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  As últimas notícias da banda

 

Um ano pode ser uma vida inteira no instável mundo do rock ‘n’ roll, mas quando se está na ativa por 43 anos, o que são 12 meses?

Para o Aerosmith, a última grande banda americana de hard rock dos anos 70, um ano é tempo suficiente para superar todas as coisas ruins que um disse sobre o outro na última década.

Apenas começando, em novembro a lendária banda de Boston lançou “Music from Another Dimension”, primeiro álbum completo de material original desde “Just Push Play”, de 2001.

Hoje, o trem segue seu caminho em Dunedin, quando eles fizerem o primeiro show na Nova Zelândia na mitológica carreira de 43 anos.

Nenhum deles imaginaria estar aqui três anos atrás, quando o guitarrista Joe Perry estava publicamente buscando um novo vocalista e seu parceiro de composição Steven Tyler estava se alistando para um arriscado trabalho como jurado no programa de TV “American Idol”.

As hostilidades entre o time Perry (com os colegas Tom Hamilton, Joey Kramer e Brad Whitford) e Tyler atingiram um ponto aparentemente estagnado. O resultado foi uma sessão brutal no programa “60 Minutes” em agosto passado, que pode ter sido a salvação da banda.

Depois da exibição, o baixista Hamilton ficou supostamente envergonhado com a quantidade de coisas que a banda falou quando a repórter Lara Logan os incitou a se abrirem sobre o ausente vocalista. Ele pode ter ficando ainda mais envergonhado quando brincou que o decote da repórter distraiu a banda e os fez baixar a guarda.

Agora, ele confessa ter feito parte de uma trama para emboscar Tyler.

“Eles iam fazer uma matéria sobre estar na estrada com o Aerosmith, blá-blá-blá”, ele diz em uma ligação dos Estados Unidos.

“Falei com produtor no início e disse, ‘vocês vão falar de novo sobre Steven e Joe usando drogas, sexo, amor e ódio ou vão com tudo pra cima de todos?”

“Eles disseram, ‘Ok, vamos com tudo pra cima de todos’”.

“Isso nos levou a responder todas aquelas perguntas constrangedoras. Perguntaram coisas como ‘você gosta do Steven?’”

“E a gente dizia, ‘ahm… bem, sim’”

“Aí eles perguntam, ‘você ama o Steven?’, e nós dizemos, ‘claro que amamos Steven, nós nos amamos’”.

“Porque isso é verdade. Amamos mesmo um ao outro, mesmo nos odiando às vezes. Nós genuinamente amamos um ao outro.”

“Mas a pergunta ‘vocês gostam um do outro’ é um pouco complicada, porque às vezes ficamos putos…”

“É uma pergunta difícil, mas quer saber, conseguimos responder afirmativamente.”

Hamilton diz que o “60 Minutes” pegou a gravação dos membros da banda falando mal de Tyler e mostraram a ele. Hamilton passou a respeitar mais Tyler quando viu suas respostas igualmente honestas.”

“Atacaram Steven com todas as coisinhas chatas que dissemos sobre ele. Nem deixaram ele se preparar. Simplesmente atiraram nele. Ele respondeu bem.”

Os pedidos de desculpas se alastraram depois que o programa foi ao ar e as duas facções (o absurdamente espalhafatoso e exagerado Tyler sozinho qualifica um país pequeno) puderam se falar por tempo suficiente até encontrar um desejo comum de voltar à ativa.

Hamilton brinca que tocar baixo em uma banda de hard rock por toda a sua vida adulta foi um trabalho sujo, mas alguém precisava fazer.

“É, preciso arranjar muita motivação pra sair da cama de manhã. É muito difícil.”

“Sabe, eu poderia passar o dia trabalhando pesado. Poderia passar o dia somando fatores em uma escritório – mas não, eu sacrifico tudo isso por o que faço.”

