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  As últimas notícias da banda

 

No outono passado, ninguém no Aerosmith estava satisfeito com Steven Tyler. Mas depois que Tyler voltou ao vagão, aquela ”Doce Emoção” começou a fluir novamente.

Tyler e Joe Perry tinham só palavras gentis sobre a reunião deles em uma (recente) entrevista ao Herald.

Sobre trabalhar as suas diferenças

Perry: “Agora, nós não deixamos o material criativo interferir em trabalharmos juntos. Temos nossas divergências, mas isso é o que nos dá a energia. Seria realmente chato se todos nós concordássemos em tudo. O panorama é que nós sabemos que temos de trabalhar juntos e, agora, a banda está maior, melhor e mais rápida do que nunca.”

Estourar tímpanos visto que eles completam 40 anos juntos

Tyler: “Eu nunca vi alguém agitar melhor do que o Aerosmith. Pode soar arrogante, mas nada detona como o Aerosmith. Então, por todas as dificuldades, se nós podemos chegar lá e fazer isso – que veículo para agitar!”

Ampliação de sua base de fãs

Perry: “Nós temos fãs a partir de 14 anos até a nossa idade, e isso é incrível. Estamos vendo crianças que nunca tinham assistido a um show de rock como o nosso. Quando fazemos coisas que nós fizemos nos anos 70, bem, essas crianças nunca viram nada parecido. É uma energia totalmente nova. E isso nos transforma em animais no palco.”

Sobre uma carreira de quedas no palco

Tyler: “Por todos os movimentos que faço no palco, eu caí mais vezes quando era baterista. Seu banco podia ir para trás e você caía na frente da escola inteira tentando tocar ‘Wipe Out’.”

Fonte: BostonHerald.com

 13 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Deb Rao, do Hardrock Haven, recentemente conduziu uma entrevista com o guitarrista do Scorpions, Rudolf Schenker. Um trecho da conversa [mencionando o Aerosmith] segue abaixo.

Você é um dos melhores guitarristas e o Scorpions é uma das bandas mais influentes a surgir do gênero dos anos 80. Como membro fundador e guitarrista do Scorpions, o que você diria ter sido o destaque de sua carreira?

Há muitos e muitos destaques… Então, é claro, o primeiro show que fizemos no (nosso) primeiro festival chegou aos Estados Unidos em Cleveland, abrindo para AC/DC, Thin Lizzy, Journey, Aerosmith, Ted Nugent, na frente de 60 mil pessoas.

Fonte: Blabbermouth

 4 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




(AP/Nova York) – Steven Tyler pode rir disso agora. A queda do palco que causou o cancelamento da turnê de verão do Aerosmith, em 2009. Sua temporada na reabilitação por prescrição de abuso de drogas. As brigas com seus companheiros de banda e o boato de substituí-lo como cantor do Aerosmith.

Isso porque, agora que ele está de volta ao comando do grupo – cantando músicas na frente de milhares de fãs – nada mais importa.

“A banda nunca esteve tão bem, eu estou cantando melhor”, disse um enérgico Tyler em uma recente entrevista por telefone. “Isso tem sido maravilhoso e percebi quando eu estava cuidando dos meus problemas que a banda é tudo o que realmente importa.”

Tyler – que está excursionando com o Aerosmith na Europa e inicia uma turnê americana com a banda dia 23 de julho, em Oakland, Califórnia – falou recentemente sobre sua batalha pela sobriedade, colocando a discórdia atrás dele e sendo um “tolo” aos 62 anos.

AP: O que tem sido tocar com a banda após o tumultuado ano passado?

Tyler: Tem sido uma grande turnê. Você sabe que é um pouco difícil para mim. Estar no Aerosmith é como viver na cauda de um cometa. Eu tive um monte de lesões ao longo dos últimos anos. Tive a reconstrução do ligamento cruzado anterior no meu joelho… operações em meus pés, minha mãe faleceu. Vários fatos aconteceram que se tornou fácil para mim o abuso de algumas coisas… Mesmo que algumas das pessoas na banda estavam indo a público com algumas das coisas que tornaram-se muito feias, eu consegui colocar tudo isso junto novamente e dizer: ‘Olha, vamos chegar lá e ser a banda que nós sabemos que somos e não vamos discutir mais sobre essa porcaria.’

O quanto isso foi fácil depois do mal-entendido?

Algumas pessoas que decidem ir à imprensa lavar roupa suja, eu só tenho que olhar o outro lado e perceber que eu preciso manter meu lado da rua limpa, e eles fazem o que fazem. É realmente lamentável que determinadas pessoas estavam twittando e indo à imprensa. Isso ficou muito feio, mas você sabe, mais uma vez, eu só voltei para eles e disse… ‘Mais do que tudo, eu realmente quero tocar com essa banda. Realmente amo essa banda e adoro quem eu me tornei por causa da banda.’… Todo mundo tem seus problemas e demônios, mas quando nós subimos ao palco e tocamos como cinco (membros), isso tudo realmente vai embora, e isso é realmente tudo que eu olho agora.

