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Arquivo RS: Durante anos, os maus hábitos levaram o Aerosmith para o fundo do poço. Mas em 1990 a banda reencontrou o sucesso, se assumiu limpa de vícios e pronta para reconquistar o mundo.

Steven Tyler entra no quarto de hotel e tira a roupa até ficar só de cueca preta, estilo “quase fio-dental”. São 3h da manhã – quatro horas depois de o Aerosmith encerrar um show para 37 mil fãs em Toronto (Canadá) – e o hiperativo vocalista está pronto para mais algumas performances. Depois de se contorcer na cama por alguns minutos, ele finalmente chega à sua posição preferida: amarrado e amordaçado, com uma atraente amiga da banda cavalgando sobre suas costas nuas. Alguém liga a câmera de vídeo para registrar o momento para a posteridade. Os famosos lábios carnudos de Tyler – que rivalizam com os de Mick Jagger – se abrem em um largo sorriso, como o do gato de Alice. Então, subitamente, sua expressão se torna mais séria e ele começa a emitir uma série de gritinhos orgásmicos. Esta não é, nem de longe, a primeira vez em que Tyler, 42 anos, se encontra nesse tipo de situação.

Pelo que conta o vocalista e os outros membros da banda, não há um único feito decadente de rockstar – sexual, químico, financeiro ou de qualquer outro gênero – que eles não tenham praticado em algum ponto de suas carreiras.

Mas desta vez é diferente. Este é, afinal, o novo, melhorado, limpo, sóbrio e bem casado Aerosmith. Por isso, o ato de decadência das primeiras horas da manhã está sendo simulado pela melhor das razões: um vídeo de aniversário que o pessoal de uma estação de rádio está fazendo para Mark Parenteau, radialista da casa, amigo de longa data e eterno parceiro do Aerosmith.

Tyler geme mais um pouco para causar o efeito certo, arranca a mordaça e olha para a câmera. “Pode acreditar em mim, Mark”, diz ele, o sorriso no rosto, “a vida não termina aos 40.”

O Aerosmith é das criaturas mais raras – uma banda de rock alcançando o auge criativo e comercial aos 20 anos de carreira. Por um bom tempo, parecia improvável que os integrantes estariam vivos, quanto mais prosperando, quando chegassem aos 40.

O quinteto – formado por Tyler (vocal), Joe Perry (guitarra), Tom Hamilton (baixo), Joey Kramer (bateria) e Brad Whitford (guitarra) – talvez tenha sido a banda norte-americana de maior sucesso no meio dos anos 70. Embora geralmente desprezados pela imprensa como clones malfeitos dos Rolling Stones, os incansáveis guerreiros conquistaram uma nação, dando suporte a discos clássicos do hard rock, como “Toys in the Attic” e “Rocks”, e turnês incessantes pelos Estados Unidos. “Éramos os caras que você podia ver”, diz Perry. “Não era como se o Led Zeppelin fizesse shows pela América o tempo todo. Os Stones não vinham sempre para a sua cidade. Éramos a banda de garagem que deu mais que certo.”

No fim dos anos 70, entretanto, a festa acabou. A banda caiu direto para o buraco quase fatal das drogas pesadas e do karma ruim. A coisa ficou tão parecida com a história da banda fictícia Spinal Tap (retratada em uma comédia lançada em 1984, “Isto É Spinal Tap”), que quando Tyler finalmente viu o filme, quase não conseguiu assisti-lo. “Eu estava muito louco na hora”, conta Tyler, “e o Aerosmith estava afundando. E aquele filme era muito parecido, muito real. Nosso último álbum era ‘Rock in a Hard Place’, que vendeu, tipo, umas dez cópias; o Spinal Tap tinha gravado ‘Stonehenge’, e nosso álbum tinha uma capa exatamente igual. Pirei. Levei Spinal Tap para o lado bem pessoal.”

E por que não? O Aerosmith havia se tornado uma paródia de si mesmo. A história da banda era repleta de excessos, com todos os ingredientes absurdos: esposas que não se bicavam, integrantes que caíam do palco, contas de serviço de quarto no valor de US$ 100 mil, membros da equipe que pegavam mais groupies que seus chefes drogados e dinheiro que ia sabe-se lá para onde.

Tyler e Perry – os Gêmeos Tóxicos, como ficaram não tão afetuosamente conhecidos – brigavam infantilmente e se afundaram por anos, arriscando a vida com o abuso de heroína até que Perry finalmente saiu do grupo em 1979, seguido por Whitford, um ano mais tarde. “As coisas estavam mais para Sid & Nancy do que para Spinal Tap”, conta Whitford. “Não era mais divertido.”

