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  As últimas notícias da banda

 

Hoje, quinta-feira (19), Joey Kramer responderá a perguntas de fãs em um chat no Twitter.

Para participar, é preciso ter uma conta no Twitter e postar uma pergunta que contenha a hashtag #JoeyKramerHitHard.

Exemplo:  Depois de tudo por o que você passou, não era fácil desistir? O que te manteve motivado? #JoeyKramerHitHard

O bate-papo ocorrerá às 14h e às 20h.

Fonte: Aero Force One

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 11 comentários  |  Publicado por Carol




Seu antigo cabelo encaracolado deu lugar a uma trincheira de espinhos de cor indefinível, mas por trás dessa cuidada imagem, a nobre simplicidade de suas origens no bairro do Bronx [em Nova York] ainda é o padrão. Joey Kramer, baterista de uma das bandas mais perigosas e viciantes da história do rock, fala ao ElComercio.pe sobre a sua próxima visita a Lima ao lado do lendário Aerosmith.

El Comercio: Nos anos setenta, a indústria da música era um negócio completamente diferente. O que você sente falta dos velhos tempos?

Joey Kramer: (Risos) Eu não sei. Acho que já não estranho nada (em comparação) àqueles dias. Na realidade, eu acho que as bandas são melhores agora. Estes são os verdadeiros bons tempos.

Após esta turnê, vocês pensam em lançar um disco com os melhores momentos da excursão ou se concentrar em escrever e gravar um novo álbum de estúdio?

Depois da turnê vamos fazer um novo álbum de estúdio. É certo. Mas não me pergunte por um título ou pelas músicas, porque não há nada ainda.

Muitos músicos, desde Slash a Kurt Cobain, confessaram que o ”Rocks” é um dos discos favoritos deles. O que houve nessas sessões que fez deste álbum algo tão especial?

Acredito que naquela época a banda estava tocando muito bem, saíam muitas canções e passávamos por um momento bastante criativo. Sabíamos que as pessoas estavam começando a prestar muita atenção, por isso decidimos fazer um disco melhor que o anterior, que foi “Toys in the Attic”.

Qual é o seu álbum favorito do Aerosmith?

Um teria que ser “Rocks”, sem dúvida. Mas eu também gosto muito do “Pump”.

Este é o disco fundamental no retorno que a banda realizou no final dos anos oitenta. O que foi necessário para conseguir voltar às paradas?

Na verdade, nós voltamos com ”Permanent Vacation”. Tivemos que começar a escrever, gravar e ensaiar. A trabalhar novamente.

Que tipo de música você escuta enquanto viaja com o grupo ao redor do mundo?

Eu ouço muita música. Gosto de bandas dos anos 70, como Tower Of Power e Earth, Wind & Fire. E muito rythym blues da velha escola também.

Você acabou de publicar um livro, “Hit Hard”, que é uma espécie de autobiografia. Pode nos contar um pouco sobre ele?

O livro fala sobre a minha vida, dos anos que passei junto com o Aerosmith e, acima de tudo, o alcoolismo, vício em drogas e depressão. Foram muitos anos que vivi preso pelo álcool e a depressão. Mas eu consegui escapar e desde 1987 não provo uma única gota de bebida alcoólica. Em “Hit Hard” falo do que aprendi com a minha banda: que o rock & roll não tem nada a ver com as drogas. Agora que estou sóbrio, eu posso tocar melhor e me divertir mil vezes mais do que antes. Alguns dos melhores álbuns da banda foram feitos depois que todos nos reabilitamos.

Algumas palavras para seus fãs no Peru?

Vamos oferecer um concerto inesquecível. Proporcionaremos tudo o que aprendemos.

 
Aerosmith - La Explanada del Estadio Monumental, Ate - Lima - 22/5
Ingressos Aqui!

Fonte: ElComercio.pe

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 12 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




O baterista do Aerosmith, Joey Kramer, visitou [esta manhã] o programa ”Good Day New York” [do canal WNYW-TV/Fox 5] para falar sobre “Hit Hard”, sua nova biografia.

Assista ao vídeo Aqui!

Fonte: MyFoxNY.com

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 2 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Em uma sessão de autógrafos sábado à tarde no Mohegan Sun Casino, em Connecticut, o baterista do Aerosmith, Joey Kramer, confirmou que a banda está passando por “diferenças pessoais” e vai procurar um novo vocalista, já que Steven Tyler deve afastar-se para dedicar seu tempo à “marca Tyler”, como disse recentemente o frontman à revista Classic Rock. “Que tipo de cantor? Um realmente muito bom”, disse Kramer.

