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Garotada espremida na grade para assistir ao show de uma orquestra sinfônica? Tocando música de videogame?

Transformar videogame em show foi ideia de um músico americano. Ele trabalha neste mercado há 20 anos.

“Música e videogames são duas paixões de infância. No início, foi difícil juntá-las porque naquela época não havia nada parecido com compositor de trilha de jogos”, diz o compositor Tommy Tallarico.

Hoje, essa profissão não só existe como tem prestígio. Este ano, pela primeira vez na história, uma canção composta para um jogo ganhou um Grammy – o Oscar da música. E a academia se animou: em 2012 vai ter categoria exclusiva para esse tipo de trilha.

Os barulhinhos do passado evoluíram para trilhas sonoras completas, assinadas por artistas consagrados, como o rapper 50 Cent. A banda de rock Korn e o vocalista do System of a Down, que estava no Brasil no Rock in Rio, domingo passado.

Já os caras do Aerosmith viraram bonequinhos virtuais. E o dinheiro que eles ganharam com o game, eles jamais ganharam com um disco.

(…) Imitando a realidade e criando ilusões, a indústria dos jogos eletrônicos é coisa séria. Vai movimentar, este ano, no mundo, US$ 74 bilhões, mais que o dobro do que os filmes produzidos em Hollywood vão faturar em 2011.

→ Vídeo

Fonte: Fantástico

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 6 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Os fãs da franquia de games só poderão apreciar a nova edição “Guitar Hero: Warriors of Rock” em 28 de setembro, data em que será lançado nos EUA. Enquanto esperam, os jogadores já podem conhecer as 90 músicas inéditas divulgadas pela Activision, produtora do jogo. Nesta versão, as bandas sob os holofotes serão Aerosmith, Queen, Alice Cooper, Kiss, Rush, Dire Straits, entre outras.

Além de poder importar músicas de versões da série, o usuário poderá tocar canções adquiridas por meio de download. O game será lançado para Xbox 360, PlayStation 3 e Wii.

Algumas bandas não estarão na lista, como No Doubt e Nirvana.

Confira algumas das 90 músicas da nova versão do game: Aerosmith (“Cryin’”); Bush (“Machinehead”); Creedence Clearwater Revival (“Fortunate Son”); Deep Purple (“Burn”); Foo Fighters (“No Way Back”); Foreigner (“Feels Like The First Time”); Kiss (“Love Gun”); Linkin Park (“Bleed It Out”); Megadeth (“The Day We Fight!”); Phoenix (“Lasso”); Queen (“Bohemian Rhapsody”); The Rolling Stones (“Stray Cat Blues”).

Fonte: Metro Santos/BAND

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 13 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




O músico norte-americano Tommy Tallarico pode não ser tão conhecido quanto seu primo Steven, mas ele faz o que pode. Enquanto o parente mais famoso é a voz e a cara do Aerosmith há mais de 35 anos, Tommy resolveu investir a veia musical familiar em trilhas sonoras para jogos eletrônicos. Há alguns anos, após construir certa reputação na indústria de games, ele colocou em prática a ideia de misturar, em um único palco, suas duas paixões – a música clássica e os games. Nascia o Video Games Live , espetáculo que pode ser descrito como uma fusão inesperada entre trilhas de jogos e a sonoridade de uma orquestra sinfônica.

(…)

Você é primo do Steven Tyler, do Aerosmith. O que ele achou da participação virtual dele no game Guitar Hero: Aerosmith? Ele gostou?
Ah, sim. Diferente da Courtney Love… ele adorou! [Risos] Ele me contou que, no início, a fabricante do game pretendia chamar outras pessoas para fazer as capturas de imagens para o jogo. Assim que Steven ouviu isso, falou: “Eu tenho interpretado o Steven Tyler a minha vida toda e ninguém faz isso melhor do que eu!”. Então ele e a banda participaram eles mesmos das sessões de captura de imagem. Os personagens que você vê tocando no game são realmente ele e a banda fazendo o que fazem de melhor. O Aerosmith sempre esteve na crista da onda de coisas como essas, então fiquei bem feliz em ser o cara com quem a Activision conversou inicialmente para criar o primeiro Guitar Hero focado em uma banda.

