas Tyler insiste que eles estão na melhor forma de suas carreiras.

“Isso da idade não afeta o Aerosmith”, ele dias, apenas alguns dias antes de voar para a Austrália. “É ‘O Retrato de Dorian Grey’. Parece que não envelhecemos muito. É a paixão de vocês querendo nos ver. É assim que funcionamos. Somos uma banda das antigas com uma necessidade louca de vocês nos ouvirem.”

O que você lembra da sua última visita aqui em 1989?

Me lembro de muitas coisas. Me lembro de abraçar um urso coala e de correr atrás do meu filho quando o coloquei na bolsa de um canguru. Não, isso não é verdade. Isso eu inventei [risos]. Mas realmente abracei um coala. Fizemos a viagem sob a justificativa do “novo single”, acho que era “(Dude) Looks Like a Lady”. E a Geffen não enviou o disco. Faz tanto tempo que não dava pra enviar por email. Não existia lá.

Então ninguém conhecia as músicas?

Tivemos que tocar sem nenhum disco como apoio, digamos assim.

Mas foi uma turnê boa?

Foi uma turnê ótima. Fomos parar na Grande Barreira de Corais. Foi o ápice.

Tom Hamilton me disse que pulou de bungee jump. Você se envolveu em algum esporte de aventura?

Só umas garotas no backstage em Adelaide. Isso é aventura, pra mim.

Perguntei isso a Tom, mas o por que vocês demoraram tanto pra voltar?

O jogo funciona com a manutenção de territórios. Estados Unidos, Japão, América do Sul, Europa – não é tão fácil escolher e ir a lugares como a Austrália. No mundo da música, temos que ir quando estamos em alta, e os produtores ligam e criam uma necessidade com o volume de dinheiro que precisa para levar a turnê. É um milhão de dólares por semana para o Aerosmith sair em turnê nos Estados Unidos. É muito dinheiro, é aí que as viagens diminuem. Não é fácil. Adoraria dizer “Foda-se, quero tocar lá porque amo a Austrália” Eu quero, mas os produtores não enviaram um S.O.S.

Você quer ouvir a resposta de Tom para essa pergunta?

Só consigo imaginar.

Ele disse que a banda é famosa por ser “complicada e difícil de organizar”.

Tom disse algo parecido. A verdade é que os produtores não criam uma necessidade… A banda vai aonde é grande. Somos grandes no Japão, enormes nos Estados Unidos. Mas não sei como é aí na Austrália. Na última turnê, chegamos perto, mas empresários, advogados – é uma loucura, cara. Ouvi a mesma pergunta de um amigo querido que mora na China. O mais perto que vamos chegar agora é Cingapura. Nunca fomos lá. Nunca! Dei mil desculpas. E peço desculpas mesmo. Queria ter voltado antes. O que mais quero é tocar, mas talvez também sair com um casal de Aborígenes, seguir uma trilha musical, mergulhar na Grande Barreira e abraçar um coala de novo.

O “American Idol” está chegando ao fim da temporada. Você ainda assiste ao programa?

Sinto falta. Sinto falta de J-Lo e Randy. Foi demais. Me deu algo para me ocupar por seis meses. No segundo ano, fiz o “American Idol” e o álbum ao mesmo tempo, e quando começamos a sair em turnê, precisei sair. Foram dois anos lindos, J-Lo adorou, eu adorei, Randy era ótimo, gostei especialmente de sentar ao lado de J-Lo e sentir aquele fogo tão de perto. Ela é linda. Sinto falta de verdade. Queria que fosse Randy, eu e Nicki Minaj. Seria divertido.

Sem Mariah ou Keith?

Gosto de Mariah também e sou muito fã de Keith, mas parando pra pensar, o que queremos é drama. Me deixe em uma sala com a Nicki. Me deixe em uma sala com a Nicki!

Acho que conseguimos nossa manchete.

É, talvez.

Como está a banda agora? Rolou uma tensão uns dois anos atrás.