“Assim como os escritores escrevem e dançarinos dançam, nós somos músicos”, acrescentou. “Nós fazemos música. Isso é o que queremos continuar a fazer, assim, o que tivermos de fazer para seguir nessa direção, isso é o que vai acontecer.”

Kramer, promovendo seu novo livro “Hit Hard”, respondeu às perguntas de aproximadamente uma centena de fãs de um palco no salão enfumaçado do cassino. Embora Kramer tenha dito que deseja o melhor para Tyler em sua carreira solo, ele disse que o grupo não quer esperá-lo. “Steven quer fazer o que ele quer”, disse Kramer. “Isso é ótimo. Eu o apóio. Sempre o amarei. Eu sempre o apoiei… mas nós também queremos tocar. Não posso esperar por cerca de dois anos e não tocar minha bateria – ou não funcionar como uma banda.”

Kramer contou que ele tem critérios específicos em mente para um novo vocalista. “Há diferença entre um cantor e aquilo que eu chamo de um líder ou um intérprete”, disse ele. “Felizmente para nós, Steven une ambas qualidades e, provavelmente, ele é o melhor nisso. Se ele optar pela carreira solo por um tempo, então teria de ser alguém que possa, na minha opinião, fazer as duas coisas – ou seja, aquele capaz de fazer a performance das músicas, bem como cantá-las.”

“Eu adoraria ouvir sugestões”, Kramer acrescentou mais cedo.

Um fã disse a Kramer que espera que a banda resolva as coisas e escreva, novamente, um material mais pesado buscando (o som) onde o álbum “Rocks”, de 1976, foi largado. Kramer concordou. “Suponho que isso funcionaria se nós pudéssemos tirar todas as diferenças pessoais fora do caminho”, disse ele.

“Eu vivo num drama. Minha vida tem sido um drama pelos últimos 40 anos porque é isso que essa banda é.”

Fonte: Rolling Stone

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 23 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




MaryEllen Fillo do Courant.com falou com o baterista do Aerosmith, Joey Kramer, recentemente sobre vários assuntos, incluindo seu novo livro: “Hit Hard: A Story Of Hitting Rock Bottom At The Top”. Abaixo, alguns trechos da conversa:

Courant.com: Alguém, professores, padres, amigos, outros familiares, imaginaram que você estava sofrendo abusos quando criança?

Kramer: “Eu nunca contei à ninguém porque enquanto eu sofria os abusos, eu não tinha consciência de que era abuso. Eu simplesmente achava que as coisas eram assim entre meu pai e eu. Eu olho para trás e vejo que havia muitas crianças como eu sendo abusadas fisicamente por pais que achavam que era a maneira certa de discipliná-los. Havia uma confusão entre abuso e amor, e depois eu perdoei o meu pai porque eu acho que era só o que ele sabia fazer. Ele estava tentando fazer o melhor o que podia.”

Courant.com: Algumas passagens do livro estão destacadas. Por que?

Kramer: “Elas são afirmações especialmente importantes para mim. Eu queria que as pessoas me entendessem.”

Courant.com: O que fez com que você decidisse escrever o livro?

Kramer: “Eu decidi escrevê-lo há uns 5 anos e levei quatro anos para fazer isso. O motivo foi que eu percebi que eu poderia memórias do rock ‘n’ roll, que é algo que eu queria fazer, com a minha própria história. Eu não pensei que eu sozinho fosse interessante o suficiente, mas percebi que as pessoas não precisam ser estrelas do rock ‘n’ roll para chegar ao fundo do poço. Agora que eu estou sóbrio há muito tempo, quis dizer às pessoas que há um jeito de fazer isso e para não perderem as esperanças.”

Courant.com: Qual é a sua opinião sobre Steven Tyler sair do Aerosmith ou não?

Kramer: “Não vou fazer nenhuma declaração sobre isso porque tudo está sendo mal interpretado e os comentários estão sendo levados além do contexto.”

Courant.com: Qual foi a maior revelação que você teve durante todos os seus altos e baixos?

Kramer: Provavelmente de que eu tinha força interior para passar por tudo o que eu passei, da minha depressão, de tudo o que eu sofri do meu pai. Por pior que fossem as coisas com ele, eu acho que eu recebi uma força interior muito forte dele. A habilidade de superar.

Courant.com: O livro é muito gráfico, e você não mede as palavras quando se trata da sua vida pessoal ou profissional. Você fica envergonhado de alguma coisa?