Fonte: Rolling Stone

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 1 comentário  |  Publicado por Carol




De acordo com o blog Canal dos Games, “Guitar Hero: Aerosmith” apareceu pela primeira vez no Top 5 mensal dos jogos mais vendidos no país, mais de um ano após o seu lançamento, além de ter sido o mais vendido para Xbox 360. Veja abaixo o ranking geral do mês e o das plataformas onde o “Guitar Hero: Aerosmith” foi lançado:

Top 5 – Mês de agosto de 2009
Pro Evolution Soccer 2009
Batman: Arkham Asylum
Wii Sports Resort (com MotionPlus)
Guitar Hero: Aerosmith
Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots

Top 5 – PlayStation 3
Pro Evolution Soccer 2009
Batman: Arkham Asylum
Guitar Hero: Aerosmith
Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots
Grand Theft Auto IV

Top 5 – Xbox 360
Guitar Hero: Aerosmith
Batman: Arkham Asylum
UFC 2009 Undisputed
G.I. Joe: The Rise of Cobra
Brave: A Warrior’s Tale

Top 5 – Nintendo Wii
Wii Sports Resort (com MotionPlus)
Mario Kart
Wii Fit com Balance Board
Super Mario Galaxy
Wii Play com Wii Remote

Top 5 – PlayStation 2
Pro Evolution Soccer 2009
Grand Theft Auto III
God of War II
SingStar: Queen
Mortal Kombat: Deception

Fonte: Canal dos Games

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 4 comentários  |  Publicado por Carol




Você pode abrir para o Aerosmith.

Em cada uma das datas da turnê de verão do Aerosmith, incluindo dia 24 de Junho no P-G Pavillion, dois ganhadores de uma promoção irão começar o show tocando no palco o videogame “Guitar Hero: Aerosmith”.

Os fãs de guitarra podem tentar isso visitando o canal do Aerosmith no Youtube e postar um vídeo deles próprios jogando.

Claro, para um amador é de dar nos nervos tocar para 20.000 fãs, então Joe Perry, guitarrista do Aerosmith, tem alguns conselhos para dar.

“Toque só para uma pessoa”, diz Perry. “Escolha alguém da platéia que pareça estar gostando muito. Talvez uma garota bonita ou um cara que esteja obviamente curtindo. Ou, se você quiser, escolha alguém que pareça estar achando tudo muito chato e aja como se quisesse animá-la. Porque 20.000 pessoas – é tudo isso mesmo – é uma única pessoa; não se preocupe com o número. É assim que se faz para se livrar de um monte de pressão e estresse”.

E isso é tudo – uma sabedoria valiosa dada por um dos maiores guitarristas do rock, que está preparado para a enésima turnê da sua banda, que começa dia 10 de Junho em St. Louis.

Em uma entrevista por telefone, Perry nos informou que ele está se recuperando bem de uma cirurgia no joelho.

“Essa vai ser a primeira turnê em três anos que eu não toco sentindo dor, então estou bem empolgado”, disse Perry.

Perry disse que o Aerosmith vai tentar algo novo nessa turnê, escolhendo um dos cinco álbuns mais clássicos a cada noite, e então tocá-lo na seqüência certa¹. Então para Burgettstown, o Aerosmith deve escolher o álbum de 1975, Toys in the Attic, o que significa que os espectadores ouviriam, na ordem, a faixa-título, depois “Uncle Salty”, “Adam’s Apple”, “Walk This Way”, “Big Tem Inch Record”, “Sweet Emotion”, “No More No More”, “Round and Round” e “You See Me Crying”, igualzinho ao álbum. Na parada seguinte da turnê, o Aerosmith pode tocar na ordem o álbum de 1976, “Rocks”. Cada álbum escolhido da noite será espremido entre outros hits da carreira inteira da banda.

“Nós queríamos fazer isso há um bom tempo já, e sem álbum novo para promover, essa foi uma boa hora”, disse Perry. “As pessoas viveram esses álbuns por um longo tempo, então achamos que essa será uma ótima experiência musical e renderá muita diversão”.

Perry também falou sobre a banda de abertura da turnê, ZZ Top, acrescentando que “acha bem provável” que ele e o deus da guitarra do trio do Texas, Billy Gibbons, farão algumas jam sessions no palco.

