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  As últimas notícias da banda

 

Seu antigo cabelo encaracolado deu lugar a uma trincheira de espinhos de cor indefinível, mas por trás dessa cuidada imagem, a nobre simplicidade de suas origens no bairro do Bronx [em Nova York] ainda é o padrão. Joey Kramer, baterista de uma das bandas mais perigosas e viciantes da história do rock, fala ao ElComercio.pe sobre a sua próxima visita a Lima ao lado do lendário Aerosmith.

El Comercio: Nos anos setenta, a indústria da música era um negócio completamente diferente. O que você sente falta dos velhos tempos?

Joey Kramer: (Risos) Eu não sei. Acho que já não estranho nada (em comparação) àqueles dias. Na realidade, eu acho que as bandas são melhores agora. Estes são os verdadeiros bons tempos.

Após esta turnê, vocês pensam em lançar um disco com os melhores momentos da excursão ou se concentrar em escrever e gravar um novo álbum de estúdio?

Depois da turnê vamos fazer um novo álbum de estúdio. É certo. Mas não me pergunte por um título ou pelas músicas, porque não há nada ainda.

Muitos músicos, desde Slash a Kurt Cobain, confessaram que o ”Rocks” é um dos discos favoritos deles. O que houve nessas sessões que fez deste álbum algo tão especial?

Acredito que naquela época a banda estava tocando muito bem, saíam muitas canções e passávamos por um momento bastante criativo. Sabíamos que as pessoas estavam começando a prestar muita atenção, por isso decidimos fazer um disco melhor que o anterior, que foi “Toys in the Attic”.

Qual é o seu álbum favorito do Aerosmith?

Um teria que ser “Rocks”, sem dúvida. Mas eu também gosto muito do “Pump”.

Este é o disco fundamental no retorno que a banda realizou no final dos anos oitenta. O que foi necessário para conseguir voltar às paradas?

Na verdade, nós voltamos com ”Permanent Vacation”. Tivemos que começar a escrever, gravar e ensaiar. A trabalhar novamente.

Que tipo de música você escuta enquanto viaja com o grupo ao redor do mundo?

Eu ouço muita música. Gosto de bandas dos anos 70, como Tower Of Power e Earth, Wind & Fire. E muito rythym blues da velha escola também.

Você acabou de publicar um livro, “Hit Hard”, que é uma espécie de autobiografia. Pode nos contar um pouco sobre ele?

O livro fala sobre a minha vida, dos anos que passei junto com o Aerosmith e, acima de tudo, o alcoolismo, vício em drogas e depressão. Foram muitos anos que vivi preso pelo álcool e a depressão. Mas eu consegui escapar e desde 1987 não provo uma única gota de bebida alcoólica. Em “Hit Hard” falo do que aprendi com a minha banda: que o rock & roll não tem nada a ver com as drogas. Agora que estou sóbrio, eu posso tocar melhor e me divertir mil vezes mais do que antes. Alguns dos melhores álbuns da banda foram feitos depois que todos nos reabilitamos.

Algumas palavras para seus fãs no Peru?

Vamos oferecer um concerto inesquecível. Proporcionaremos tudo o que aprendemos.

 
Aerosmith - La Explanada del Estadio Monumental, Ate - Lima - 22/5
Ingressos Aqui!

Fonte: ElComercio.pe

 12 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




O baterista do Aerosmith, Joey Kramer, visitou [esta manhã] o programa ”Good Day New York” [do canal WNYW-TV/Fox 5] para falar sobre “Hit Hard”, sua nova biografia.

Assista ao vídeo Aqui!

Fonte: MyFoxNY.com

 2 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Em uma sessão de autógrafos sábado à tarde no Mohegan Sun Casino, em Connecticut, o baterista do Aerosmith, Joey Kramer, confirmou que a banda está passando por “diferenças pessoais” e vai procurar um novo vocalista, já que Steven Tyler deve afastar-se para dedicar seu tempo à “marca Tyler”, como disse recentemente o frontman à revista Classic Rock. “Que tipo de cantor? Um realmente muito bom”, disse Kramer.