Seu jeito musculoso de tocar baixo, combinado com a potente bateria de Joey Kramer, o duo blues de guitarra de Perry e Whitford e as extraordinárias voz e performance de Tyler impulsionaram o Aerosmith por uma carreira que gerou mais de 150 milhões de álbuns vendidos desde 1970, o máximo que qualquer banda dos Estados Unidos já conseguiu.

Tyler e Perry, maldosamente apelidados de “Toxic Twins” (gêmeos tóxicos), compuseram a maior parte do material da banda, mas Hamilton também contribuiu, incluindo a épica linha de baixo de “Sweet Emotion”, do álbum Toys in the Attic (1975) e a memorável introdução da ganhadora do Grammy “Janie’s Got a Gun”, do “Pump” (19898).

A consciência melódica de Hamilton sempre se estendeu além do seu instrumento escolhido, ele diz, mesmo nos seus anos iniciais, quando começava bandas com Joe Perry em Boston em 1970.

“Eu escutava outros baixistas e sabia o que acontecia em cada música, mas o que importava era a música em si, antes de tudo. Músicas dos Beatles, músicas dos Stones, o que fosse.”

“Se a música não era boa, não me interessava só por ter um bom  baixo. Muitas músicas ótimas nem ficam famosas, eu gostavam de muitas assim.”

“Isso mostra que existem músicas muito empolgantes que não necessariamente vendem, vendem e vendem.”

“Nosso álbum, por exemplo”, ele ri, sem ironia.

Os críticos foram justos, mas o consenso é de que “Music from Another Dimension” não está à altura de clássicos discos dos anos 70, como “Toys in the Attic” e “Rocks”. As vendas não foram tão bem, apesar da grande publicidade cercando as circunstâncias da pouco convencional reunião do Aerosmith.

Hamilton diz que fica melhor com o tempo e que tem orgulho de ter algumas primeiras vezes nele.

“Eu sou um homem solitário em um movimento ‘Mein Kampf’ de fazer as pessoas escutarem nosso novo álbum. Vamos, gente, ouçam!”

Hamilton pergunta se eu ouvi a versão normal ou deluxe do CD e fica satisfeito quando digo que ouvi sua música “Up on the Mountain”, do disco bônus da edição deluxe.”

“É minha estreia cantando. Em mais de 40 anos, é a primeira vez que cantei em uma música do Aerosmith.”

Assim como todos os integrantes, ele tem créditos de composição no álbum, incluindo a exótica balada “Tell Me”, mais uma primeira vez para Hamilton.

“Essa música está comigo há muito tempo. Jack Douglas, o produtor, ouviu a demo e com base nisso, fez a banda trabalha-la e convenceu Steven a colocar uma voz bem legal nela.”

“Era um objetivo meu compor uma música inteira, com letra e tudo, e ter Steven colocando a qualidade da sua voz nela… Ele se entregou e fez uma voz muito boa e emocional.”

Então o espírito da democracia está vivo no Aerosmith?

“Acho que depois de tantos anos, e este sendo um álbum que encaramos como um retorno, todo mundo quis contribuir – um demonstrativo de onde estávamos criativamente.”

“Queríamos contribuir com boas músicas para um bom disco do Aerosmith. Estou satisfeito com as músicas que compus.”

Hamilton diz que gravar o álbum encerrou quaisquer dúvidas que os integrantes da banda possam ter tido sobre o atual estado das coisas. “Acho que provamos que podemos gravar um novo disco juntos. Depois de dez anos começamos a pensar se conseguimos passar por isso.”

“Pode ser difícil às vezes, mas quero dar uma resposta apropriada a essa pergunta: eu queria voltar agora mesmo e gravar mais um álbum com o que sobrou de material interessante.”

“Seria legal simplesmente chegar e fazer, com o propósito de ser o mais rápido possível e ainda ser legal.”

“Sem examinar cada segundo de cada guitarra no álbum. Simplesmente tocando.Se ficar boa, usamos. Sem analisar.”