“Lembro-me de ter visto um especial de TV sobre gorilas”, diz Perry. “Quando dois gorilas se juntam, eles se provocam, mas não se atacam. Só fazem muito barulho. É o que eu e Steve fazíamos. Entrávamos no camarim e destruíamos tudo, mas nunca encostávamos um no outro. Mas havia muita raiva. Se estivéssemos em um ambiente diferente, teríamos nos matado.”

Antes de melhorarem, as coisas pioraram. Perry formou o Joe Perry Project e, depois de três álbuns, se viu falido, morando no sofá de seu empresário e, em certo ponto, em uma pensão. Quando 1980 chegou, o guitarrista estava tão fora de si que não fazia sequer ideia de que a gravadora Columbia havia lançado uma coletânea do Aerosmith, até que um fã o abordou em um supermercado e pediu um autógrafo em sua cópia do LP.

Tyler, Hamilton, Kramer e dois novos integrantes – os guitarristas Jimmy Crespo e Rick Dufay – tentaram manter o nome do Aerosmith vivo. Mas Tyler também se afundou. Por um longo período, viveu em condições degradantes no Gorham Hotel de Nova York. Tyler escolheu o lugar pelo seu acesso à Oitava Avenida, onde ia comprar um par de trouxinhas de US$ 20 de droga, esperando que os traficantes o reconhecessem. “Assim”, ele conta, “talvez eu conseguisse um pouquinho a mais.”

“Nossa história é basicamente que tínhamos tudo”, Perry diz, “e jogamos tudo fora.”

Você lê esta matéria na íntegra na edição 44, maio/2010.

Fonte: Rolling Stone Brasil

 11 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Billie Perry postou hoje a seguinte mensagem em seu Twitter, contando que Joe está em casa treinando para suas próximas apresentações:

“Ele (Joe Perry) está comigo fazendo uma pausa, ensaiando para os shows do Joe Perry Project com o Bad Company, no Reino Unido, e para a turnê do Aerosmith.”

Billie também comentou o retorno do Aerosmith. “Nunca é tarde para começar novamente. Todos cometem erros, é por isso que eles passaram uma borracha! É começar de novo e deixar fluir”, ela disse na última sexta-feira (5).

“É importante aprender a diferença entre seus problemas e dos outros. Desse modo você não vai permitir que alguém sele sua bagagem em você.”

Fonte: Twitter

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Ian Harvey do Express & Star, da Inglaterra, falou com o guitarrista do Aerosmith, Joe Perry, sobre a atual situação do grupo e a vindoura turnê britânica do Joe Perry Project com o Bad Company. Quando perguntado se o Aerosmith ainda é uma banda, Perry respondeu: “Eu nunca pensei que o grupo tinha acabado. É difícil, pois, com a internet, agora há tantas pessoas diferentes que irão dizer alguma coisa. Elas vão palpitar sobre algo e alguém vai tomar como verdade.”

“Nós sempre dissemos que a banda nunca se separou, Steven (Tyler) nunca deixou o grupo. Ele queria decolar e fazer uma coisa individual, e levar algum tempo fora. Eu acho que o mais chocante foi que ele nunca conversou com ninguém na banda sobre isso, então nós ficamos meio desconcertados com isso. Pensamos: ‘Se ele quer tirar um tempo fora, então nós encontraremos alguém para cantar até ele voltar’. Nós ainda somos amigos, ainda estamos planejando voltar, tocar, excursionar e fazer outro disco juntos, eu só não sei quando”, adiciona Perry.

Leia aqui a entrevista na íntegra [em inglês].

Fonte: Express & Star

 28 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Joe Perry vai tocar num único show como atração principal, em Londres, dia 13 de abril. O concerto será no 100 Club, com ingressos fixados a 32,50 libras. Os tickets estarão à venda a partir das 9h00 (horário local) de sexta-feira, 19 de fevereiro, pelo site www.livenation.co.uk .

É o início de um período atarefado para Perry. Ele e sua banda solo estarão abrindo para o Bad Company em sua turnê de primavera no Reino Unido (todos os detalhes estão aqui) e, depois, ele se junta ao Aerosmith para a apresentação deles como atração principal no “Download Festival”.

Fonte: Classic Rock

 3 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Uma newsletter do site oficial de Joe Perry foi enviada hoje dando destaque a uma performance de “Let The Music Do The Talking”:

Confira o Joe Perry Project sacudindo o House of Blues de Orlando, FL, com uma versão fantástica de “Let The Music Do The Talking”. Estas imagens são da performance do Project em 2 de dezembro de 2009. Não deixe de conferi-los em turnê em breve.

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Para mais informações sobre “Have Guitar, Will Travel” clique AQUI.

