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(Érico Borgo) – Um excelente artigo na seção Freakonomics do New York Times discutiu a relação entre música e videogames – e como os jogos eletrônicos estão mudando o negócio da música, um dos mais tradicionais ramos do entretenimento.

(…) O artigo lembra ainda que em 1982, Clive Davis, presidente da Arista Records, escreveu um editorial na Billboard falando sobre videogames – mídia emergente que, analistas já apontavam, tiraria espaço da música. O título: “Você não pode cantarolar um videogameâ€. No texto, ele apontava como, apesar de serem uma mídia popular, os games jamais superariam a música. Note a ironia… Davis é também o cara que descobriu o Aerosmith. Vinte e seis anos depois, a banda fez mais dinheiro com o jogo “Guitar Hero: Aerosmith†do que com qualquer um dos singles dos 14 álbuns de sua discografia.

É por conta de fatos como esses que já se fala na indústria que “games são a nova rádioâ€.

(Foto)

Fonte: Omelete

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(Rodrigo Martin de Macedo) – Recentemente, Edgar Bronfman, CEO da Warner Music, afirmou que desenvolvedoras de jogos rítmicos como “Guitar Hero†e “Rock Band†deveriam pagar mais royalties pelas músicas que usam em seus títulos. Agora, a Activision rebateu o argumento dizendo que talvez o inverso fosse mais justo.

Segundo o site CVG, Bronfman teria alegado que jogos rítmicos são inteiramente dependentes de música licenciada, já que a escolha da lista de canções de um destes games tem um papel decisivo na qualidade do título final.

Para o CEO da Activision Blizzard, Robert Kotick, o contrário seria mais justo. “Quando você olha para o impacto que [o “Guitar Heroâ€] pode ter no Aerosmith, Van Halen ou Metallica, é realmente significativoâ€, explicou o executivo ao Wall Street Journal, acrescentando que por isso talvez não devesse ser necessário pagar pelos royalties e em alguns casos receber dinheiro das gravadoras.

Ainda assim, o CEO afirma que artistas e gravadoras estão sendo muito bem recompensados, com milhões e milhões de dólares que estão sendo recebidos e pagos. Kotick, que afirmou que o interesse de bandas em aparecer nestes jogos é muito grande, acredita que ao aparecer em um destes jogos, um grupo antigo entra em evidência, aumentando o número de downloads pagos por suas músicas e venda de ingresso para shows.

“Um garoto de 12 anos não tem idéia de quem Steven Tyler é ou o que é Aerosmithâ€, expôs. “A grande parte dos nossos consumidores dirão que não estão comprando produtos baseados na música que estão inclusas. Eles estão comprando baseados em quão divertido é tocar tais músicas quando estão jogando com elasâ€, declarou.

(…) A entrevista com Kotick para o Wall Street Journal pode ser lida na íntegra, em inglês, por este atalho.

Fonte: Yahoo! Notícias

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(Zero Hora) – Nos últimos anos, os vídeogames têm conquistado maior atenção do público e da mídia em geral, expandido sua influência para além do universo restrito dos jogadores tradicionais. O problema gerado por essa maior visibilidade é que cada nova tendência passa a ser considerada uma espécie de mini-revolução.

Pensando dessa forma, o Wii Fit (console da Nintendo para atividades físicas) resolverá a obesidade infantil, jogos de estratégia erradicarão a ignorância e games casuais online eliminarão o tédio e a solidão por volta de 2012. O exemplo mais recente dessa tendência são os games “Guitar Hero†e “Rock Bandâ€, nos quais o jogador assume o papel de músico virtual – ambos os títulos permitem que se baixem músicas extras para ampliar o repertório original. Até agora, usuários de “Guitar Hero†já baixaram 15 milhões de faixas, enquanto os jogadores de “Rock Band†fizeram o download de outras 12 milhões.

Além disso, quando a popular banda norte-americana de hard rock Mötley Crüe lançou seu último single nos sites de “Rock Band†e iTunes (loja virtual da Apple), as vendas foram cinco vezes maiores por meio do página do game. Outros artistas consagrados também excursionarão pelo mundo dos games: Aerosmith e Metallica terão edições especiais do “Guitar Hero†baseadas exclusivamente em suas músicas. Por esses e outros fatos, os jogos eletrônicos são apontados agora como a salvação da combalida indústria fonográfica…

Fonte: clicRBS.com.br

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Quando Roman Perry, de 16 anos, tornou-se um fã ávido do videogame “Guitar Hero”, seu pai notou, informa o correspondente Anthony Mason do CBS News.

“Pai, quer jogar?”, perguntou Roman.