Houve tensão no Aerosmith ao longo dos anos. Vocês ainda são capazes de serem amigos bem como companheiros de banda?

Eu estou escrevendo um livro chamado “Does The Noise In My Head Bother You?” e estarei falando sobre como é estar casado com outros quatro caras, e o que eu tinha que tolerar… Nunca haverá outra banda como o Aerosmith e eu não quero fazer nada para prejudicar isso. Eu amo muito a banda.

Você está com dor e lutou contra uma dependência de analgésicos. Como você se previne de cair em vícios passados nesta nova turnê?

Percebo que a melhor parte de mim é quem sou eu sóbrio, então é tudo que existe para isso… Eu não sei se vou usar amanhã, mas hoje estou feliz… Há um gorila de 500 libras [cerca de 230 Kg] em minhas costas esperando por mim, querendo me levar para baixo, e eu não vou por qualquer motivo ir lá e lidar com isso. Tenho que passar por uma reestruturação no joelho, eu tenho de fazer outra operação em meus pés e vou deixar uma enfermeira cuidar das minhas coisas. Eu não posso mais ficar em torno disso. Preciso ser um poder de exemplo para os meus colegas, não é? (risos)… Eu ainda estou no Aerosmith, então o circo ainda está na cidade. Assim, quando se trata de lidar com a banda, eu levo isso um dia de cada vez com esses caras.

Tem um novo álbum do Aerosmith chegando?

A verdade é que eu nunca parei de escrever. Eu tenho 12 canções que estou reunindo agora para um disco solo. O Aerosmith tem que terminar um álbum de estúdio, nós vamos fazer isso primeiro.

Você sente que está mais cuidadoso no palco agora? Você está incerto?

Sou um tolo dançando. Eu sou meu pior inimigo quando se trata de assumir riscos, mas eu faço o que faço… Eu sou (mais cuidadoso) quando está chovendo. Eu não faço nada… Estou muito cuidadoso quando se trata disso. Mas, geralmente, eu tenho saltado bastante sobre todos os pedais que meus guitarristas têm lá no meio do palco e as caixas de retorno. É como um pequeno obstáculo para mim lá fora.

Você consegue se ver fazendo isso daqui a 10, 15 anos?

Eu vou estar fazendo isso daqui a 20 anos. Estarei fazendo isso enquanto o som sair da minha boca.

Fonte: The Huffington Post

 19 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Se para muita gente a idade é um peso no rock and roll, para o Aerosmith os anos de experiência jogam a favor. Na estrada desde 1970, a banda é um dinossauro do pop – e se orgulha disso.

“Quando éramos jovens, tocávamos com energia, mas o som era apenas alto. Hoje nosso som é alto e claro”, afirma Tom Hamilton, fundador e baixista da banda, por telefone, à Folha.

“Diria que somos das poucas bandas que tocam com uma tremenda energia e fazem isso direito. É algo que aprendemos com o tempo.”

Para Hamilton, o sucesso de sua banda é fruto do cuidado que eles têm com a melodia: “Gostamos de nos concentrar nas canções. Algumas bandas vão ao palco e a sensação que tenho é que elas fazem jams o tempo inteiro, com solos de guitarra, bateria. Nós damos total atenção às canções.”

(…) A última vez que o Aerosmith esteve em São Paulo foi em 2007, em apresentação no estádio do Morumbi. Para o show [deste ano], Hamilton diz que as músicas são acompanhadas por um “excelente” jogo de luz: “Pensamos muito no sistema de iluminação. Há um cara que fez o design desse jogo de luzes, ele é um dos melhores no mundo. Há uma cenografia, mas a ênfase é na luz.”

Menos besteiras

Nos anos 1970, o Aerosmith ficou conhecido como uma das bandas que pegavam mais pesado no rock – ficaram famosas suas festas e farras em que abundavam drogas, bebidas, mulheres – Steven Tyler (vocal) e Joe Perry (guitarra) até ganharam o apelido “Toxic Twins”.

Para comentar esse período do grupo, Hamilton novamente usa o argumento da experiência: “Antigamente éramos… bem, sempre nos dedicamos muito para tocar bem ao vivo, mas perdemos muita energia em outras coisas… Hoje temos mais experiência, sabedoria.”

Mas, mesmo com toda a experiência, a banda quase implodiu no ano passado. Rumores diziam que Tyler, com problemas com drogas, estaria saindo da banda e eles procuravam vocalista.

Hamilton diz: “O ano passado foi terrível. Achava que tínhamos aprendido no passado, mas passamos por isso de novo. Em dezembro, Steven disse que iria recuperar a saúde. Aí fiquei animado.”

