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A interpretação de “Star-Spangled Banner” [hino dos Estados Unidos] pelo vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, em 27 de maio de 2001 na 85ª edição das 500 Milhas de Indianápolis – onde ele foi criticado depois que substituiu “home of the brave” por “home of the Indianapolis 500″ – ficou em 7º lugar como parte das “10 Piores Performances do Hino Nacional de Todos os Tempos” da revista Billboard.

Tyler imediatamente pediu desculpas e reafirmou o seu patriotismo após o incidente.

Um vídeo da performance pode ser visto abaixo:

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O artigo completo, incluindo clipes de todas as apresentações listadas, pode ser visto no site da Billboard.

Fonte: Blabbermouth

 8 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




A edição deste mês da revista Rock Post traz a cobertura do show do Aerosmith em São Paulo, feita pela jornalista Gisele Santos.

Clique na imagem abaixo para ler!

Fonte: Revista Rock Post

 7 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Há apenas alguns meses, a idéia de uma turnê do Aerosmith parecia muito improvável. Steven Tyler disse que precisava de uma longa pausa para trabalhar na ”marca Tyler”, enquanto os outros membros do grupo questionaram a sobriedade dele e ameaçaram contratar um novo vocalista. Mas antes que o pior cenário acontecesse – e depois que Tyler entrou na reabilitação – os cinco colegas de banda se reuniram para resolver a situação. “Basicamente, eu falei só uma ou duas coisas ao Steven, e ele disse uma ou duas coisas para mim”, diz o guitarrista Joe Perry. “Estar tão perto como nós estamos, isso é tudo o que precisávamos fazer. Então apenas olhamos para cada um e nós sabíamos que era hora de ter a banda junta novamente.”

O grupo acabou de concluir uma rápida turnê na América do Sul, que atraiu muitos fãs jovens. “Metade deles tinha entre 15 a 25 anos. Depois do bis em um show [Santiago, Chile], nós estávamos prontos para partir, mas não tínhamos tocado Crazy“, diz Perry. “Os adolescentes estavam gritando tão alto por ela que nós tivemos de voltar ao palco e tocá-la”. Após excursionar pela Europa neste mês, a banda voltará aos anfiteatros americanos com Sammy Hagar no final de julho. No verão passado, eles executaram seu clássico (álbum) de 1975, “Toys In The Attic”, na íntegra, mas eles não têm esses planos neste momento. “Depois da turnê européia, nós vamos começar a perguntar aos fãs sobre quais músicas eles querem ouvir”, diz Perry. “Com tweets e Twitters, além de todas essas coisas, nós teremos a vibração do que as pessoas querem ouvir. Nós temos tantas canções que nunca tocamos e vamos fazer, definitivamente, o repertório interessante o suficiente para que as pessoas não sintam o fato de não termos um novo CD lançado.

O grupo não lançou um disco de material original desde “Just Push Play”, de 2001, e uma tentativa de gravação com o produtor de Pearl Jam e Bruce Springsteen, Brendan O’Brien, desmoronou quando eles não conseguiram chegar ao acordo sobre uma direção musical. Perry tem grandes esperanças para a próxima tentativa deles. ”Olhando para a agenda, provavelmente entraremos em estúdio nas férias ou talvez no início do próximo ano. Nós teremos que tirar uma folga da turnê para gravar o melhor álbum que podemos fazer. Devemos a nós mesmos o melhor registro que podemos fazer.”

Olhando para trás, no insano último ano da banda, Perry sente que a crise finalmente trouxe o grupo mais unido. “Esta banda tem uma forma muito estranha de decidir tirar férias”, diz Perry. “Nosso ritmo todo só foi desperdiçado nos últimos três ou quatro anos. Acabamos fazendo turnês sem novos álbuns algumas vezes e isso simplesmente não funcionou. Aquilo parecia fora de ordem e a tensão estava muito alta. Agora, Steven está cantando melhor do que eu ouvi em muito tempo e os shows estão ficando cada vez melhores. Parece como 1971 de novo. Nós tivemos muitos altos e baixos no passado e, neste momento, nós estamos subindo.”