“Acho que não. Você vai me ganhar de longe”, disse seu pai, Joe.

Joe Perry, claro, é um verdadeiro guitar hero – como guitarrista principal do Aerosmith.

Agora a banda lidera sua própria versão do jogo – e já vendeu mais de um milhão de cópias.

“Ele assumiu o que os álbuns costumavam fazer. Pelo menos para bandas como nós”, disse Perry.

No jogo, jogadores atingem as notas em sincronia com a música para acumular pontos. No ano passado, Guitar Hero e seu rival, Rock Band, acumularam US$935 milhões em vendas. Isso é US$100 milhões a mais do que toda as vendas digitais de músicas. Isso tudo apresentando bandas antigas, como o Aerosmith, a novos públicos, como Alex, de 15 anos.

(…) Joe Perry do Aerosmith ainda é mais feliz tocando no palco do que na tela do jogo.

“Eu não gosto de perder”, disse Perry.

Mas ele entende que o sucesso agora significa se ajustar aos dois públicos.

Fonte: CBS News

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O CEO da Activision, Bobby Kotick, disse hoje no dia de análises da empresa que “Guitar Hero: Aerosmith” rendeu mais dinheiro para o Aerosmith do que qualquer um de seus álbuns.

“A versão [deles] de ‘Guitar Hero’ gerou muito mais renda do que qualquer álbum do Aerosmith tenha gerado”, disse Kotick. “Merchandising, shows, sua habilidade de assinar um novo contrato, foi tudo inacreditávelmente influenciado pela participação deles em ‘Guitar Hero’.”

Um representante do Aerosmith não estava disponível para comentar as declarações de Kotick.

Parece que o Metallica deveria estar bem empolgado para sua versão de “Guitar Hero”.

Nota: E essa declaração faz algum sentido?

Fonte: MTV Multiplayer

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Parece bobo considerar que Guitar Hero seja algo menos do que uma mega-franquia, como se tornou. Não vamos esquecer que o primeiro jogo “Guitar Hero” foi lançado somente há três anos e ficou constantemente mais vendido, mês após mês, e aquele jogo era em sua maioria de covers! Agora, os jogos “Guitar Hero” parecem se vender sozinhos e até tiveram um efeito considerável na indústria da música como um todo.

Entra “Guitar Hero: Aerosmith“, um jogo centrado num grupo veterano, mas de roqueiros muito conhecidos. Apesar do fato de o jogo oferecer poucas diferenças, se comparado ao “Guitar Hero III: Legends of Rock” e tenha talvez a seleção de músicas mais curta da história da série, o jogo é um sucesso, exatamente como seus antecessores. O seu sucesso vai ser provavelmente o precedente para toda uma linha de jogos “Guitar Hero”, abrindo mais um rico mercado para a Activision explorar. Nós examinamos o sucesso do jogo.

Train kept a rollin’ all night long!

Segundo a NPD, “Guitar Hero: Aerosmith” ocupou a 6ª e a 7ª posição no mês de junho. O jogo também ficou no Top 10 para PS3, Xbox 360 e Wii e foi o segundo título mais vendido para PS2. Em Julho, “Guitar Hero: Aerosmith” ocupou a 13ª e 9ª posição no geral e estava novamente no Top 10 para PS3, Xbox 360 e Wii, e foi o segundo título mais vendido para PS2 no mês. Desde seu lançamento de 26 de junho, “Guitar Hero: Aerosmith” vendeu 951.000 copies nos EUA (e estamos para receber os dados da NPD de Agosto, que nós achamos que facilmente passaria esses números de um milhão).

Colocando as vendas em perspectiva, o último álbum de estúdio do Aerosmith, “Honkin’ on Bobo” de 2004, vendeu 160.500 cópias em sua primeira semana, somando US$2 milhões em vendas. “Guitar Hero: Aerosmith” vendeu 567.000 cópias em sua primeira semana, somando US$ $25 milhões.

“Nós não tínhamos que pensar muito nisso”, disse o guitarrista do Aerosmith Brad Whitford à Rolling Stone. “Nós sabíamos o quão popular era o jogo, e ser a primeira banda a ter nossa própria versão dele parecia muito empolgante. Somos a primeira banda de muitas”.

“Muito em breve essa vai ser a forma como você venderá música”, comentou Allen Kovac, CEO da firma de empresários do Motley Crue, Tenth Street Entertainment.

Livin’ it up while you’re going down!