“ZZ Top é uma banda tão poderosa quanto o AC/DC na minha opinião, e eles são daqueles que tem a mente bem aberta”, disse Perry. “Algumas bandas com que você toca não tem plano algum para fazer jam. Você diz “Sabe aquela música ou aquela outra?”, mas simplesmente não acontece. O ZZ Top aprimorou o blues-rock sulista e ninguém os superou.

Perry também enalteceu Pittsburgh, dizendo que, junto com Ohio e Detroit, foi o primeiro lugar a apoiar a banda fora da sua nativa Nova Inglaterra.

“Vocês foram o nosso ganha-pão”, disse Perry. “Foi em Pittsburgh, eu lembro, onde nós conseguimos os nossos primeiros estojos de turnê”.

Esses estojos são aquelas caixas quadradas e robustas com rodinhas, geralmente pretas com bordas prateadas, usadas pelas bandas para transportar o equipamento.

Como se fosse ontem, Perry relembra a ida ao aeroporto de Pittsburgh com o vocalista Steven Tyler para pegar os estojos que eles finalmente podiam comprar.

“Foi uma daquelas coisas que fez com que nós sentíssemos como se finalmente tivéssemos conseguido”, disse Perry. “Ao invés de precisar arrastar nossos equipamentos por aí, nós ficamos tipo ‘Caraca… Olha os nossos estojos, e tem os nossos nomes escritos neles’”.

Nota¹: Essa entrevista é antiga e a turnê já começou faz um tempo; eles estão tocando apenas o álbum Toys in the Attic e há apenas RUMORES de que eles possam tocar o “Rocks”.

Fonte: Aero Force One

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 2 comentários  |  Publicado por Carol




Parece que nada pode matar o Aerosmith.

Cirurgia no pé e na garganta para o vocalista Steven Tyler? Pequenos contratempos.

Cirurgia no joelho para o guitarrista Joe Perry? Nada para se preocupar.

Câncer na garganta de Tom Hamilton? Não é um problema para o baixista.

E o recente ferimento na cabeça que impediu o guitarrista Brad Whitford de participar dos primeiros shows da atual turnê da banda? Como Arnold Scwarzenegger em “O Exterminador do Futuro”, ele voltará mês que vem, de acordo com Perry. Whitford está se recuperando de uma cirurgia depois de sofrer uma hemorragia interna depois que ele aparentemente bateu a cabeça enquanto saia da sua Ferrari mais ou menos uma semana antes da turnê começar.

Apenas o baterista Joey Kramer parece imune,

“Algumas vezes, acho que é a Mãe Natureza enchendo nosso saco”, diz Hamilton antes do show do Aerosmith quarta-feira no Post-Gazette Pavilion, Burgettstown. “Mas nós somos rebeldes, então mesmo com a Mãe Natureza nos enchendo, vamos continuar. Acho que isso é algo esperado. A banda existe faz tanto tempo, você se acostuma com o fato de que certas coisas vão mudar nesse período de tempo”.

Nem uma tempestade de proporções bíblicas na primeira noite da turnê em St. Louis parou o quinteto de Boston. Ventos que atingiram 110 km/h e relâmpagos forçaram os fãs a correrem para seus carros para se protegerem. Hamilton estava no camarim se aquecendo quando a tempestade chegou, sem saber da força da tempestade até momentos antes do Aerosmith entrar no palco.

Quando a banda finalmente começou a tocar, Hamilton admite que foi impressionante ver que a maioria do público havia ficado.

“É muito comovente. Me senti muito bem”, diz Hamilton. “Odeio ser sentimental e usar clichês, mas foi incrível”.

Foi também uma noite bastante extraordinária para os fanáticos por Aerosmith. Depois de cinco músicas, a banda tocou “Toys in the Attic”, do álbum de 1975 do mesmo nome. Então veio “Uncle Salty” e “Adam’s Apple”, também do “Toys”. E assim foi passando por “Walk this Way” e “Sweet Emotion” até que cada uma das músicas do álbum, exceto por “You See Me Crying”, tinha sido tocada.

Por anos a banda discutiu sobre tocar um dos seus álbuns clássicos do início ao fim.