“Assim como os escritores escrevem e dançarinos dançam, nós somos músicos”, acrescentou. “Nós fazemos música. Isso é o que queremos continuar a fazer, assim, o que tivermos de fazer para seguir nessa direção, isso é o que vai acontecer.”

Kramer, promovendo seu novo livro “Hit Hard”, respondeu às perguntas de aproximadamente uma centena de fãs de um palco no salão enfumaçado do cassino. Embora Kramer tenha dito que deseja o melhor para Tyler em sua carreira solo, ele disse que o grupo não quer esperá-lo. “Steven quer fazer o que ele quer”, disse Kramer. “Isso é ótimo. Eu o apóio. Sempre o amarei. Eu sempre o apoiei… mas nós também queremos tocar. Não posso esperar por cerca de dois anos e não tocar minha bateria – ou não funcionar como uma banda.”

Kramer contou que ele tem critérios específicos em mente para um novo vocalista. “Há diferença entre um cantor e aquilo que eu chamo de um líder ou um intérprete”, disse ele. “Felizmente para nós, Steven une ambas qualidades e, provavelmente, ele é o melhor nisso. Se ele optar pela carreira solo por um tempo, então teria de ser alguém que possa, na minha opinião, fazer as duas coisas – ou seja, aquele capaz de fazer a performance das músicas, bem como cantá-las.”

“Eu adoraria ouvir sugestões”, Kramer acrescentou mais cedo.

Um fã disse a Kramer que espera que a banda resolva as coisas e escreva, novamente, um material mais pesado buscando (o som) onde o álbum “Rocks”, de 1976, foi largado. Kramer concordou. “Suponho que isso funcionaria se nós pudéssemos tirar todas as diferenças pessoais fora do caminho”, disse ele.

“Eu vivo num drama. Minha vida tem sido um drama pelos últimos 40 anos porque é isso que essa banda é.”

Fonte: Rolling Stone

 23 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




MaryEllen Fillo do Courant.com falou com o baterista do Aerosmith, Joey Kramer, recentemente sobre vários assuntos, incluindo seu novo livro: “Hit Hard: A Story Of Hitting Rock Bottom At The Top”. Abaixo, alguns trechos da conversa:

Courant.com: Alguém, professores, padres, amigos, outros familiares, imaginaram que você estava sofrendo abusos quando criança?

Kramer: “Eu nunca contei à ninguém porque enquanto eu sofria os abusos, eu não tinha consciência de que era abuso. Eu simplesmente achava que as coisas eram assim entre meu pai e eu. Eu olho para trás e vejo que havia muitas crianças como eu sendo abusadas fisicamente por pais que achavam que era a maneira certa de discipliná-los. Havia uma confusão entre abuso e amor, e depois eu perdoei o meu pai porque eu acho que era só o que ele sabia fazer. Ele estava tentando fazer o melhor o que podia.”

Courant.com: Algumas passagens do livro estão destacadas. Por que?

Kramer: “Elas são afirmações especialmente importantes para mim. Eu queria que as pessoas me entendessem.”

Courant.com: O que fez com que você decidisse escrever o livro?

Kramer: “Eu decidi escrevê-lo há uns 5 anos e levei quatro anos para fazer isso. O motivo foi que eu percebi que eu poderia memórias do rock ‘n’ roll, que é algo que eu queria fazer, com a minha própria história. Eu não pensei que eu sozinho fosse interessante o suficiente, mas percebi que as pessoas não precisam ser estrelas do rock ‘n’ roll para chegar ao fundo do poço. Agora que eu estou sóbrio há muito tempo, quis dizer às pessoas que há um jeito de fazer isso e para não perderem as esperanças.”