Kramer: Não. Se eu ficasse não colocaria num livro. Eu fui muito honesto no livro e trabalhei muito nele.

Courant.com: Você chegou a uma trégua com os seus pais?

Kramer: Eu comecei do zero com o meu pai antes de ele morrer. Ele sabia que tinha feito algo errado. Minha mãe não gosta de lembrar dele desta forma. Eu deixo ela ser do jeito que ela é.

Courant.com: Como os seus companheiros de banda se sentiram com o livro e o que você escreveu sobre eles?

Kramer: Eles leram e estão bem com isso.

Courant.com: O que você aprendeu com isso tudo?

Kramer: Eu sou o que sou hoje por causa de tudo isso. Eu não sei se teria mudado alguma coisa. Estou muito feliz agora. Eu me divorciei e agora casei com a mulher mais maravilhosa do mundo. Eu nunca imaginei que escreveria um livro e acabei escrevendo e estou feliz com ele. Muitas pessoas que não têm idéia de quem seja o Aerosmith me procuraram. É uma surpresa agradável poder ajudar as pessoas. Pode ser que haja um segundo livro. Eu não fazia idéia de que ia gostar tanto de escrever.

Fonte: Bravewords.com/Courant.com

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 10 comentários  |  Publicado por Tássia Valim




Joey Kramer postou hoje a seguinte mensagem em seu Twitter: “Estou aguardando ansiosamente para ver vocês (fãs) todos, ao vivo e pessoalmente, sábado, no Mohegan (Sun, durante a tarde de autógrafos de sua recém-lançada biografia Hit Hard, em Uncasville, Connecticut).”

“Eu responderei lá, pessoalmente, suas perguntas”, twittou ontem.

Fonte: Twitter

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 1 comentário  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Clique no player abaixo para assistir a um vídeo, divulgado pelo Aero Force One, com imagens das sessões de autógrafos que Joey Kramer anda fazendo em livrarias dos Estados Unidos para divulgar seu livro, “Hit Hard”:

You need to a flashplayer enabled browser to view this YouTube video

Fonte: Youtube Aero Force One

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 1 comentário  |  Publicado por Carol




Joey Kramer deu uma entrevista para a Classic Rock Revisited para divulgar a sua autobiografia “Hit Hard”.

- Clique aqui para ouvir online.
- Clique aqui para fazer o download.

Esses foram alguns dos principais assuntos e novidades:

- A história do livro terminou por volta de 2007, enquanto ele estava se divorciando.
- Joey acha que de nada adianta simplesmente ter todo o dinheiro, mulheres e carros do mundo, pois se você não está bem consigo mesmo, não consegue aproveitar nada dessas coisas.
- Ele diz que o álcool não tem a ver com “se sentir da maneira que você gosta, pois você não quer se sentir assim, você só não quer se sentir do jeito normal”. Isso é o que causa a depressão, não é a necessidade de lidar com os problemas.
- Joey considera o colapso que ele teve nos anos 90 pior do que quando a banda se destruiu no final dos anos 70/início dos anos 80.
- Ele fala que única coisa difícil é fazer com que a editora te acompanhe, assim como acontece nas gravadoras.
- O livro foi lançado na mesma época que Michael Jackson morreu, então ninguém prestou muita atenção.
- Joey falou várias vezes que a ex-esposa dele, com quem ele foi casado por muitos anos, não deu o apoio suficiente e depois disse que o que fez ele abrir os olhos foi se apaixonar de verdade.
- Ele não descarta a possibilidade de escrever mais um livro mais tarde, mas só o fará se for tão significativo quanto “Hit Hard”.
- Joey não tem nenhum conselho a dar para aqueles que acham que dinheiro é a solução para tudo porque é algo muito pessoal.
- O Aerosmith fará alguns shows em outubro com os quais eles já estavam comprometidos anteriormente e Joey acredita que Tom Hamilton estará de volta até lá.
- Ao ser perguntado se a banda está realmente com raiva de Steven Tyler, Joey hesita por alguns segundos, dá uma risada e diz: “Eu não tenho mesmo nenhum comentário a fazer sobre isso; as pessoas dizem o que querem, eu leio os fóruns e vejo as coisas que as pessoas dizem e parece que elas não tem nada melhor para fazer da vida. Eu não sei mesmo o que dizer sobre todo esse drama. Nós somos irmãos, irmãos concordam e discordam, às vezes nós brigamos e às vezes não. A banda vai fazer 40 anos em novembro e a vida é assim”.

Fonte: Classic Rock Revisited

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 5 comentários  |  Publicado por Carol




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