Fonte: JoePerry.com

 25 comentários  |  Publicado por Tássia Valim




Joe Perry disse exclusivamente à Classic Rock que Steven Tyler continuará como um membro do Aerosmith, mesmo que outro vocal esteja sendo trazido.  “Steven não deixou a banda, nem nós o demitimos. Nós estamos tomando como postura que ele está saindo de férias do Aerosmith. Enquanto ele está fora trabalhando em outros projetos, o resto de nós (Perry, o guitarrista Brad Whitford, o baixista Tom Hamilton e o baterista Joey Kramer) quer continuar a tocar ao vivo. Então, nós vamos trazer outro cantor para fazer isso acontecer”, contou, agora, o guitarrista sobre a situação.

“Nós não somos tolos o suficiente para pensarmos que podemos substituir Steven, e isso não é nosso plano. Mas, após 40 anos de trabalho juntos, só não queremos parar. Por quanto tempo Steven ficará afastado? Ele disse que seriam dois anos, mas acredito que ele estará de volta muito mais cedo. Podemos acabar fazendo apenas 10 shows com o novo cara!”

Perry também comentou sobre os nomes especulados atualmente para preencherem a vaga no Aerosmith.

“A cada dia parece haver um novo nome mencionado. Tudo o que acontece é que alguém coloca uma sugestão na internet, ela é aproveitada por outros e, dentro de 24 horas, aquela pessoa é o cantor que escolhemos! A realidade é que conhecemos um monte de vocalistas e temos sondado alguns deles para saber se estariam interessados em se juntar ao grupo. No momento, ninguém recebeu uma oferta para o trabalho.”

“Nós quatro nos falamos o tempo todo no telefone e vamos começar a fazer a escolha (do novo vocal) depois que eu terminar minha turnê com o Joe Perry Project. Tal como está, nós estamos abertos a todas as possibilidades. Podemos até mesmo escolher uma vocalista feminina. Por que não? Há algumas mulheres por aí com grandes vozes.”

O Aerosmith visa resolver a situação na primavera [norte-americana] e voltar à estrada no verão. E Perry espera que a nova formação temporária também leve algumas músicas que a banda não toca há anos.

“Tudo o que eu posso dizer é que esse deve ser um momento muito excitante para o grupo. É uma chance de fazermos algo um pouco diferente, antes que Steven retorne.”

Leia uma grande entrevista com Perry na atual edição da Classic Rock, já à venda.

→ (…) Antes que vocês saibam disso, Mary J. Blige estará oferecendo seus serviços ao Aerosmith!

Fonte: Classic Rock

 26 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




A Classic Rock pode confirmar que Paul Rodgers foi convidado para ser o novo frontman do Aerosmith. Isso aconteceu no “Classic Rock Roll Of Honour”, em Londres, novembro passado, quando os problemas do Aerosmith com o vocalista Steven Tyler estavam apenas começando a surgir.

A premiação foi um encontro de celebridades. O guitarrista do Aerosmith, Joe Perry, e Rodgers estavam entre a multidão de roqueiros famosos na platéia.

Durante uma pausa na cerimônia, Perry abordou Scott Rowley, editor-chefe da Classic Rock, e lhe perguntou: “Você pode me apresentar a Paul Rodgers?”

Surpreendentemente, Perry nunca havia conhecido antes o vocalista do Free, Bad Company, The Firm e Queen.

Rowley guiou Perry à mesa de Rodgers e as duas estrelas estabeleceram uma conversa enquanto Rowley batia papo com a esposa de Rodgers, Cynthia.

No entanto, Jerry Ewing da Classic Rock, que estava sentado na mesa, ouviu por acaso Perry fazer uma abordagem direta a Rodgers sobre a substituição de Tyler no Aerosmith.

“Basicamente, Scott veio com Joe Perry, que tinha pedido para ser apresentado a Paul. Depois de uma introdução inicial, Perry começou a dizer que Rodgers era seu segundo vocalista favorito de todos os tempos”, recorda Ewing.

“Rodgers, previsivelmente, perguntou quem era o (cantor) favorito de Perry, que disse: ‘O vocalista do Aerosmith’, deixando um riso encabulado.”

“A conversa então mudou-se para o que Perry estava fazendo e ele disse que estava tocando com o Joe Perry Project, e eles estavam procurando vir aqui (Inglaterra) e excursionar, ao ponto em que Rodgers considerou a idéia de abrirem para o Bad Company em seus recém-anunciados shows.”

“Depois, Perry começou a contar a Rodgers sobre os problemas com Tyler e que [ele e seus companheiros do Aerosmith] pretendiam continuar, apesar de tudo – e o quanto seria ótimo se Rodgers assumisse o posto, e se ele estaria interessado em fazer um teste.”