Algumas pessoas estavam bebendo. Eu definitivamente estava bebendo de novo. Vibrações ruins. Caí do palco. Eu venho de uma família italiana. Se minha irmã, minha tia, meu tio ou qualquer um me ligasse, eu ligaria de volta e falaria, “Qual é?” Ninguém me ligou por muito tempo, fiquei com muita raiva e disse, “Me arrumem outro trabalho!” Então, aceitei o “Idol” e o resto é história. Não nos prejudicamos. Estava com um pouco de medo, mas elevou a venda dos nossos álbuns antigos em 260%, isso foi bom. Agora não posso ir a lugar nenhum, mas tudo bem. Fica difícil. Na televisão, eram 30 ou 40 milhões de pessoas me assistindo à noite.

Isso expôs o Aerosmith a um público mais novo?

Claro. Agora crianças de oitos anos vem falar comigo. Mas acho que a música do Aerosmith vai além da idade. Crianças gostam de “Satisfaction”, dos Stones? Com certeza! Elas gostam de “Dream On”, “Seasons of Wither” ou “Sweet Emotion”? Felizmente, Joe Perry criou licks que resistem ao teste do tempo, então estou satisfeito. Mas o “Idol” definitivamente trouxe bebês ao cenário [risos].

No final do ano passado, vocês se apresentaram em frente a um antigo apartamento na Commonwealth Avenue. Como era o espaço naquela época?

Quando estávamos no trailer antes de aparecermos, eu tive uns minutos para pensar sozinho. Subi até o apartamento, fui ao meu quarto e sentei lá sozinho. Fiquei pensando em como era pra mim na época e o que é agora. Aquilo tudo era uma alucinação, cara. É um sonho que virou realidade e a banda manifestou seu próprio destino. Só tínhamos o sonho de virar rockstars e criamos músicas para incentivar isso. Foi um pensamento incrível, “Caralho, o sonho virou realidade.” Foi um bom momento. Eles fecharam a rua. Commonwealth Avenue é uma artéria principal. Não é fácil interditá-la. Causou muito transtorno por uma hora, mas a polícia tinha tudo sob controle. Havia 100 mil pessoas lá. Jamais vou esquecer.

É sobre isso que fala “Legendary Child”? Reflete sobre a jornada incrível que vocês estão tendo?

Sim. Escrevi quatro letras diferentes para essa música. O corpo dessa música foi escrito anos atrás. A única outra música que chega perto dessa é “No Surprize”, que fala sobre como era a carreira da banda e como ela era: “Nineteen seventy one/We all heard the starters gun/New York is such a pity/But at Max’s Kansas City we won … And then old Clive Davis said/He’s surely gonna make us a star” (1971, todos ouvimos o tiro de largada. New York era um saco, mas vencemos no Max’s Kansas City… E o velho Clive Daivs disse que ia nos transformar em estrelas). E ele transformou. Escrevi essa letra uma semana depois de conhecê-lo. Se você acredita muito em algo, continue pensando, que vai acontecer. Muitos humanos não entendem isso. É um momento mágico quando entendem. Olha você com o seu emprego. Um dia você não sonhou em fazer o que está fazendo agora?

Absolutamente, especialmente agora.

Bem, obrigado. E que bom que você é o cara co quem está falando. Ninguém faz o que a gente faz. Eu estava conversando com Ryan Seacrest (apresentador do “Idol”) sobre isso um dia desses. Ele era um garotinho que brincava com o rádio no porão. Ele fingia que era DJ. Finja até conseguir. Quem diz a verdade vai só dizer: “Eu fingi, foda-se!” Eu imitava Janis Joplin e Mick Jagger, todos os grandes. Que sonho finalmente ter um guitarrista como Joe Perry na banda que me permite subir no palco e berrar.

Também tem muita sorte nisso. Só de vocês estarem na mesma cidade ao mesmo tempo…

Sim. E quer saber? Quando vemos a sorte, tudo vira realidade. Dá pra fazer qualquer coisa acontecer na sua vida. Quando dizem que os humanos só usam 20% do cérebro, como acessar a outra parte? Acho que se ensinassem as crianças na escola que elas podem manifestar qualquer coisa, que você é o sonhador e o criador de tudo o que quiser, e que isso está dentro de você, vão começar a usar muito mais do cérebro para curar, para fazer as coisas acontecerem. Aí nós seremos os humanos que Deus nos colocou no planeta para sermos, por que agora, tudo vem do ódio, raiva e medo. Todo mundo é reacionário aos noticiários, às mães gritando. Somos um bando de reacionários. Seres humanos agindo, não seres humanos sendo.

