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Você deve se lembrar deles pela baladinha dos anos 90 “I Don’t Want to Miss a Thing”, mas o Aerosmith conseguiu sustentar uma carreira de 40 anos contrariando todas as expectativas. Darren Levin conversou com o baixista Tom Hamilton para descobrir como.

A última vez que o Aerosmith saiu em turnê pela Austrália, o bungee jump estava em alta. Era 1989 e a parte de final de uma longa e cansativa turnê mundial que havia começado na Alemanha e terminado no Perth Entertenmaint Centre, quase um ano depois. Era uma boa época para essa notoriamente volátil banda. Eles tinham acabado de lançar o disco multi-platina “Pump”, com sucessos como “Love in Elevator” e “Janie’s Got a Gun”, apareceram no “Saturday Night Live” e nos “Simpsons”, e finalmente largaram a bebida e as drogas. Então, em uma tarde ensolarada na costa dourada, o baixista Tom Hamilton e o baterista Joey Kramer decidiram tomar uma atitude.

“Queria pular de uma ponte com uns malucos por aventura”, relembra Hamilton diretamente de Boston, onde a banda se formou em 1970, “mas o lugar era ao lado do Sea World. Tinha muita gente esperando com a namorada. Lembro de ter me divertido muito. Só queria que não tivesse demorando tanto para voltarmos.” Então, por que a demora? “Essa banda é famosa por ser complicada e difícil de organizar”, ele diz. “Vamos colocar a culpa nisso.”

“Complicada e difícil de organizar” é subestimar levemente a última década na vida de 40 anos do Aerosmith. A história do 15° álbum de estúdio da banda, “Music from Another Dimension”, é uma novela que começou em 2006 e só terminou com o lançamento no final de 2012. Aconteceram lesões no palco e diversas cirurgias. Sessões abortadas com produtores de grande nome e turnês interrompidas. Álbuns solos e autobiografias. Hamilton venceu o câncer na garganta duas vezes, Joe Perry machucou o joelho duas vezes e o vocalista Steven Tyler desenvolveu um vício em analgésicos que o levou à reabilitação pela oitava vez. As coisas ficaram particularmente ruins quando Perry anunciou que eles testariam outros cantores para substituir Tyler enquanto ele se recuperava. Tyler enviou uma carta pelo seu advogado.

“Parece que a cada dois anos precisamos passar por dificuldades assim”, diz Hamilton. “Espero que pare de acontecer frequentemente, porque sempre demora um tempo para nos recuperarmos e reunir a banda. Deus sabe que não temos todo o tempo do mundo. Precisamos ser espertos, aproveitar o que temos e seguir em frente.”

Resistência provavelmente não estava na cabeça de Hamilton quando ele formou o Aerosmith com Kramer, Tyler e Perry em Boston em 1970. O guitarrista rítmico Brad Whitford  entrou um ano depois, solidificando uma formação que duraria por mais de 40 anos. Enquanto outras bandas se separaram, sucumbiram ao abuso de substâncias ou simplesmente desapareceram, o Aerosmith continuou porque eles conseguiram se reinventar continuamente.

No final dos anos 70, eles deram um contexto americano à invasão britânica blues-rock, com uma trilogia de discos clássicos (“Get Your Wings”, “Toys in the Attic” e “Rocks”). Nos anos 80, eles abraçaram um som mais pop e conheceram o sucesso nas paradas com “Permanent Vacation” e “Pump”, antes de sem querer trazer o hip-hop ao mainstream, através do cover de “Walk This Way” do Run DMC. Os anos 90 foram particularmente frutíferos. “Get a Grip” vendeu 20 milhões de cópias mundialmente e gerou clipes memoráveis estrelando Edward Furlong (“Exterminador do Futuro 2”), Alice Silverstone (“As Patricinhas de Beverly Hills”) e a filha de Steven Tyler, Liv. Então, veio “I Don’t Want to Miss a Thing”, balada escrita por Diane Warren (conhecida pelos fãs como “A Música Que Não Me Atrevo a Dizer o Nome”) que deu a eles o primeiro single n°1 após 28 anos em 1998.