Fonte: Rolling Stone

 10 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




No ano passado, os fãs do Aerosmith levaram um susto. Começaram a circular rumores de que o vocalista Steven Tyler havia deixado o conjunto de hard rock criado em Boston há exatas quatro décadas. Não andava bem o clima entre os integrantes, e foi até anunciada a contratação de outro cantor. O tempo só ficou parcialmente desanuviado em 10 de novembro, quando Tyler participou de um show-solo do guitarrista Joe Perry e disse que, sim, ficaria na banda.

Há quem continue ressabiado, esperando pela separação. Só por isso, os apreciadores de Steven Tyler, Joe Perry, Brad Whitford (guitarra), Tom Hamilton (baixo) e Joey Kramer (bateria) já têm boas razões para correr ao Parque Antártica e conferir a performance do grupo.

Iniciada na Venezuela no último dia 17, a turnê “Cocked, Locked, Ready To Rock Tour!” não inova em termos de repertório – o Aerosmith está sem lançar disco de estúdio desde 2004 (mesmo assim, quase todo feito de covers). A julgar pela lista de canções levadas a Caracas, haverá espaço para as mais recentes (anos 90) e melosas “Crazy” e “I Don’t Want To Miss A Thing”, além de temas da década de 70, como “Dream On”, “Sweet Emotion” e “Walk This Way”. Abertura da banda gaúcha Cachorro Grande, às 19 horas.

Fonte: VEJA SP

 14 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




Para participar do concurso “Aerosmith no Brasil”, cadastre-se e responda à seguinte pergunta, com no máximo 30 palavras: “O que você faria para curtir o show do Aerosmith em São Paulo?”

* Apenas pontuações, verbos de ligação, preposições e artigos não serão considerados na contagem de palavras.

Inscrição | Regulamento | Premiação

Início das incrições: 14/05/2010, 10h46
Fim das incrições: 26/05/2010, 23h59
Exibição dos resultados: 27/05/2010, 16h00

Fonte: Rolling Stone Brasil

 6 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




O show que o Aerosmith fará em São Paulo no próximo dia 29/05 é mencionado numa nota na atual edição (05/2010) da revista feminina GLOSS.

Veja abaixo a nota:

Se você viu uma menção ao(s) show(s) do Aerosmith no Brasil em algum jornal ou revista da sua cidade, por favor envie-nos para colocarmos na nossa Galeria!

 13 comentários  |  Publicado por Tássia Valim




Arquivo RS: Durante anos, os maus hábitos levaram o Aerosmith para o fundo do poço. Mas em 1990 a banda reencontrou o sucesso, se assumiu limpa de vícios e pronta para reconquistar o mundo.

Steven Tyler entra no quarto de hotel e tira a roupa até ficar só de cueca preta, estilo “quase fio-dental”. São 3h da manhã – quatro horas depois de o Aerosmith encerrar um show para 37 mil fãs em Toronto (Canadá) – e o hiperativo vocalista está pronto para mais algumas performances. Depois de se contorcer na cama por alguns minutos, ele finalmente chega à sua posição preferida: amarrado e amordaçado, com uma atraente amiga da banda cavalgando sobre suas costas nuas. Alguém liga a câmera de vídeo para registrar o momento para a posteridade. Os famosos lábios carnudos de Tyler – que rivalizam com os de Mick Jagger – se abrem em um largo sorriso, como o do gato de Alice. Então, subitamente, sua expressão se torna mais séria e ele começa a emitir uma série de gritinhos orgásmicos. Esta não é, nem de longe, a primeira vez em que Tyler, 42 anos, se encontra nesse tipo de situação.