Isso te anima? Espalhar essa mensagem?

Não sei se estou sendo chato com essa mensagem, mas já almocei com Dalai Lama, Marianne Williamson e Wayne Dyer, e só ouvir outro lado da vida é realidade. Existe uma grande realidade lá fora que muitas pessoas não conhecem. Mas foda-se, gosto de subir no palco e gritar. E quer saber, músicos curam à sua própria maneira. Você sabe quantos bebês foram concebidos ao som de “I Don’t Want to Miss a Thing”?

Você fica confortável com “I Don’t Want to Miss a Thing” ser a música mais reconhecida de vocês?

Com certeza! Você não gostaria de ter um single n° 1? Não estou nem aí pra quem compôs (Diane Warren). Conversei com Joe sobre isso. Quando ela saiu, nós dissemos “Nós com certeza tivemos outros n° 1?” E nosso empresário disse, “não, vocês tiveram n° 2, n° 5 – vocês nunca tiveram um n° 1”. Eu não sabia disso, Joe também não, mas quem se importa? Foi n° 1 e podemos nos vangloriar. Sei que milhões de pessoas ouviram “Dream On”. “Sweet Emotion” tem 80 milhões de acessos no YouTube. “I Don’t Want to Miss a Thing” tem 90 milhões. É uma loucura. Claro que tenho orgulho.

Poucas pessoas sabem que existe uma Lei Steven Tyler no Havaí. Você pode falar um pouco sobre isso?

Não é esse o nome. A imprensa só gosta de exagerar. Fiquei irritado um dia quando um paparazzo fotografou Liv enquanto ela trocava de roupa em um cômodo na minha casa. Eles têm lentes de longo alcance, observam sua esposa e sua mãe. Eu falei, “isso precisa parar agora”. Em Los Angeles, existe uma lei contra isso. Em Nova York, existe uma lei contra isso. Mas em Maui não existe. Então eu falei, “chega dessa merda”, e fui com tudo. É isso. Foi pra tentar impedir os paparazzi de tirar fotos no seu jardim, na sua casa, usando lentes de longo alcance no lado de fora. É isso.

Espero que você seja bem tratado aqui.

Não é correto as pessoas poderem fotografar através da porta da sua casa e tirar uma foto da sua esposa pelada, ou amamentando um bebê. Deveria ser ilegal. Precisamos de privacidade nesse mundo. Toda vez que passamos por um sinal vermelho, a traseira do seu carro é fotografado, e sempre que vamos ao shopping, somos vigiados. O mundo de hoje é estranho pra caralho.

O que podemos esperar do show do Aerosmith quando vocês chegarem aqui?

Muitos bebês vão ser concebidos no fundão, muitos peitinhos na frente e muitos assentos molhados… Vocês vão ver a banda com um aparência e um som melhores que nunca. Não é só um cara velho e uma banda velha falando… Não consigo acreditar cm como Joe Perry está bom e como o som da banda está ótimos. Somos um bando de crianças com paixão.

E vocês vão dividir o palco com o Van Halen.

É, isso é bom pra caralho. Liguei pra Eddie um dia desses e disse, “Que incrível. Vamos sair em turnê assim.” Sou da época em que as bandas tocavam juntas. Era ótimo – três ou quatro bandos. INXS, Van Halen e AC/DC.

Você tem alguma história com o INXS?

Claro. Tocamos juntos, fui ao backstage e conheci o homem em pessoa (Michael Hutchence). Entrei no trailer o cabelo dele estava todo cortado. Eu falei, “Que merda você fez? Você é o seu cabelo. Você é um menino tão bonito. Por que você cortou seu cabelo?” Aí ele sacudiu a cabeça pros fundos do trailer e tinha uma loira maravilhosa de 2 metros de altura que havia cortado o cabelo dele. O que eu ia dizer? A vida é dele. Mas gostava mais dele de cabelo comprido, e adorava a banda.