A década passada foi a mais tumultuosa e menos produtiva, mas Hamilton diz que eles continuam bons como sempre ao vivo. “Amo poder viajar por 20 mil quilômetros e ainda encontrar fãs. Estar no palco está sendo mais legal que nunca. Muito disso tem a ver com a tecnologia e o som das coisas, a maneira como ouvimos uns aos outros, podendo nos antecipar.”

“Podemos usar uma produção espetacular e fazer algo teatral”, ele continua. “Somos fãs de drama no palco. Sou grato por ainda fazermos isso. Espero que o tempo entre esta turnê e a próxima viagem para Austrália seja bem mais curto.”

Isso se aplica a um novo álbum também? “Se dependesse de mim, faríamos esses shows e voltaríamos direto para o estúdio”, Hamilton explica. “Não tem desculpa para um álbum demorar tanto… Precisamos aprender isso. Espero que não demore muito até voltarmos ao estúdio e gravarmos o próximo.”

Fonte: FasterLouder (04/04)

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 2 comentários  |  Publicado por Carol




Um ano pode ser uma vida inteira no instável mundo do rock ‘n’ roll, mas quando se está na ativa por 43 anos, o que são 12 meses?

Para o Aerosmith, a última grande banda americana de hard rock dos anos 70, um ano é tempo suficiente para superar todas as coisas ruins que um disse sobre o outro na última década.

Apenas começando, em novembro a lendária banda de Boston lançou “Music from Another Dimension”, primeiro álbum completo de material original desde “Just Push Play”, de 2001.

Hoje, o trem segue seu caminho em Dunedin, quando eles fizerem o primeiro show na Nova Zelândia na mitológica carreira de 43 anos.

Nenhum deles imaginaria estar aqui três anos atrás, quando o guitarrista Joe Perry estava publicamente buscando um novo vocalista e seu parceiro de composição Steven Tyler estava se alistando para um arriscado trabalho como jurado no programa de TV “American Idol”.

As hostilidades entre o time Perry (com os colegas Tom Hamilton, Joey Kramer e Brad Whitford) e Tyler atingiram um ponto aparentemente estagnado. O resultado foi uma sessão brutal no programa “60 Minutes” em agosto passado, que pode ter sido a salvação da banda.

Depois da exibição, o baixista Hamilton ficou supostamente envergonhado com a quantidade de coisas que a banda falou quando a repórter Lara Logan os incitou a se abrirem sobre o ausente vocalista. Ele pode ter ficando ainda mais envergonhado quando brincou que o decote da repórter distraiu a banda e os fez baixar a guarda.

Agora, ele confessa ter feito parte de uma trama para emboscar Tyler.

“Eles iam fazer uma matéria sobre estar na estrada com o Aerosmith, blá-blá-blá”, ele diz em uma ligação dos Estados Unidos.

“Falei com produtor no início e disse, ‘vocês vão falar de novo sobre Steven e Joe usando drogas, sexo, amor e ódio ou vão com tudo pra cima de todos?”

“Eles disseram, ‘Ok, vamos com tudo pra cima de todos’”.

“Isso nos levou a responder todas aquelas perguntas constrangedoras. Perguntaram coisas como ‘você gosta do Steven?’”

“E a gente dizia, ‘ahm… bem, sim’”

“Aí eles perguntam, ‘você ama o Steven?’, e nós dizemos, ‘claro que amamos Steven, nós nos amamos’”.

“Porque isso é verdade. Amamos mesmo um ao outro, mesmo nos odiando às vezes. Nós genuinamente amamos um ao outro.”

“Mas a pergunta ‘vocês gostam um do outro’ é um pouco complicada, porque às vezes ficamos putos…”

“É uma pergunta difícil, mas quer saber, conseguimos responder afirmativamente.”

Hamilton diz que o “60 Minutes” pegou a gravação dos membros da banda falando mal de Tyler e mostraram a ele. Hamilton passou a respeitar mais Tyler quando viu suas respostas igualmente honestas.”

“Atacaram Steven com todas as coisinhas chatas que dissemos sobre ele. Nem deixaram ele se preparar. Simplesmente atiraram nele. Ele respondeu bem.”