“A gente tende a analisar demais. Reparamos em detalhes que chegam a ser ridículos. Normalmente somos excessivos.”

Apesar de não estar bombando nos rankings internacionais da maneira como Hamilton gostaria, “Music from Another Dimension” demonstra bem que o Aerosmith como unidade musical está longe do fim.

Nas faixas mais pesadas, a banda é implacável, conduzida pelo refinado baixo de Hamilton e pelo incontrolável Joey Kramer, cujo pé direito é o epicentro sônico de cada disco que o Aerosmith gravou desde o “Pump”.

As faixas instrumentais foram basicamente gravadas ao vivo no álbum, o que leva a crer que quando subirem ao palco em Dunedin semana que vem, o Aerosmith vai oferecer uma apresentação afiada.

Hamilton diz que a notoriamente pedante preparação os levou a se soltarem no estúdio.

“Nós tocávamos de bobeira e percebemos que precisávamos de algo mais para trabalhar as músicas, porque não conseguíamos ouvir uns aos outros. Então, entrávamos em uma salinha no canto do depósito em que ficava nosso estúdio com três amplificadores pequenos. Trabalhávamos as músicas ali até elas ficarem preenchidas e com um arranjo que todo mundo gostasse. No minuto em que todos concordavam com o arranjo, voltávamos ao estúdio com o equipamento completo, prontos para começar.”

Hamilton é um fã confesso de história e acredita que quando tudo acabar, o Aerosmith vai ser lembrado na história do rock por ter separado barreiras culturais e raciais, mesmo sem ter essa intenção.

Quando a dupla de hip-hop Run DMC deu um toque de beat-box ao ritmo clássico de “Walk This Way” em 1986, não apenas o Aerosmith acordou do coma de drogas dos anos 80, mas também foi inventada uma nova linguagem musical que dura até hoje.

“Não acho que vão nos creditar como inovadores ou criadores de um estilo”, ele diz. “Acho que não vamos receber créditos por criar mudanças na direção da música, mas a colaboração entre nós e o Run DMC ficou perto disso.”

“Foi uma mudança cultural quando repentinamente rock e hip-hop foram combinados, e quando se combina música, se combinam as pessoas que fazem a música, não importa de que raça eles sejam.”

“Foi legal. Foi um jeito de romper barreiras. Não achei que seria creditado por abrir um novo ponto cultural, mas hey, aceito isso.”

Hamilton está ciente, mas pouco interessado, de que sua banda e seu próprio jeito de tocar influenciaram uma legião de imitadores, entre eles, Nikki Sixx do Motley Crue, Guns ‘N’ Roses e inúmeras bandas de hard rock.

“No começo, nossa equipe vinha até nós e dizia, ‘Você não fica com raiva quando eles te copiam?’ Mas eu não via assim. Não, nada a ver.”

“Mas é engraçado saber que um número de pessoas se inspirou em nós ao ponto de repararem como a música deles se parecia com a nossa. É uma sensação legal, com certeza.”

Passamos dos dez minutos programados de entrevista, mas Hamilton continua conversando. Quase esqueço que estou conversando com um deus do rock no meu universo, o baixista de uma das bandas de rock mais famosas, influentes e polêmicas da minha vida.

Existe um cansaço notável no sotaque nasal de Boston de Hamilton quando pergunto sobre o passado negro, mas ele é profissional e é rápido ao deixar o assunto leve.

Pergunto se o público da Nova Zelândia vai ouvir velharias ou coisas novas. “Vamos tocar algumas músicas do disco novo que achamos que o público vai receber bem.”

“Queremos dar à audiência nossa força total. Vai ter um telão maneiro que vai reforçar a história e a sensação das diferentes eras da banda, e vamos levar isso a uma conclusão. Vai ser ótimo.”

Um colega de trabalho fez um pedido antes da entrevista por “What it Takes”, e como despedida, cumpro meu dever perguntando a Hamilton se eles vão tocá-la no Forsyth Barr Stadium.