“É desafiador”, diz Hamilton. “Nós sempre fomos curiosos para ver, depois de todos esses anos em que nós esperançosamente crescemos como músicas, o quão bem nós apresentaríamos essas músicas que foram criadas por umas crianças arrogantes”.

Tocar o “Toys in the Attic” trouxe de volta algumas boas lembranças para o grupo. Hamilton relembra como o sucesso do álbum “Get Your Wings” deu à banda espaço para experimentar mais na hora de fazer um novo álbum.

Apesar de Hamilton parecer ter um carinho por aquela época, o Aerosmith não está preso ao rótulo de uma banda de classic rock. “Guitar Hero: Aeosmith” provou ser um dos mais populares títulos no catálogo do videogame. Na turnê atual, alguns fãs estão sendo selecionados para tocar no palco uma música do Aerosmith na versão Guitar Hero e Tom Hamilton acha essa interação familiar.

“Quando eu era novo e escutava um novo álbum, eu ficava hipnotizado”, ele diz. “Eu parava, escutava tudo sozinho e ia para outro mundo, mentalmente. Agora, a música é bem mais casual. As pessoas andam com iPods”.

“Mas quando você joga um jogo, você volta para esse estado hipnótico. É como uma nova versão do que eu costumava sentir quando ouvia um álbum novo que me deixava louco. Eu amo o fato de que há pessoas que estão tão focadas mentalmente nas nossas músicas”.

Sem falar nos fãs para os quais a frase “Nem a chuva, nem a neve, nem a escuridão da noite” não é simplesmente uma frase qualquer.

Fonte: Aero Force One

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 3 comentários  |  Publicado por Carol




O Aerosmith pode ter quase 40 anos de carreira, mas o grupo se mantém conectado com os públicos mais jovens.

A banda está se unindo ao “Guitar Hero” para sua nova turnê, e eles dizem que o video game ajudou a manter contato com a geração mais jovem de amantes da música.

“Vemos crianças virem o tempo todo até nós pedindo por esta ou aquela música que eles na verdade não teriam como pedir”, disse Joe Perry, o guitarrista principal do grupo. “Quero dizer, músicas de álbuns de 20, 30 anos atrás. É incrível”.

Esta não é a primeira vez que o Aerosmith se uniu ao “Guitar Hero”. No ano passado, o “Guitar Hero: Aerosmith”, que cobria a carreira da banda, foi lançado.

Para a turnê, que começou esta semana, os fanáticos pelo “Guitar Hero” podem detonar com o Aerosmith, e alguns sortudos poderão abrir os shows da banda — tocando no palco, diante de milhares.

“Nós na verdade convidamos alguns garotos do público para subirem e abrirem os shows para nós, junto com o ZZ Top. Eles tem uma chance de vir tocar com Joe e o Joe vai tocar com eles e fazer o que ele faz tão bem”, disse o líder Steven Tyler.

A banda também está planejando seu 15º álbum de estúdio. A recente batalha de Tyler contra uma pneumonia e a infecção no joelho de Perry adiaram a gravação de novas músicas, mas eles vão continuar assim que a turnê terminar, em setembro.

Tyler disse que eles esperam chegar “onde nenhuma banda chegou antes… Quando estamos com alguma coisa que tem essa necessidade de dizer e fazer, nós vamos fazer quando pudermos e vamos conseguir os melhores produtores”.

Mas mais importante do que fazer músicas novas, a banda diz que fazer turnês é o que os mantém fortes com o passar dos anos.

“Nós fizemos muitos (shows), e é isso que nos mantém juntos e por tanto tempo, aquela avenida de prazer que não foi tirada de nós, e que vamos continuar enquanto nos sentirmos bem”, disse Perry.

Fonte: The Associated Press

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 5 comentários  |  Publicado por Tássia Valim




Uma tempestade atrasou o show do Aerosmith em cerca de 45 minutos, o que explica o quinteto ter começado a turnê com um show mais curto do que o normal. Mas a espera diminuiu a empolgação da multidão no Verizon Wireless Amphitheater? Com certeza não — nem mesmo quando a maioria saiu para se abrigar em seus carros e teve que entrar novamente no local do show depois, e nem mesmo quando a chuva e os raios continuou muito depois do show começar.