“Se eu bem me lembro, houve os habituais chavões ‘lisonjeiros’, mas nenhum compromisso real, como seria de se esperar, nem recusa [direta]… Acho que ele foi surpreendido pelo convite de Perry, que veio inesperadamente. Ele recuperou a compostura e agradeceu a Perry, mas disse que ele estava comprometido com a reunião do Bad Company, assim, cantar no Aerosmith não seria possível.”

A Classic Rock sabe de mais dois grandes nomes que foram procurados para cantar no Aerosmith.

Nós estaremos revelando quinta-feira (28) mais um daqueles nomes no site da revista, com o último nome a ser divulgado na sexta-feira. Portanto, fiquem atentos ao site da Classic Rock.

A edição de março da Classic Rock, que estará à venda próxima quarta-feira (3 de fevereiro), apresenta Joe Perry na capa e contém mais revelações exclusivas do Aerosmith.

Fonte: Classic Rock / Rock Radio

 17 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Joe diz que é assim. No mundo inconstante da banda de rock Aerosmith, o guitarrista Joe Perry traçou os limites [parafraseando a música "Draw The Line", do álbum homônimo de 1977]. O excêntrico vocalista Steven Tyler, que recentemente disse sim à reabilitação, ou quer ficar na banda ou não – seguindo esse caminho, ou talvez não. Perry? O roqueiro sombrio, quieto, de riffs niquelados e tronco de bronze delineado, marcha em frente, disposto a imaginar um Aerosmith sem o seu icônico frotman. E enquanto Perry procura por alguém novo para cantar “Sweet Emotion”, ele lançou um álbum solo. “Have Guitar, Will Travel”, seu quinto lançamento, não é somente o título do disco, mas o seu lema. Esta semana, o guitarrista de 59 anos começa sua turnê por todo o Canadá com sua própria banda, abrindo shows para o Mötley Crüe. Aí vem ele agora.

The Globe And Mail: Você tem o seu álbum solo lançado e está pronto para cair na estrada, mas, primeiro, você pode nos dizer a situação do Aerosmith?

Joe Perry: Agora, nós estamos discutindo sobre a contratação de um outro cantor para substituir Steven. Eu não sei o que está acontecendo com ele, mas até o Aerosmith seguir, nós vamos encontrar alguém para cantar.

Vocês vão partir para alguém desconhecido, um cantor que soa parecido ou vão procurar por algum nome específico?

Eu acho que faria mais sentido, com uma banda como o Aerosmith, conseguir alguém que os fãs pudessem reconhecer. Não faz sentido sair por aí e ser uma banda clone do Aerosmith. Para que ambas as partes obtenham algo fora disso, para seguir em frente musicalmente, é importante ter alguém que seja um legítimo headliner por conta própria.

Seu novo álbum solo foi gravado ao vivo do chão no estúdio. Isso foi em resposta aos álbuns mais recentes do Aerosmith, que tiveram uma sensação mais produzida?

Bem, sim. Eu tenho esperado para fazer um álbum do Aerosmith na mesma forma por muito tempo, especialmente depois de fazer o ”Just Push Play”, em 2001. Eu meio que me senti como se tivesse perdido a posse das gravações. A linha de fundo é que nós continuamos caindo na tecnologia. Nós perdemos de vista do que o Aerosmith faz de melhor – que é tocar ao vivo.

O ex-produtor musical do Aerosmith, John Kalodner, disse recentemente à revista Rolling Stone que vocês não são capazes de fazer um álbum como “Toys in the Attic” porque vocês não têm mais 23 anos. Como você reage a isso?

Eu já fui abordado por centenas de fãs que me perguntaram “por que vocês não fazem um disco como os antigos?”. Eu tentei descobrir exatamente o que eles estão falando. É o som? A forma como as canções foram escritas? As letras? É a forma como as guitarras soam?

Eu acho que o pensamento de Kalodner é que vocês não são as mesmas pessoas que eram na década de 1970.

Quando tínhamos 23 anos, apenas um de nós era casado. Ou talvez ele estava se referindo a nós estarmos despreocupados, tocando por aí, apenas sendo felizes para beber todos os [uísques] Jack Daniels que queríamos, e não nos importando se os empresários estavam roubando de nós, contanto que nosso aluguel estivesse pago. Eu não sei que parte disso que ele (Kalodner) se referiu.

Será que o Aerosmith tem outro ”Toys in the Attic” (dentro) deles?

Nós já fizemos esse registro. Eu não quero ir e repetir isso. Mas, até fazer um álbum que tenha esse tipo de energia que você quer, não há razão alguma de que não podemos – não há motivo de modo algum.

→ Joe Perry abre para o Mötley Crüe na turnê canadense começando dia 23 de janeiro, em Victoria. O tour por 10 cidades passa por Toronto, em 4 de fevereiro, e termina em Montreal, dia 5.

Fonte: The Globe and Mail

 16 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




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