Os pedidos de desculpas se alastraram depois que o programa foi ao ar e as duas facções (o absurdamente espalhafatoso e exagerado Tyler sozinho qualifica um país pequeno) puderam se falar por tempo suficiente até encontrar um desejo comum de voltar à ativa.

Hamilton brinca que tocar baixo em uma banda de hard rock por toda a sua vida adulta foi um trabalho sujo, mas alguém precisava fazer.

“É, preciso arranjar muita motivação pra sair da cama de manhã. É muito difícil.”

“Sabe, eu poderia passar o dia trabalhando pesado. Poderia passar o dia somando fatores em uma escritório – mas não, eu sacrifico tudo isso por o que faço.”

Seu jeito musculoso de tocar baixo, combinado com a potente bateria de Joey Kramer, o duo blues de guitarra de Perry e Whitford e as extraordinárias voz e performance de Tyler impulsionaram o Aerosmith por uma carreira que gerou mais de 150 milhões de álbuns vendidos desde 1970, o máximo que qualquer banda dos Estados Unidos já conseguiu.

Tyler e Perry, maldosamente apelidados de “Toxic Twins” (gêmeos tóxicos), compuseram a maior parte do material da banda, mas Hamilton também contribuiu, incluindo a épica linha de baixo de “Sweet Emotion”, do álbum Toys in the Attic (1975) e a memorável introdução da ganhadora do Grammy “Janie’s Got a Gun”, do “Pump” (19898).

A consciência melódica de Hamilton sempre se estendeu além do seu instrumento escolhido, ele diz, mesmo nos seus anos iniciais, quando começava bandas com Joe Perry em Boston em 1970.

“Eu escutava outros baixistas e sabia o que acontecia em cada música, mas o que importava era a música em si, antes de tudo. Músicas dos Beatles, músicas dos Stones, o que fosse.”

“Se a música não era boa, não me interessava só por ter um bom  baixo. Muitas músicas ótimas nem ficam famosas, eu gostavam de muitas assim.”

“Isso mostra que existem músicas muito empolgantes que não necessariamente vendem, vendem e vendem.”

“Nosso álbum, por exemplo”, ele ri, sem ironia.

Os críticos foram justos, mas o consenso é de que “Music from Another Dimension” não está à altura de clássicos discos dos anos 70, como “Toys in the Attic” e “Rocks”. As vendas não foram tão bem, apesar da grande publicidade cercando as circunstâncias da pouco convencional reunião do Aerosmith.

Hamilton diz que fica melhor com o tempo e que tem orgulho de ter algumas primeiras vezes nele.

“Eu sou um homem solitário em um movimento ‘Mein Kampf’ de fazer as pessoas escutarem nosso novo álbum. Vamos, gente, ouçam!”

Hamilton pergunta se eu ouvi a versão normal ou deluxe do CD e fica satisfeito quando digo que ouvi sua música “Up on the Mountain”, do disco bônus da edição deluxe.”

“É minha estreia cantando. Em mais de 40 anos, é a primeira vez que cantei em uma música do Aerosmith.”

Assim como todos os integrantes, ele tem créditos de composição no álbum, incluindo a exótica balada “Tell Me”, mais uma primeira vez para Hamilton.

“Essa música está comigo há muito tempo. Jack Douglas, o produtor, ouviu a demo e com base nisso, fez a banda trabalha-la e convenceu Steven a colocar uma voz bem legal nela.”

“Era um objetivo meu compor uma música inteira, com letra e tudo, e ter Steven colocando a qualidade da sua voz nela… Ele se entregou e fez uma voz muito boa e emocional.”

Então o espírito da democracia está vivo no Aerosmith?

“Acho que depois de tantos anos, e este sendo um álbum que encaramos como um retorno, todo mundo quis contribuir – um demonstrativo de onde estávamos criativamente.”

“Queríamos contribuir com boas músicas para um bom disco do Aerosmith. Estou satisfeito com as músicas que compus.”

Hamilton diz que gravar o álbum encerrou quaisquer dúvidas que os integrantes da banda possam ter tido sobre o atual estado das coisas. “Acho que provamos que podemos gravar um novo disco juntos. Depois de dez anos começamos a pensar se conseguimos passar por isso.”