“Sem dúvidas”, ele rir. “Faz séculos desde a última vez que essa música não foi tocada.”

Fonte: Stuff.co.nz (24/04)

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 3 comentários  |  Publicado por Carol




Ouça “What Could Have Been Love” aqui!
(letra e tradução)

O RollingStone.com vai estrear o novo álbum do Aerosmith, “Music from Another Dimension!”, uma faixa por vez, nas semanas que antecedem o lançamento em 6 de novembro.

“What Could Have Been Love” é o tipo de power ballad que dominou a jornada de hits do Aerosmith na década de 1990, para a irritação de muitos fãs antigos que acompanharam o trabalho inicial e mais pesado da banda. Mas aquele lado do grupo fez parte de seu repertório desde os anos 70, pelo menos desde “You See Me Crying” no “Toys in the Attic”, de 1975.

A nova música, outra colaboração com o frequente co-escritor Marti Frederiksen, abre com uma melodia de guitarra cintilante e Steven Tyler cantando, ”Eu acordo e me pergunto / como tudo deu errado / Sou eu o culpado?” (”I wake up and wonder / how everything went wrong / Am I the one to blame?”). É acompanhada pelo segundo videoclipe de “Music From Another Dimension!”, que mostra Tyler em um bar se lamentando miseravelmente sobre um relacionamento fracassado, enquanto o resto da banda está feliz jogando sinuca, conforme a música vai ficando mais chorosa.

“Marti e eu tínhamos passado por divórcio: Você já teve sentimentos sobre isso? Você já pensou sobre isso?”, diz Tyler. “Tudo começou a partir daí: ‘O que poderia ter sido amor, deveria ter sido a única coisa que estava destinada a ser, não conseguia ver o que estava bem na minha frente’ (’What could have been love, it should have been the only thing that was ever meant to be, couldn’t see what was right in front of me’). Então muitas pessoas estão se divorciando agora. Quando você tem filhos, você ainda ama a mãe (de seus filhos) um pouco. Qualquer um que valorize a alma deles vai admitir isso.”

Quem também obteve crédito de co-autor na música é o tecladista da banda, Russ Irwin, que teve um hit no Top 40 (das paradas) como artista solo em 1991 com a balada romântica sussurrante “My Heart Belongs to You”. Tanto Irwin como Frederiksen fizeram vocais de apoio em “What Could Have Been Love”.

“É uma canção mágica”, diz Tyler sobre a composição.

O produtor do álbum, Jack Douglas, recebe um crédito de co-produtor, mas a música cai em cheio na zona de conforto mais pop de Frederiksen, que produziu a faixa com Tyler. “Jack é o supremo”, disse o baixista Tom Hamilton durante as sessões do álbum. “Ele realmente trouxe (de volta) toda nossa base. Mas Marti teve uma grande influência, apenas dando um bom exemplo de forma criativa.”

Fonte: Rolling Stone

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 6 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Ouça “Tell Me” aqui!

O RollingStone.com vai estrear o novo álbum do Aerosmith, “Music from Another Dimension!”, uma faixa por vez, nas semanas que antecedem o lançamento em 6 de novembro.

O Aerosmith acalmou as coisas com a emocional “Tell Me”, que começa com uma guitarra acústica e uma voz de coração partido de Steven Tyler lamentando a perda de seu amor: “Acho que tenho que aceitar / Eu nunca fui o cara…” (”I guess I have to accept it / I was never the one… Why was it there for me / but not for you?”), afirma ele.

Tem um pouco de “Norwegian Wood”, dos Beatles, nos acordes iniciais, que constroem o caminho para um refrão melancólico. “Tell Me” foi escrita pelo baixista Tom Hamilton, que contribui com canções desde “Uncle Salty”, de 1975. Esta, porém, foi a primeira a ter letras escritas por ele. (Tom foi inspirado por um curso online de composição da Berklee College of Music, em Boston, onde Joey Kramer e Brad Whitford, do Aerosmith, estudaram.)