Pelo que conta o vocalista e os outros membros da banda, não há um único feito decadente de rockstar – sexual, químico, financeiro ou de qualquer outro gênero – que eles não tenham praticado em algum ponto de suas carreiras.

Mas desta vez é diferente. Este é, afinal, o novo, melhorado, limpo, sóbrio e bem casado Aerosmith. Por isso, o ato de decadência das primeiras horas da manhã está sendo simulado pela melhor das razões: um vídeo de aniversário que o pessoal de uma estação de rádio está fazendo para Mark Parenteau, radialista da casa, amigo de longa data e eterno parceiro do Aerosmith.

Tyler geme mais um pouco para causar o efeito certo, arranca a mordaça e olha para a câmera. “Pode acreditar em mim, Mark”, diz ele, o sorriso no rosto, “a vida não termina aos 40.”

O Aerosmith é das criaturas mais raras – uma banda de rock alcançando o auge criativo e comercial aos 20 anos de carreira. Por um bom tempo, parecia improvável que os integrantes estariam vivos, quanto mais prosperando, quando chegassem aos 40.

O quinteto – formado por Tyler (vocal), Joe Perry (guitarra), Tom Hamilton (baixo), Joey Kramer (bateria) e Brad Whitford (guitarra) – talvez tenha sido a banda norte-americana de maior sucesso no meio dos anos 70. Embora geralmente desprezados pela imprensa como clones malfeitos dos Rolling Stones, os incansáveis guerreiros conquistaram uma nação, dando suporte a discos clássicos do hard rock, como “Toys in the Attic” e “Rocks”, e turnês incessantes pelos Estados Unidos. “Éramos os caras que você podia ver”, diz Perry. “Não era como se o Led Zeppelin fizesse shows pela América o tempo todo. Os Stones não vinham sempre para a sua cidade. Éramos a banda de garagem que deu mais que certo.”

No fim dos anos 70, entretanto, a festa acabou. A banda caiu direto para o buraco quase fatal das drogas pesadas e do karma ruim. A coisa ficou tão parecida com a história da banda fictícia Spinal Tap (retratada em uma comédia lançada em 1984, “Isto É Spinal Tap”), que quando Tyler finalmente viu o filme, quase não conseguiu assisti-lo. “Eu estava muito louco na hora”, conta Tyler, “e o Aerosmith estava afundando. E aquele filme era muito parecido, muito real. Nosso último álbum era ‘Rock in a Hard Place’, que vendeu, tipo, umas dez cópias; o Spinal Tap tinha gravado ‘Stonehenge’, e nosso álbum tinha uma capa exatamente igual. Pirei. Levei Spinal Tap para o lado bem pessoal.”

E por que não? O Aerosmith havia se tornado uma paródia de si mesmo. A história da banda era repleta de excessos, com todos os ingredientes absurdos: esposas que não se bicavam, integrantes que caíam do palco, contas de serviço de quarto no valor de US$ 100 mil, membros da equipe que pegavam mais groupies que seus chefes drogados e dinheiro que ia sabe-se lá para onde.

Tyler e Perry – os Gêmeos Tóxicos, como ficaram não tão afetuosamente conhecidos – brigavam infantilmente e se afundaram por anos, arriscando a vida com o abuso de heroína até que Perry finalmente saiu do grupo em 1979, seguido por Whitford, um ano mais tarde. “As coisas estavam mais para Sid & Nancy do que para Spinal Tap”, conta Whitford. “Não era mais divertido.”

“Lembro-me de ter visto um especial de TV sobre gorilas”, diz Perry. “Quando dois gorilas se juntam, eles se provocam, mas não se atacam. Só fazem muito barulho. É o que eu e Steve fazíamos. Entrávamos no camarim e destruíamos tudo, mas nunca encostávamos um no outro. Mas havia muita raiva. Se estivéssemos em um ambiente diferente, teríamos nos matado.”