“Pode ser difícil às vezes, mas quero dar uma resposta apropriada a essa pergunta: eu queria voltar agora mesmo e gravar mais um álbum com o que sobrou de material interessante.”

“Seria legal simplesmente chegar e fazer, com o propósito de ser o mais rápido possível e ainda ser legal.”

“Sem examinar cada segundo de cada guitarra no álbum. Simplesmente tocando.Se ficar boa, usamos. Sem analisar.”

“A gente tende a analisar demais. Reparamos em detalhes que chegam a ser ridículos. Normalmente somos excessivos.”

Apesar de não estar bombando nos rankings internacionais da maneira como Hamilton gostaria, “Music from Another Dimension” demonstra bem que o Aerosmith como unidade musical está longe do fim.

Nas faixas mais pesadas, a banda é implacável, conduzida pelo refinado baixo de Hamilton e pelo incontrolável Joey Kramer, cujo pé direito é o epicentro sônico de cada disco que o Aerosmith gravou desde o “Pump”.

As faixas instrumentais foram basicamente gravadas ao vivo no álbum, o que leva a crer que quando subirem ao palco em Dunedin semana que vem, o Aerosmith vai oferecer uma apresentação afiada.

Hamilton diz que a notoriamente pedante preparação os levou a se soltarem no estúdio.

“Nós tocávamos de bobeira e percebemos que precisávamos de algo mais para trabalhar as músicas, porque não conseguíamos ouvir uns aos outros. Então, entrávamos em uma salinha no canto do depósito em que ficava nosso estúdio com três amplificadores pequenos. Trabalhávamos as músicas ali até elas ficarem preenchidas e com um arranjo que todo mundo gostasse. No minuto em que todos concordavam com o arranjo, voltávamos ao estúdio com o equipamento completo, prontos para começar.”

Hamilton é um fã confesso de história e acredita que quando tudo acabar, o Aerosmith vai ser lembrado na história do rock por ter separado barreiras culturais e raciais, mesmo sem ter essa intenção.

Quando a dupla de hip-hop Run DMC deu um toque de beat-box ao ritmo clássico de “Walk This Way” em 1986, não apenas o Aerosmith acordou do coma de drogas dos anos 80, mas também foi inventada uma nova linguagem musical que dura até hoje.

“Não acho que vão nos creditar como inovadores ou criadores de um estilo”, ele diz. “Acho que não vamos receber créditos por criar mudanças na direção da música, mas a colaboração entre nós e o Run DMC ficou perto disso.”

“Foi uma mudança cultural quando repentinamente rock e hip-hop foram combinados, e quando se combina música, se combinam as pessoas que fazem a música, não importa de que raça eles sejam.”

“Foi legal. Foi um jeito de romper barreiras. Não achei que seria creditado por abrir um novo ponto cultural, mas hey, aceito isso.”

Hamilton está ciente, mas pouco interessado, de que sua banda e seu próprio jeito de tocar influenciaram uma legião de imitadores, entre eles, Nikki Sixx do Motley Crue, Guns ‘N’ Roses e inúmeras bandas de hard rock.

“No começo, nossa equipe vinha até nós e dizia, ‘Você não fica com raiva quando eles te copiam?’ Mas eu não via assim. Não, nada a ver.”

“Mas é engraçado saber que um número de pessoas se inspirou em nós ao ponto de repararem como a música deles se parecia com a nossa. É uma sensação legal, com certeza.”

Passamos dos dez minutos programados de entrevista, mas Hamilton continua conversando. Quase esqueço que estou conversando com um deus do rock no meu universo, o baixista de uma das bandas de rock mais famosas, influentes e polêmicas da minha vida.

Existe um cansaço notável no sotaque nasal de Boston de Hamilton quando pergunto sobre o passado negro, mas ele é profissional e é rápido ao deixar o assunto leve.

Pergunto se o público da Nova Zelândia vai ouvir velharias ou coisas novas. “Vamos tocar algumas músicas do disco novo que achamos que o público vai receber bem.”