Qualquer um que tenha jogado “Guitar Hero” em suas muitas variantes vai achar algumas mudanças no “Guitar Hero: Aerosmith”. As notas ainda descem pela pista de notas, requerendo que você pressione os botões e atinja a barra no tempo certo da ação. “Guitar Hero: Aerosmith” também tem o “Battle Mode” e uma parcela do “Guitar Hero III”, onde os jogadores usam power ups para ganhar.

Entretanto, a novidade no jogo é que ele tem um foco íntimo numa banda em particular, nesse caso o Aerosmith. Conforme o jogador avança no career mode, eles destravam vídeos e pedaços de trivia sobre a banda, que com certeza vai agradar alguns fãs. Conforme deveria ser esperado, “Guitar Hero: Aerosmith” também inclui uma grande variedade de músicas do Aerosmith, incluindo clássicos como “Livin’ on the Edge”, “Love in an Elevator” e “Walk This Way”.

“Guitar Hero: Aerosmith” também tem a diferença de ser criticado como um remake, não muito diferente da reação que “Guitar Hero Rocks the ’80s” recebeu no ano passado. Alguns críticos não gostaram do foco primitivo no Aerosmith, e outros ainda ficaram decepcionados que certas músicas como “Dude Looks Like a Lady”, “Crazy” e “I Don’t Wanna Miss A Thing” foram excluídas. Muitos questionaram o valor de um jogo com meras 40 músicas ter um custo de US$50 – US$60 dependendo da plataforma, particularmente para aqueles que se acostumaram com a adição de vocal e bateria do “Rock Band”. “Guitar Hero: Aerosmith” tem 70% de avaliação positiva no GameRankings.com.

“Os viciados em Aerosmith vão amar ‘Guitar Hero: Aerosmith’, graças à sua impressionante lista de músicas e o conteúdo extra. Todos os outros, entretanto, devem alugá-lo”, diz a review nota 7 do GameDaily. “É uma diversão agradável, proporcionando diversão para um ou mais jogadores, mas sem algumas músicas e com o mesmo método de jogo, não tem sweet emotion suficiente para justificar seu preço de US$59.99″

We’re livin’ on the edge!

Enquanto alguns discutiriam os méritos de “Guitar Hero: Aerosmith” como um jogo completo, a Activision inegavelmente lançou um pouco de poder de marketing por trás desse lançamento. “Dream On” foi oferecida como download grátis para “Guitar Hero III”, e diferentemente de “Guitar Hero Rocks the ’80s”, “Guitar Hero: Aerosmith” tinha um faceplate de guitarra especial para aqueles que compraram na pré-venda. Os membros do Aerosmith também participaram de um evento preview no Hard Rock Cafe em Nova York, e o jogo era o principal patrocinador do Dodge nº 40 de Dario Franchitti na corrida Sprint Cup da NASCAR na New Hampshire Motor Speedway, em 29 de junho.

Claro que, em âmbito corporativo, f course, “Guitar Hero: Aerosmith” é só mais um passo da política corporativa da Activision para explorar a marca “Guitar Hero”. O grande lançamento deste ano vai ser o tão aguardado “Guitar Hero World Tour”, mas nós não esperamos que este seja o único jogo “Guitar Hero” nos próximos meses. Já foi divulgado que “Guitar Hero: Metallica” será lançado no início de 2009, demonstrando que o verdadeiro legado de “Guitar Hero: Aerosmith” será de mais mais jogos centrados numa única banda no futuro.

Fonte: GameDaily

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Sintonize o CBS Evening News with Katie Couric na quinta-feira, 11 de setembro de 2008, e confira Joe Perry e seu filho Roman falando sobre “Guitar Hero: Aerosmith”. O programa vai ao ar das 18:30h às 19:30 [horário americano].

Fonte: Aero Force One

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Embora o Aerosmith oficialmente ainda esteja para começar a gravar o seu novo álbum, o guitarrista Joe Perry disse ao Spinner.com que algumas das novas músicas poderão ser disponibilizadas de uma forma menos convencional antes do lançamento: via “Guitar Hero: Aerosmith”. “Nós provavelmente vamos lançar músicas do nosso novo álbum como um download, então os garotos poderão plugar e tocar algumas das novas músicas no jogo”, disse Perry.

O Aerosmith deve entrar em estúdio no final de setembro para começar a trabalhar no álbum seguinte à coleção de covers “Honkin’ on Bobo”, de 2004. O último álbum de material original foi “Just Push Play”, em 2001.

O líder do Aerosmith, Steven Tyler, disse recentemente nao site oficial da banda, AeroForceOne.com, que o novo material não vai desviar do som característico da banda. “[Vai ser] só o Aerosmith de sempre. Você não pode domá-lo; detonando por aí, música discarada”, ele disse.

Fonte: Blabbermouth

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