Antes de melhorarem, as coisas pioraram. Perry formou o Joe Perry Project e, depois de três álbuns, se viu falido, morando no sofá de seu empresário e, em certo ponto, em uma pensão. Quando 1980 chegou, o guitarrista estava tão fora de si que não fazia sequer ideia de que a gravadora Columbia havia lançado uma coletânea do Aerosmith, até que um fã o abordou em um supermercado e pediu um autógrafo em sua cópia do LP.

Tyler, Hamilton, Kramer e dois novos integrantes – os guitarristas Jimmy Crespo e Rick Dufay – tentaram manter o nome do Aerosmith vivo. Mas Tyler também se afundou. Por um longo período, viveu em condições degradantes no Gorham Hotel de Nova York. Tyler escolheu o lugar pelo seu acesso à Oitava Avenida, onde ia comprar um par de trouxinhas de US$ 20 de droga, esperando que os traficantes o reconhecessem. “Assim”, ele conta, “talvez eu conseguisse um pouquinho a mais.”

“Nossa história é basicamente que tínhamos tudo”, Perry diz, “e jogamos tudo fora.”

Você lê esta matéria na íntegra na edição 44, maio/2010.

Fonte: Rolling Stone Brasil

 11 comentários  |  Publicado por Guilherme Zeinum




“Eu acabei de fazer o teste e ganhei a gig“, brincou Steven Tyler, em vídeo publicado no site oficial do Aerosmith há pouco mais de dois meses, quando foram anunciadas as datas da “Cocked, Locked, Ready To Rock Tour!”, que passa pelo Parque Antártica, em São Paulo, no dia 29 de maio. A expressão gig é usada por instrumentistas para se referir a um show como músico contratado, um freela, um servicinho. Mas não é descabida a ironia do frontman e ícone da banda desde sua fundação, há quatro décadas. Aos 62 anos, o vocalista recentemente teve suas capacidades performáticas e vocais colocadas em dúvida pelos colegas e por muitos fãs.

Se como diz o ditado, a vida começa aos 40 – o que de certo modo aconteceu com Tyler há 22 anos, quando sua banda decolou rumo a patamares de sucesso e reconhecimento inéditos na juventude –, parece que, aos 60, um efeito contrário se fez sentir em Stephen Victor Tallarico. Os dois últimos anos não foram nada bons para o astro, alcoólatra assumido e com extenso histórico de abuso de substâncias ilícitas. Em maio de 2008, ele se internou na clínica de reabilitação Las Encinas, em Pasadena, na Califórnia. A desculpa: recuperar-se tranquilamente de cirurgias ortopédicas na perna. Ôpa, peraí: o que teria o “cuco” a ver com as calças? “A dor dos ‘consertos no pé’ foi intensa, maior do que eu esperava. Os meses de cuidados e fisioterapia resultaram traumas e eu realmente precisava de um ambiente seguro para me recuperar”, anunciou Tyler, em comunicado público.

O ano passado começou com uma pneumonia, agravada pela bronquite crônica que, em condições normais, não o atrapalha em nada. No fim de junho, veio uma distensão muscular na perna, durante show em Uncasville, em Connecticut. E, em 15 de agosto, em Rapid City, Dakota do Sul, um episódio trágico, mas de aparência patética. Vale conferir no YouTube: depois de uns passos gingados e rodopios à James Brown, parecendo um tanto quanto tonto, Tyler desabou do palco. Segundo o guitarrista Joe Perry, o diagnóstico inicial foi escápula (ou omoplata) partida em dois pedaços, além de cortes na cabeça (20 pontos para costurar): “Ele estava sangrando muito. Parecia que tinha se envolvido em uma briga de bar contra alguém que usou um taco de beisebol. Ficamos felizes de saber que não houve concussão nem lesões no cérebro.”

Leia a reportagem completa com o Aerosmith na Billboard Brasil de maio, já nas bancas!

Fonte: Billboard Brasil

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