O Aerosmith fez a sua parte e fez um show com o que tem de melhor: rock & roll obsceno e blueseiro. O set list não teve nenhuma das baladas, nenhum dos singles recentes e poucas pessoas se importaram com isso. Ao contrário, este era um show para os fãs dedicados, os fãs que se mantiveram apoiando o grupo através de reabilitações, câncer, cirurgias, e outros contratempos.

Duas das primeiras três músicas vieram de “Pump”, de 1989 – “Monkey on My Back” e “Love In an Elevator”, que sempre agrada o público – enquanto a quarta música era prototípica dos isqueiros, “Dream On”. Então o Aerosmith tocou seu clássico álbum de 1975, “Toys in the Attic”, inteiro, como vão fazer nesta turnê. Como deve ser esperado de uma banda tocando um álbum inteiro, esta parte da noite foi mais baixa e simplesmente correu. A faixa de psycho-blues “Uncle Salty” foi um pouco enfadonha, mas o público levantou com “Adam’s Apple” e a clássica “Walk This Way”.

Melhor ainda foi “Sweet Emotion”, que manteve o psycho-rock místico da versão de estúdio, e “No More No More” que é sem firulas. Os únicos pontos muito baixos do show foram Joe Perry nos vocais de “Combination” (de “Rocks”) e o hit dos anos 90 da MTV “Living on the Edge”, que soou um pouco enferrujada.

A voz de Steven Tyler estava forte e sólida; ele só perdeu uma oitava algumas vezes quando deveria atingir notas mais altas. Quanto à presença de palco, ele estava simplesmente como, bem, Steven Tyler. Vestindo calças prateadas e apertadas, usando tênis combinando (!) e óculos escuros, ele fazia caras e bocas e piruetas pelo palco e pela plataforma na frente dele. Sempre o ponto focal do grupo, mesmo pequenos gestos – como durante “Emotion”, quando ele pegou duas grandes maracas e ficou como se fosse um misterioso shaman – pareciam teatrais.

A parte rítmica do baterista Joey Kramer e do baixista Tom Hamilton não é muito exibicionista, simplesmente confiável e sólida. Mas o Deus da guitarra, Joe Perry, foi a estrela do show, por motivos tanto dúbios quanto incríveis:

1. Perto do fim de “Sweet Emotion”, ele fez um longo solo de theremin. As imagens disso projetadas nos grandes telões estavam de acordo: todas fragmentadas.

2. “Living On the Edge” apareceu no final. Entretanto, ele foi para o centro do palco e… começou a duelar com a versão Guitar Hero de Joe Perry. Então começou uma segunda “Living on the Edge”. A coisa toda me lembrou do quadro do “Wayne’s World”.

3. Seu “arsenal” de guitarras incluíram: uma translúcida verde-limão; uma branca com uma loira pintada nela; e claro, a de dois braços. De qualquer forma, ele fez solos em muitas músicas, incluindo um ótimo em “No More No More”, em que ele ficou na frente de uma coluna de fumaça/fogo, do público, parecia que ele estava emergindo do inferno, com a guitarra flamejando e pronto pra arrazar.

O que mais você pode dizer além de que foi um show de rock sólido do Aerosmith? É quase fácil não dar valor à banda, vendo que ela sobreviveu a tanto e continua lançando álbuns e turnês. Mas o quinteto é adepto de voltar às raízes — sem abandonar o seu legado. Isso não é algo fácil de fazer, mas o Aerosmith faz isso com uma leve piscada e um sorriso confiante.

Setlist: (do Fórum do Aero Force One)

1. Monkey On My Back
2. Cryin’
3. Love In An Elevator
4. Dream On
5. Combination
6. Toys In The Attic
7. Uncle Salty
8. Adam’s Apple
9. Walk This Way
10. Big Ten Inch Record
11. Sweet Emotion
12. No More No More
13. Round And Round
14. Livin’ On The Edge
15. Draw The Line
Encore:
16. Train Kept A Rollin’

Fotos

Clique nas imagens abaixo para ver fotos do show:

Clique aqui para ver mais fotos.

Fonte: Riverfront Times Blogs/All pictures by Annie Zaleski

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 18 comentários  |  Publicado por Tássia Valim




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