“Queremos dar à audiência nossa força total. Vai ter um telão maneiro que vai reforçar a história e a sensação das diferentes eras da banda, e vamos levar isso a uma conclusão. Vai ser ótimo.”

Um colega de trabalho fez um pedido antes da entrevista por “What it Takes”, e como despedida, cumpro meu dever perguntando a Hamilton se eles vão tocá-la no Forsyth Barr Stadium.

“Sem dúvidas”, ele rir. “Faz séculos desde a última vez que essa música não foi tocada.”

Fonte: Stuff.co.nz (24/04)

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 3 comentários  |  Publicado por Carol




A ex-vencedora do “American Idol”, Carrie Underwood, não parece fora do lugar cantando com o ex-jurado Steven Tyler “Can’t Stop Lovin’ You” (no novo álbum do Aerosmith, “Music From Another Dimension!”). Carrie encara a música como se fosse dela, e os ‘Bad Boys’ de Boston a receberam de braços abertos.

Não se sabe ainda se o dueto [provável próximo single] será lançado nas rádios country, mas se for, Carrie poderia fazer para o Aerosmith o que Jennifer Nettles fez pelo Bon Jovi em “Who Says You Can’t Go Home”: dar à banda de rock seu primeiro hit country.

“Não se esqueçam… Estou no novo álbum do Aerosmith. Isso é muito louco! Um sonho que virou realidade”, tuitou a cantora na véspera do lançamento do CD. ”Obrigado, Carrie. Você levou a música ao topo”, respondeu Steven.

Assista abaixo ao vídeo de “Sweet Emotion” interpretado por Carrie Underwood no último dia 9 de novembro, em Atlantic City, Nova Jersey:

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Fonte: Country Weekly/YouTube – Guy3502727

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 12 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




O Aerosmith está de volta e melhor do que nunca. Seu álbum, “Music From Another Dimension!”, vendeu 70.000 cópias na semana passada em sua estreia. Um bom número para grupos ou artistas veteranos. Nesta semana deve vender um pouco melhor do que a metade daquilo. Mas as vendas de álbuns já não são mais a medida de sucesso para os artistas dessa idade – tudo se concentra nas vendas de ingressos para shows. O Aerosmith praticamente esgotou os ingressos do Madison Square Garden para a noite de terça-feira (20). O Stubhub.com tem cerca de 900 ingressos em circulação, que é uma pequena fração do total do MSG.

Mas o ex-empresário do Aerosmith, Tim Collins, agora perdido no tempo, continua espalhando fofocas sobre Steven Tyler e cia. Esta semana ele plantou (por meio de um amigo dele – e posso imaginar quem é) uma notícia desagradável no Page Six alegando que o grupo não estaria mais se falando entre si, e que eles também estariam putos sobre as vendas do álbum e dos ingressos. Bobagem, diz uma fonte. “Eles estão indo muito bem e fazendo muito dinheiro”. Isso, é claro, deve enfurecer Collins, que não trabalha mais com o grupo desde quando George Bush era presidente dos EUA.

Enquanto isso, a Sony se daria bem ajudando a promover “What Could Have Been Love”, do álbum novo. Trata-se de um single de sucesso com certeza, e que deve estar tocando em toda rádio do mundo.

Os Stones e The Who estão em turnê. Mas, para sua informação, o Aerosmith ainda é o único grupo com todos os seus integrantes originais intactos. Todas as outras bandas, continuem sonhando!

Fonte: ShowBiz411

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 10 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Há uma semana nas paradas da Billboard, “Music From Another Dimension!” do Aerosmith atingiu o primeiro lugar na lista desta semana dos álbuns de rock mais vendidos entre todos os gêneros de rock, classificados por dados de vendas assim que compilados pela Nielsen SoundScan. Foi o álbum que mais subiu nos charts com a maior exposição nas rádios e maior crescimento de vendas nesta semana.