Fonte: Folha.com

 10 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




A edição deste mês da revista Rock Post traz a cobertura do show do Aerosmith em São Paulo, feita pela jornalista Gisele Santos.

Clique na imagem abaixo para ler!

Fonte: Revista Rock Post

 7 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Há apenas alguns meses, a idéia de uma turnê do Aerosmith parecia muito improvável. Steven Tyler disse que precisava de uma longa pausa para trabalhar na ”marca Tyler”, enquanto os outros membros do grupo questionaram a sobriedade dele e ameaçaram contratar um novo vocalista. Mas antes que o pior cenário acontecesse – e depois que Tyler entrou na reabilitação – os cinco colegas de banda se reuniram para resolver a situação. “Basicamente, eu falei só uma ou duas coisas ao Steven, e ele disse uma ou duas coisas para mim”, diz o guitarrista Joe Perry. “Estar tão perto como nós estamos, isso é tudo o que precisávamos fazer. Então apenas olhamos para cada um e nós sabíamos que era hora de ter a banda junta novamente.”

O grupo acabou de concluir uma rápida turnê na América do Sul, que atraiu muitos fãs jovens. “Metade deles tinha entre 15 a 25 anos. Depois do bis em um show [Santiago, Chile], nós estávamos prontos para partir, mas não tínhamos tocado Crazy“, diz Perry. “Os adolescentes estavam gritando tão alto por ela que nós tivemos de voltar ao palco e tocá-la”. Após excursionar pela Europa neste mês, a banda voltará aos anfiteatros americanos com Sammy Hagar no final de julho. No verão passado, eles executaram seu clássico (álbum) de 1975, “Toys In The Attic”, na íntegra, mas eles não têm esses planos neste momento. “Depois da turnê européia, nós vamos começar a perguntar aos fãs sobre quais músicas eles querem ouvir”, diz Perry. “Com tweets e Twitters, além de todas essas coisas, nós teremos a vibração do que as pessoas querem ouvir. Nós temos tantas canções que nunca tocamos e vamos fazer, definitivamente, o repertório interessante o suficiente para que as pessoas não sintam o fato de não termos um novo CD lançado.

O grupo não lançou um disco de material original desde “Just Push Play”, de 2001, e uma tentativa de gravação com o produtor de Pearl Jam e Bruce Springsteen, Brendan O’Brien, desmoronou quando eles não conseguiram chegar ao acordo sobre uma direção musical. Perry tem grandes esperanças para a próxima tentativa deles. ”Olhando para a agenda, provavelmente entraremos em estúdio nas férias ou talvez no início do próximo ano. Nós teremos que tirar uma folga da turnê para gravar o melhor álbum que podemos fazer. Devemos a nós mesmos o melhor registro que podemos fazer.”

Olhando para trás, no insano último ano da banda, Perry sente que a crise finalmente trouxe o grupo mais unido. “Esta banda tem uma forma muito estranha de decidir tirar férias”, diz Perry. “Nosso ritmo todo só foi desperdiçado nos últimos três ou quatro anos. Acabamos fazendo turnês sem novos álbuns algumas vezes e isso simplesmente não funcionou. Aquilo parecia fora de ordem e a tensão estava muito alta. Agora, Steven está cantando melhor do que eu ouvi em muito tempo e os shows estão ficando cada vez melhores. Parece como 1971 de novo. Nós tivemos muitos altos e baixos no passado e, neste momento, nós estamos subindo.”

Fonte: Rolling Stone

 10 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Após sete triunfantes datas da “Cocked, Locked, Ready To Rock Tour!” na América Latina [o último show, na Costa Rica, foi o maior concerto na história daquele país] e 11 próximas datas na Europa, as lendas do hard rock de Boston Aerosmith ficarão mais que aquecidas e prontas para chegar aos Estados Unidos no que certamente vai ser o evento musical do verão [estação local]. A Live Nation, produtora americana de turnês do Aerosmith, confirmou que os Bad Boys de Boston estão caindo na estrada para uma turnê por 18 cidades norte-americanas este verão, que começa em 23 de julho, em Oakland, Califórnia. Ingressos à venda no LiveNation.com.

A recém-anunciada data no Fenway Park [em Boston], sua cidade natal, agendada para 14 de agosto, esgotou entradas em um tempo recorde de 23 minutos. O Aerosmith será acompanhado no show pela The J. Geils Band.

“Eu achei que era hora de reconquistar meu poder, tocando na América do Sul e Europa, com um pouco de sucesso no Fenway Park, em Boston, e depois fora para o resto da América para fazer o que fazemos de melhor! Nós vamos sacudir você!”, disse Steven Tyler.