Courant.com: Qual é a sua opinião sobre Steven Tyler sair do Aerosmith ou não?

Kramer: “Não vou fazer nenhuma declaração sobre isso porque tudo está sendo mal interpretado e os comentários estão sendo levados além do contexto.”

Courant.com: Qual foi a maior revelação que você teve durante todos os seus altos e baixos?

Kramer: Provavelmente de que eu tinha força interior para passar por tudo o que eu passei, da minha depressão, de tudo o que eu sofri do meu pai. Por pior que fossem as coisas com ele, eu acho que eu recebi uma força interior muito forte dele. A habilidade de superar.

Courant.com: O livro é muito gráfico, e você não mede as palavras quando se trata da sua vida pessoal ou profissional. Você fica envergonhado de alguma coisa?

Kramer: Não. Se eu ficasse não colocaria num livro. Eu fui muito honesto no livro e trabalhei muito nele.

Courant.com: Você chegou a uma trégua com os seus pais?

Kramer: Eu comecei do zero com o meu pai antes de ele morrer. Ele sabia que tinha feito algo errado. Minha mãe não gosta de lembrar dele desta forma. Eu deixo ela ser do jeito que ela é.

Courant.com: Como os seus companheiros de banda se sentiram com o livro e o que você escreveu sobre eles?

Kramer: Eles leram e estão bem com isso.

Courant.com: O que você aprendeu com isso tudo?

Kramer: Eu sou o que sou hoje por causa de tudo isso. Eu não sei se teria mudado alguma coisa. Estou muito feliz agora. Eu me divorciei e agora casei com a mulher mais maravilhosa do mundo. Eu nunca imaginei que escreveria um livro e acabei escrevendo e estou feliz com ele. Muitas pessoas que não têm idéia de quem seja o Aerosmith me procuraram. É uma surpresa agradável poder ajudar as pessoas. Pode ser que haja um segundo livro. Eu não fazia idéia de que ia gostar tanto de escrever.

Fonte: Bravewords.com/Courant.com

 10 comentários  |  Publicado por Tássia Valim




Joey Kramer postou hoje a seguinte mensagem em seu Twitter: “Estou aguardando ansiosamente para ver vocês (fãs) todos, ao vivo e pessoalmente, sábado, no Mohegan (Sun, durante a tarde de autógrafos de sua recém-lançada biografia Hit Hard, em Uncasville, Connecticut).”

“Eu responderei lá, pessoalmente, suas perguntas”, twittou ontem.

Fonte: Twitter

 1 comentário  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Clique no player abaixo para assistir a um vídeo, divulgado pelo Aero Force One, com imagens das sessões de autógrafos que Joey Kramer anda fazendo em livrarias dos Estados Unidos para divulgar seu livro, “Hit Hard”:

You need to a flashplayer enabled browser to view this YouTube video

Fonte: Youtube Aero Force One

 1 comentário  |  Publicado por Carol




Joey Kramer deu uma entrevista para a Classic Rock Revisited para divulgar a sua autobiografia “Hit Hard”.

- Clique aqui para ouvir online.
- Clique aqui para fazer o download.

Esses foram alguns dos principais assuntos e novidades:

- A história do livro terminou por volta de 2007, enquanto ele estava se divorciando.
- Joey acha que de nada adianta simplesmente ter todo o dinheiro, mulheres e carros do mundo, pois se você não está bem consigo mesmo, não consegue aproveitar nada dessas coisas.
- Ele diz que o álcool não tem a ver com “se sentir da maneira que você gosta, pois você não quer se sentir assim, você só não quer se sentir do jeito normal”. Isso é o que causa a depressão, não é a necessidade de lidar com os problemas.
- Joey considera o colapso que ele teve nos anos 90 pior do que quando a banda se destruiu no final dos anos 70/início dos anos 80.
- Ele fala que única coisa difícil é fazer com que a editora te acompanhe, assim como acontece nas gravadoras.
- O livro foi lançado na mesma época que Michael Jackson morreu, então ninguém prestou muita atenção.
- Joey falou várias vezes que a ex-esposa dele, com quem ele foi casado por muitos anos, não deu o apoio suficiente e depois disse que o que fez ele abrir os olhos foi se apaixonar de verdade.
- Ele não descarta a possibilidade de escrever mais um livro mais tarde, mas só o fará se for tão significativo quanto “Hit Hard”.
- Joey não tem nenhum conselho a dar para aqueles que acham que dinheiro é a solução para tudo porque é algo muito pessoal.
- O Aerosmith fará alguns shows em outubro com os quais eles já estavam comprometidos anteriormente e Joey acredita que Tom Hamilton estará de volta até lá.
- Ao ser perguntado se a banda está realmente com raiva de Steven Tyler, Joey hesita por alguns segundos, dá uma risada e diz: “Eu não tenho mesmo nenhum comentário a fazer sobre isso; as pessoas dizem o que querem, eu leio os fóruns e vejo as coisas que as pessoas dizem e parece que elas não tem nada melhor para fazer da vida. Eu não sei mesmo o que dizer sobre todo esse drama. Nós somos irmãos, irmãos concordam e discordam, às vezes nós brigamos e às vezes não. A banda vai fazer 40 anos em novembro e a vida é assim”.

Fonte: Classic Rock Revisited

 5 comentários  |  Publicado por Carol




Joey Kramer deu uma entrevista e falou sobre a sua biografia, sobre a biografia do Aerosmith de 1997 e sobre a música nos dias de hoje. Leia abaixo:

“Hit Hard” é muito profundo e revela umas histórias bem pessoais. Você teve alguma restrição ao contar essa história?
Na verdade, não. O meu compromisso com o livro foi fixado desde o início e parte do meu compromisso foi ser o mais honesto possível, porque eu decidi que queria estar a serviço das pessoas. Se as pessoas conseguirem se identificar e se relacionar com o que escrevi, então alcancei meu objetivo.

Por que essa foi a hora certa de escrever o livro?
Bom, simplesmente aconteceu de eu terminar nesse momento. Levei quatro anos para escrever. Mas essa foi uma hora oportuna, porque a banda estava em turnê e eu pude assinar alguns livros nos meet-and-greets. Então funcionou muito bem.

Para quem o livro foi escrito?
Para qualquer um que esteja sofrendo de ou lidando com alcoolismo, vício em drogas, depressão, ansiedade; se eles lerem sobre as coisas que eu passei na jornada da minha vida e isso ajudá-los, então essas são as pessoas que eu espero alcançar.

Tem uma cena bem forte em que você conta a reação do seu pai depois que você comprou para ele um Cadillac novinho (ele não ficou muito impressionado). Alguma vez enquanto escrevia o livro você pensou “cara, é difícil voltar nesse assunto”?
Trouxe muitas emoções para mim, mas também foi purificador ao mesmo tempo.

Até a turnê ser cancelada, você estava encontrando os fãs. Qual é a reação quando as pessoas te encontram pessoalmente?
O livro permitiu que as pessoas se relacionassem comigo em um nível diferente. Faz elas perceberem que não é preciso ser um astro do rock para se destruir. Nós todos estamos sujeitos a essas coisas na vida e se livrar das drogas é só metade da batalha. Só o que isso faz é abrir as portas para você trabalhar nos reais problemas da vida, porque é uma jornada que não tem fim.

É um conto bem objetivo. Você cortou muitas histórias?
Havia histórias que talvez não valessem a pena entrar no livro, então nós cortamos. Quando transcrevemos o livro pela primeira vez, havia mais de mil páginas e o produto final tem menos de trezentas. Mas consegui manter o tópico que eu queria que as pessoas pegassem, que é a confusão entre amor e maltrato. É um assunto conveniente que muitas pessoas se relacionam e podem identificar no livro.