“Eu tinha esses acordes e pensei que talvez pudesse tentar escrever a letra”, disse Hamilton. “Foi uma experiência completamente nova para mim. A canção é sobre um amor perdido, mas estou casado desde que tenho 25 anos. Minha esposa disse ‘que diabos você sabe sobre isso?’, mas estava só evocando um sentimento que tinha de quando ouvia Beatles e Stones na infância – eu sempre amei as canções de amor solitárias deles.”

Tyler ficou intrigado com as palavras de Hamilton. “Eu não sei como você consegue escrever em termos tão eloquentes sem estar apaixonado – nós podemos discutir isso mais tarde”, afirmou o cantor antes de descrever o baixista como um “gênio”. (Tyler ouviu “Tell Me” depois que as faixas básicas foram feitas pela banda.)

(O vocalista observa que as linhas cruciais do baixo de Hamilton foram a faísca por trás de décadas de sucessos, a partir de “Sweet Emotion”, de 1975, até “Janie’s Got a Gun”, de 1989. “Ele pode ser um baixista, mas sua sensibilidade melódica em um baixo de 12 cordas e as coisas que ele escolhe são simplesmente brilhantes”, diz Tyler, que também tocou bandolim em “Tell Me”. “Ele tem um ótimo ouvido. Ele não fez isso por um tempo apenas porque não tivemos tempo para isso. Nós fizemos dessa vez e eu fiquei desnorteado.”)

Conheça todas as músicas novas do Aerosmith aqui!

Fonte: Rolling Stone Brasil/Rolling Stone

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 28 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




O filho de John Lennon, Julian, divulgou nesta terça-feira (3) em sua página oficial no Facebook uma nova informação sobre a suposta participação dele no álbum do Aerosmith, “Music From Another Dimension!”.

“A mixagem de ‘Someday’ com Steven Tyler, e ‘In Between’ finalmente está pronta. Soam fabulosas, realmente muito boas! Eu não poderia estar mais feliz… Estou voltando [de Los Angeles] para casa.”

Será que o nome da gravadora de Julian Lennon, Music From Another Room, serviu de inspiração para o Aerosmith?

Em junho, pelo Twitter, Marti Frederiksen disse que é o responsável pela produção de três faixas do novo CD do Aerosmith, mas não revelou os nomes. “Escrevi uma música legal com meu irmão Steven Tyler, Julian Lennon e Mark Spiro. Foi divertido! Eu amo música… Mal posso esperar até que o mundo ouça o novo álbum do Aerosmith!!! Tive a sorte de produzir três músicas que eu co-escrevi!!!”

Em entrevista ao Huffington Post publicada no início do último mês, Joe Perry desconversou ao ser perguntado se Julian participaria do álbum do Aerosmith. No entanto, durante um bate-papo no talk show de Craig Ferguson, que foi ao ar no dia 8 de maio nos Estados Unidos, Steven já havia confirmado a parceria com Julian Lennon. Também em maio, Julian divulgou uma foto em seu Facebook tirada durante as gravações no estúdio do Aerosmith.

Fonte: Facebook

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 9 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




O Aerosmith mudou a data de lançamento de seu novo disco, “Music From Another Dimension!”, de 28 de agosto para novembro [*em entrevista recente à rádio WGBH, Tom Hamilton já havia dito que provavelmente o álbum seria adiado para outubro].

A banda não deu qualquer declaração para a mudança, mas ao mesmo tempo que todas as músicas já estavam gravadas [de Nova York, o produtor Jack Douglas postou em seu perfil oficial no Facebook, na última quinta, 21/6, que o disco estaria finalizado], Steven Tyler e Joe Perry ainda estavam trabalhando nos mixes, quando tiveram que partir para a “Global Warming Tour!” com o Cheap Trick, que chega a Toronto nesta quarta-feira (27).

“Music From Another Dimension!” será o primeiro álbum com todo material inédito do Aerosmith desde “Just Push Play”, de 2001.