“Este é um momento perfeito para nós fazermos uma turnê na América do Norte visto que acabamos de completar uma turnê muito bem-sucedida na América do Sul. Nós estamos ansiosos para a nossa turnê européia neste mês e, em seguida, traremos nosso show de volta para nossa casa. Estamos passando todos os cilindros e estamos ’engatilhados, travados e prontos para detonar!’”, comentou Joe Perry.

“Nós tivemos uma explosão abrindo (a turnê) na América do Sul. Eu não paro de pensar sobre como vai ser ótimo trazer a turnê para casa este verão”, disse Tom Hamilton.

“A banda está mais firme do que nunca. América, nós estamos chegando para agitar sua vida”, disse Joey Kramer.

Sammy Hagar & The Wabos abrirá 11 dos 18 shows anunciados.

Fonte: Blabbermouth

 10 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Joe Perry teve uma crise de meia-idade 24 anos atrás. Em 1986, a carreira solo do guitarrista tinha afundado e ele tinha voltado ao Aerosmith – banda que formou com seu amigo Steven Tyler em Boston, em 1970 – havia 2 anos.

“Quando deixei a banda, a primeira coisa que pensei foi ‘Que porra é essa?’”, ele diz, sentado em um mortalmente silencioso quarto de hotel em Knightsbridge, espectralmente magro e com um leve pó no rosto. “‘Simplesmente vou sair em turnê’. Mas iniciar uma carreira solo é muito trabalhoso. Foi um grande processo de aprendizado. Foi tão difícil juntar o Aerosmith e nós já tínhamos tido essa sorte incrível”. Perry percebeu que essa magia provavelmente não aconteceria duas vezes. Ter uma banda tão bem sucedida como o Aerosmith era uma responsabilidade maior e mais séria do que qualquer um deles poderia imaginar.

“Manter a banda unida se tornou a coisa mais importante”, ele diz. “Dali em diante eu prometi que nunca mais pararíamos. Mas o que realmente me atingiu foi o pensamento de que eu tinha 35 anos. Por que eu ainda estava fazendo aquilo? Quando terminaria?”

Perry tem 59 anos agora e ainda está por aí, ainda vestindo lenços e camisetas pretas, ainda exibindo um pouco de delineador e uma mecha branca no cabelo. Para músicos em sua posição – onde a sua banda é uma supermarca mundial e uma máquina de fazer dinheiro – não há algo parecido com um fim. “O Aerosmith é uma máquina grande demais para que tudo não seja planejado com anos de antecedência”, ele diz. “Mas todos têm famílias e estilos de vida que precisam ser harmonizados para que tudo funcione”.

Mais recentemente foi Tyler que esteve desarmonizado. Quando o vocalista caiu do palco, em agosto de 2009, os planos da banda de um novo álbum e uma longa turnê com o ZZ Top “cagou tudo”, usando as palavras de Perry. Em dezembro passado, Tyler voltou à reabilitação contra um vício em analgésicos. Mesmo antes disso, Perry foi citado dizendo “Não podemos mais contar com Tyler, ele é um acabado”.

“Nunca disse isso”, ele insiste, gentilmente agitado. “Inventaram isso do Twitter. Tem que ser muito cuidadoso no Twitter”.

Em janeiro desse ano começaram a circular histórias de o Aerosmith fazer testes para um novo vocalista. Digo a Perry que elas eram só isso – histórias. “Nós estávamos procurando”, ele disse. “mas você está certo, eu sabia que a banda não estava se separando. Sabia que não seria o Aerosmith – mas queria trabalhar com alguém novo”.

Como quem? Perry pausa por um tempo dolorosamente longo.

“Bem, nunca chegamos tão longe assim”, ele diz. “Era apenas algo para fazermos, sabe. Eu sabia que a banda não iria se separar. Eu conheço aquele cara há muito tempo, passamos por muita merda juntos para que terminasse assim. Ele é meu irmão de sangue. Eu sabia que ele voltaria. Só não queria esperar”.

Em fevereiro o ciclo da história se completou, quando um Tyler recentemente sóbrio se juntou oficialmente à banda novamente. Felizmente para todos, esse evento coincidiu com o anúncio de uma turnê pela Europa no verão. Aquele novo álbum poderá ser feito agora? Ainda há aquela sede?

“Na verdade, não sei se ainda há”, diz Perry. “Até uns dois anos atrás, os fãs pediam por álbuns mais parecidos com os antigos, mas isso veio abaixo. Material novo não é mais tão importante assim. Fazemos isso há muito tempo. Lembro em alguma das músicas que escrevi ou co-escrevi e penso, por que eu devo tentar superar isso? É como Leonardo Vinci pintando a Madonna novamente. Por que eu deveria pintar a Madonna novamente?

Perry me olha do outro lado da super-polida mesa. “O que as pessoas realmente querem?”

Fonte: The Guardian

 18 comentários  |  Publicado por Carol




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