Você menciona várias vezes no livro que várias coisas poderiam ter matado os membros do Aerosmith no passar dos anos. Você se sentiu um pouco fascinado ao terminar de escrever?
Acho que estou mais grato do que qualquer outra coisa.

Como os seus colegas de banda reagiram quando souberam que você estava escrevendo “Hit Hard”?
Eles todos apoiaram. Eles disseram: “Contanto que tudo seja honesto, Joey, então não tem problema”. E tudo lá é extremamente honesto. Eles todos estão bem orgulhosos do resultado final e todos eles leram.

Você considerou revelar os seus segredos mais pessoais no livro de 1997, “Walk this Way: The Autobiography of Aerosmith”?
Bom, aquele livro era sobre a banda; esse livro é sobre mim. Mas o livro foi muito manipulado e controlado por outras certas pessoas e e muitos de nós não tiveram a chance de dizer o que realmente queríamos naquele livro.

“Hit Hard” é mais do que fofoca. Como você encontrou o equilíbrio entre querer contar a sua historia pessoal e a história da banda?
Acho que não há um equilíbrio. Ou você faz ou não faz. Encontrar um equilíbrio é como dizer “Bom, eu vou escrever mais ou menos sobre isso, não de verdade” e eu não sou assim. Ou eu faço tudo direito ou não faço. Então não tem nada a ver com equilíbrio, é a mer** da verdade.

Você só usou as suas lembranças ou entrevistou algumas pessoas para ajudar a contar a história?
Eu falei com um monte de gente, além da ajuda do [co-escritor] Keith Garde, nós falamos com todos desde as minhas irmãs até [o ex-guitarrista do Aerosmith] Ray Tabano e a minha mãe. Fez ficar bem interessante.

Você deu uma olhada em outras memórias de rockeiros para se inspirar?
Eu li algumas, não necessariamente para me inspirar, mas eu li para saber sobre o que elas falavam. A maioria do que tem por aí são histórias de guerra.

Sobre musica ao vivo nos dias hoje, você se impressiona com a safra de jovens artistas atuais?
Tem alguns que eu gosto. Para mim é difícil porque, sendo um baterista, se o motor não é dos bons, já era. Mas tem algumas bandas que eu gosto como Foo Fighters, porque Taylor Hawkins é um bom baterista; gosto de Green Day; Adrian Young do No Doubt. Então há algumas que eu gosto porque as bandas são boas e os bateristas fazem o que se deve fazer.

Você acha que os jovens de hoje tem o mesmo comprometimento que o Aerosmith tinha quando vocês começaram?
Alguns sim, com certeza. Os que não são desencorajados e continuam não importa o que aconteçam e têm paixão suficiente; os que acreditam que vão viver um sonho vão se dar bem. São esses que vão chegar no topo.

O Aerosmith sobreviveu a toda moda musical que existe. Por que isso?
Porque a nossa mensagem não é sobre nada em particular. Não é política e não segue a moda; é sobre os jovens, é sobre a vida, é sobre o que você faz, é sobre garotos e garotas juntos, homens e mulheres juntos e acho que Steven nunca recebeu o crédito que merece por ser um letrista tão esperto. Isso é o que nós separa de várias outras bandas.

Levando em consideração as lesões do Steven e o cancelamento da turnê, quando que vocês vão voltar para a estrada?
Não faço idéia, cara. Tudo está no limbo agora.

Por quanto tempo você se vê fazendo shows e álbuns?
Indefinidamente. Eu não vejo um fim. Tem muita energia nessa banda para terminar.

Olhando para todos os álbuns que vocês lançaram, tem algum em especial que você considera injustiçado pelos fãs ou pela crítica?
“Just Push Play”. Eu gostei desse.

Fonte: Toronto Sun

 6 comentários  |  Publicado por Carol




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