Fonte: FasterLouder (17/04)

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 4 comentários  |  Publicado por Carol




O roqueiro americano Steven Tyler é o centro de uma batalha judicial entre a agência Kovac Media Group e a advogada Dina LaPolt avaliada em US$ 8 milhões. De acordo com informação publicada pelo site especializado em celebridades TMZ nesta quinta-feira (11), o caso envolve o contrato de Tyler com o reality musical “American Idol”.

O argumento da Kovac é que a advogada Dina LaPolt tentou negociar um grande contrato do líder do Aerosmith com a produção do programa no final da última temporada. Mas a forma como a advogada fez as negociações, considerada pela empresa “venenosa e dissimulada”, acabou fazendo com que Tyler não conseguisse um aumento e encerrasse seu contrato com a Kovac e com o programa. LaPolt tentava aumentar o salário de Tyler de seis para oito milhões de dólares.

A Kovac agora quer sua comissão pelo trabalho prestado e processa a advogada, responsabilizando-a pela perda do contrato. O processo não menciona Tyler em nenhum momento como réu, mas de acordo com a fonte do TMZ, ele é o centro do caso.

Fonte: UOL Televisão

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 8 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Jennifer Lopez não está dizendo apenas publicamente que não tem certeza se quer voltar ao “American Idol”, ela está falando particularmente também… porque Steven Tyler lhe perguntou a mesma coisa e obteve a mesma resposta.

Nós nos deparamos com Tyler, ontem [no sábado, 26/5], em Malibu, e enquanto posava para fotos com fãs, ele disse ao nosso fotógrafo que ouviu um grande “não sei” quando perguntou a JLo sobre seus planos para a próxima temporada.

E se JLo sair, Tyler não oferece quaisquer sugestões específicas para quem deveria entrar no lugar dela… mas ele tinha uma qualificação geral que sente que qualquer um que senta na cadeira de jurado deve conhecer.

Fonte: TMZ.com

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 16 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Durante evento da linha Andrew Charles, Steven Tyler disse ao OnTheRedCarpet.com que suas escolhas de moda são “muito andróginas” e credita seu estilo à moda do ator Johnny Depp.

Steven também elogia os finalistas do ‘American Idol’, Jessica Sanchez e Phil Phillips, enquanto a corrida da 11ª temporada esquenta.

Clique nas imagens abaixo para ver os vídeos:

Fonte: OnTheRedCarpet.com

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 12 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Clique na imagem abaixo para ver uma galeria de fotos da participação surpresa de Joe Perry no “American Idol” na última quinta-feira (22/03):

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 4 comentários  |  Publicado por Carol




O “American Idol” disse adeus ao concorrente Shannon Magrane na noite passada e a FOX All Access esteve nos bastidores para falar com os jurados.

Steven Tyler acha que as coisas só vão ficar mais difíceis para os 10 candidatos restantes, porque, segundo Tyler, eles vêm melhorando e pulando os obstáculos a cada semana desde que chegaram à etapa das apresentações ao vivo. E já que os 10 cantores finalistas vão para o “American Idols Live Tour” neste verão (americano), nós relembramos com Tyler sua primeira turnê do Aerosmith. E mesmo que essa turnê tenha acontecido há quatro décadas, Tyler nos disse que a banda está trabalhando em novas músicas e eles estão agora em um incrível processo criativo.

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Fonte: FOX All Access

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 7 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




No episódio de “American Idol” que foi ao ar ao vivo na última terça-feira (28/02), Steven Tyler brincou com a possibilidade de o vestido de Jennifer Lopez ter mostrado uma parte do seu mamilo na cerimônia do Oscar. Steven brincou dizendo que Jennifer o havia desafiado a tirar a roupa e pular na piscina no episódio anterior, o que repercutiu muito na imprensa, e agora ela está tentando superar essa repercussão. Então, Steven fingiu espirrar, disse “Espera, quem sou eu?” e puxou sua blusa. Assista à cena no vídeo abaixo:

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Fonte: YouTube

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 11 comentários  |  Publicado por Carol




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