Atualmente, o álbum está na quinta posição na Billboard 200 com 63.000 cópias vendidas. Confira todas as listas e colocações que o Aerosmith aparece:

‘MFAD!’ nas paradas da Billboard:

#1 Rock Albums
#1 Hard Rock Albums
#1 Tastemaker Albums
#5 Billboard 200
#6 Canadian Albums
#7 Germany Albums
#7 Digital Albums

‘What Could Have Been Love’ nas paradas da Billboard:

#7 Japan Hot 100
#24 Adult Pop Songs
#48 Rock Songs

‘MFAD!’ nas paradas pelo mundo:

#1 Japão
#4 Mundo
#7 Itália
#7 Suíça
#14 Reino Unido
#17 Finlândia
#18 Espanha
#32 Irlanda
#35 França
#80 Bélgica

Fonte: Billboard

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 13 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




A “Global Warming Tour!” do Aerosmith está em caos, com fontes dizendo exclusivamente ao Page Six que os integrantes da banda “mal estão se falando uns com os outros.”

Mais tensão entrou em erupção depois que o álbum da banda, “Music From Another Dimension!”, não conseguiu vender tantas cópias como era esperado – menos que o disco de Natal de Rod Stewart – enquanto os ingressos da turnê não estão esgotando.

Enquanto isso, o relacionamento agitado do vocalista Steven Tyler com a noiva Erin Brady ainda parece estar conturbado, e sua advogada e empresária Dina LaPolt está ocupada filmando um piloto de reality show.

“A banda realmente não está se falando. O álbum do Aerosmith ficou em quinto lugar, depois (do CD ‘Red’) de Taylor Swift, ‘Now That’s What I Call Music: Volume 44′, ‘Merry Christmas, Baby’ do Rod Stewart e o novo CD do Ne-Yo, ‘R.E.D.’. Muito ruim para o primeiro lançamento da banda em uma década. Nenhuma data da turnê atual está esgotada. Enquanto isso, LaPolt está trabalhando em outro projeto, em vez de se concentrar na carreira de Tyler, e sua carreira precisa de ajuda”, nos disse uma fonte. Segundo a mesma fonte acrescentou, o relacionamento de Tyler com Brady está em xeque “porque ela nunca está por perto.”

“Tyler está muito descontente com a recepção do álbum e está culpando a Columbia (Records). Vamos encarar os fatos, desde que o Aerosmith demitiu o empresário Tim Collins e John Kalodner como seu representante A&R, eles nunca mais foram capazes de capturar a magia de seu retorno nos anos 80. Tim mantinha os caras limpos e sóbrios e investiu o dinheiro deles, tornando-os milionários”, nos contou uma segunda fonte.

Mas um porta-voz da banda insistiu que “o Aerosmith está indo muito bem com uma turnê pegando fogo. Qualquer depoimento contrário é absolutamente falso.”

“Além disso, Steven continua noivo de Erin. Como o New York Post já publicou antes, assim como qualquer casal passa por provações e turbulências em um relacionamento, Steven e Erin pediram por sua privacidade neste momento. É claro que alguém está espalhando falsos e mal-intencionados rumores, incluindo histórias sobre falsas tensões entre Steven e Dina (LaPolt). Dar qualquer crédito aos rumores só ajuda a espalhar mais mentiras.”

Fonte: NYPOST.com

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 22 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




O Aerosmith retorna com seu primeiro álbum de material todo original desde 2001, enquanto “Music From Another Dimension!” chega à quinta posição na parada da Billboard 200 com 63.000 cópias vendidas. O último álbum de estúdio com músicas novas da banda veterana foi “Just Push Play”, que estreou em segundo lugar com 240.000 cópias vendidas nas paradas de 24 de março de 2001.

Entre “Just Push Play” e “Music From Another Dimension!”, a banda lançou um projeto de estúdio, o (quase todo) disco de releituras de blues, “Honkin’ On Bobo”, que estreou na quinta colocação, em 2004.

Fonte: Billboard

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 8 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




“Music From Another Dimension!”, o 15º álbum de estúdio do Aerosmith e a primeira coleção de estúdio com material todo novo em 11 anos, é provável que venda entre 70.000 e 80.000 cópias nos Estados Unidos em sua primeira semana de lançamento, de acordo com o site da indústria musical Hits Daily Double.

A estimativa foi baseada num relatório de um dia de vendas compilado depois que o álbum chegou às lojas em 6 de novembro, pela Columbia Records.

Fonte: Blabbermouth.net

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 9 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




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