Fonte: Q104.3/Blabbermouth.net/Facebook

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 22 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Lauren Alaina está comemorando um monte de novidades: primeiras indicações a prêmios, primeiro ano em Nashville, primeira grande turnê de música country e a primeira vez no estúdio com a realeza do rock…

Agora, Lauren está em turnê com o Sugarland, mas antes de cair na estrada com a dupla de estrelas, ela viveu ainda outro sonho: gravar uma música com o Aerosmith. A estrela de 17 anos contribuiu com vocais de apoio para uma canção chamada “Oh Yeah”, que deve aparecer no próximo álbum dos roqueiros, “Music From Another Dimension!”

“Eu não tenho certeza se a música vai estar no álbum ou não, porque eles ainda estão tomando as decisões finais”, admite Lauren. “Mas eu estive no estúdio com o Aerosmith, e isso é incrível para mim. É legal dizer que Steven Tyler é meu amigo. Eu tenho muita sorte.”

Cantar com o Aerosmith e Jason Aldean, disputar prêmios importantes e se apresentar para plateias lotadas, tudo isto aconteceu em pouco mais de um ano para essa cheerleader

Fonte: The Boot

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 11 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Até há pouco tempo atrás, uma reunião do Aerosmith, muito menos uma turnê e álbum pareciam improváveis, enquanto o vocalista Steven Tyler e o guitarrista Joe Perry duelavam abertamente.

Os atritos permanecem, mas os dois tiveram uma trégua para gravar o 15º disco de estúdio, “Music From Another Dimension!”, e estão de volta à estrada.

O quinteto de Boston, que também inclui o guitarrista Brad Whitford, o baixista Tom Hamilton e o baterista Joey Kramer, começa sua turnê “Global Warming” em Minneapolis. “Dimension!”, o primeiro CD do Aerosmith totalmente inédito desde “Just Push Play”, de 2001, chega às lojas em 28 de agosto [*em entrevista recente à rádio WGBH, porém, Tom disse que provavelmente o álbum seria adiado para outubro].

“Um ano atrás, ninguém queria fazer um álbum”, diz Tyler, de 64 anos. “Agora, nós estamos todos na mesma página, e viemos queimando a vela pelas duas pontas. Tudo vem junto quando a banda sobe ao palco. É maravilhoso, e todo o lixo se derrete. É quando a banda é (de fato) uma banda, não importa o que mais está acontecendo.”

A rixa entre Tyler e Perry pegou fogo em 2010, quando o vocalista se tornou um jurado do “American Idol” sem informar previamente seus colegas de banda.

Enquanto os ânimos esfriaram, contestando, “são negócios como de costume”, diz Perry, de 61 anos. “Nós não concordamos em tudo. Mas a máquina é maior que as (duas) partes. Nós todos sabemos disso e resolvemos o que tínhamos de resolver.”

“Algumas coisas pessoais foram exageradas, e algumas coisas foram mal interpretadas (na imprensa). Estivemos trabalhando juntos no disco pelos últimos quatro meses. Se não tivéssemos desentendimentos, algo estaria errado, e o álbum não seria o que ele é.”

Então o que é? “Dimension!”, um verdadeiro esforço de equipe “planejado com todos na sala (de estúdio)”, lembra o marco de 1976, “Rocks”, diz Perry.

Observando a diversidade estilística do álbum (preste atenção num dueto com Carrie Underwood), Tyler tem orgulho especial da canção “Beautiful”, que “é tão estranha que ninguém pensou que era uma música do Aerosmith”, diz ele. “Levei cinco meses para convencer a banda a gostar dela. É por isso que eles me odeiam. Sou difícil de lidar. Eu gosto de correr riscos.”

Perry espera encaixar o single “Legendary Child” e duas ou três outras músicas novas nos shows de verão [hemisfério norte], pois, conforme ele diz, “tocar metade do disco (novo) não satisfaria o público.”

“Nós temos um catálogo de 40 anos, e cada clássico que tiramos do repertório vai ser perdido por algum garoto que ainda não tenha escutado ao vivo, seja ‘Walk This Way’, ‘Dream On’ ou ‘Jaded’. Temos que honrar isso. Vai ser um verdadeiro show de rock ‘n’ roll.”

Fonte: USA Today

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 15 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Os fãs do Aerosmith podem esperar um álbum que “realmente abrange todas as diferentes eras da banda” quando “Music From Another Dimension!” – o primeiro disco novo dos Bad Boys de Boston em oito anos – sai em 28 de agosto, de acordo com o baixista Tom Hamilton [*em entrevista recente à rádio WGBH, porém, Tom disse que provavelmente o álbum seria adiado para outubro].

“Vai ser tipo, um álbum de 14 músicas, então vai ter um monte de faixa”, disse Hamilton à Billboard.com sobre a obra, que foi co-produzida por Steven Tyler e Joe Perry, juntamente com o antigo parceiro Jack Douglas, incluindo trabalho adicional de Marti Frederiksen. “Eu acho que (o álbum) meio que reflete todas as épocas de nossa carreira, tudo o que aprendemos ao longo dos séculos – a era dos anos 70, apenas músicas de rock com muitos riffs, e então, o material seguinte que é mais melódico, com mais baladas, aí nós passamos a ter garotas na nossa plateia. Está tudo lá.”

Hamilton diz que todos os cinco membros da banda escreveram para o álbum, embora o time Tyler-Perry tenha dominado, é claro. O Aerosmith também selecionou “músicas que foram escritas ao longo de nossas vidas” – incluindo o primeiro single, “Legendary Child”.

“Tínhamos essas músicas que nos deixaram realmente entusiasmados”, explica Hamilton, “mas nunca senti que nós tínhamos um produtor ou o apoio da gravadora para algumas dessas faixas mais excêntricas, que são muito semelhantes ao que fazíamos nos anos 70. Jack Douglas foi o nosso produtor naquela época, e ele tem um bom ouvido para as coisas estranhas e como o material estranho se transforma em ótimas músicas do Aerosmith. Então esse é o processo que aconteceu nesse disco.”

Uma inclusão surpresa é um cover de “Shakey Ground”, que foi um hit de 1975 do Temptations, no entanto, o Aerosmith baseou a sua versão na de Etta James. “Precisávamos de músicas extras para o Japão e Europa”, relembra Hamilton, “e nós pensamos, ‘OK, nós estamos correndo para ter todas as nossas próprias canções escritas. Talvez devêssemos fazer alguns covers‘. Eu esqueci quem trouxe a ideia (Shakey Ground), nós a testamos e no decorrer da gravação tínhamos nos divertido tanto com ela que nós queríamos colocá-la no álbum. Nós gostamos de mostrar nossas raízes funk, além de mostrar que podemos balançar os traseiros das pessoas.”

O álbum também pode incluir alguns convidados, acrescenta Hamilton, mas “não está tudo 100% definido até o momento. Há ainda decisões a serem tomadas, então é um pouco cedo para falar sobre isso.”

Hamilton diz que a melhor parte de “Music From Another Dimension!” é ter música nova para tocar na estrada quando o Aerosmith começar sua “The Global Warming Tour!” com o Cheap Trick, neste sábado (16), em Minneapolis. O grupo planeja tocar “Legendary Child”, e mesmo que seja cauteloso de expor o resto das músicas novas para as câmeras de celulares dos fãs, “nós provavelmente iremos dizer, ‘Para o inferno!’, e tocá-las porque elas são divertidas. Estamos muito entusiasmados para tocar algumas delas ao vivo. Nós não tivemos um álbum de material inédito por um longo tempo, então isso realmente faz você se sentir como se estivesse andando por aí com uma arma carregada. Eu quero que nós sejamos conhecidos como uma banda que ainda está a todo vapor.”

Fonte: Billboard.com

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 5 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




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